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No primeiro jogo com adeptos do pós-pandemia no Dragão Arena, o FC Porto deu uma cambalhota ao marcador e venceu o Óquei de Barcelos (4-3) na estreia no Nacional de hóquei em patins. Num jogo de grandes emoções, os Dragões ultrapassaram um muro chamado Constantino Acevedo e vingaram a final da Elite Cup.

Constantino Acevedo. Foi este o nome mais ouvido na etapa inaugural, o do guarda-redes do Óquei de Barcelos que impediu inúmeras oportunidades claras de golo de serem concretizadas pelo FC Porto e que segurou a vantagem amealhada pelos visitantes graças aos golos de Alvarinho (3m) e de André Centeno (11m) até ao intervalo. Durante 25 minutos, além de oportunidades em jogo corrido contra a defesa conservadora do Barcelos, o FC Porto não conseguiu transformar em golo três livres diretos: primeiro foi Carlo Di Benedetto a atirar para uma defesa do guardião minhoto (12m), na sequência de um cartão azul mostrado a Centeno, depois Gonçalo Alves a perder com Constantino, aos 20m, fruto de um cartão azul mostrado a Rampulla, e novamente o 77 portista, no seguimento da décima falta dos adversários, mas desta vez a não acertar na baliza contrária. A eficácia fazia toda a diferença ao intervalo e a vantagem sorria ao Barcelos (2-0).

Para contrariar o muro que se ia erguendo na baliza minhota, o FC Porto voltou avassalador do intervalo e Carlo Di Benedetto bisou em sete minutos. Aos 27, através de um livre direto fruto do cartão azul mostrado a Luís Querido, bateu pela primeira vez Constantino e, aos 32, de novo de livre direto, mas desta feita na sequência da 15.ª falta do Barcelos, o 19 azul e branco restabeleceu a igualdade na partida. Aos 39 minutos, foi a vez de Xavi Malián brilhar na baliza do FC Porto, ao defender um livre direto a Dário Giménez, fruto da décima falta feita pelos Dragões. O muro minhoto quebrou pela terceira vez aos 42 minutos, Gonçalo Alves bateu Constantino numa grande penalidade cometida por Luís Querido sobre Telmo Pinto. Estava dada a cambalhota no marcador a oito minutos do final do encontro. Ainda no mesmo minuto, houve cartão azul para Reinaldo García e Xavi Malián voltou a agigantar-se entre os postes, desta vez frente a Alvarinho. A quatro minutos do final, Gonçalo Alves, habitual figura em destaque no hóquei portista, disparou do meio da rua e fechou o destino da partida com o seu segundo tento no jogo. Aos 48 minutos, ainda houve tempo para Constantino negar, mais uma vez, o golo a Gonçalo Alves num livro direto, fruto da 20.ª falta minhota e, a 50 segundos do final, Alvarinho ainda reduziu para o Barcelos (4-3), mas a vitória estava pintada de azul e branco e os três pontos ficaram na Invicta.

Fonte/Foto- FC Porto

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