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3 Cabeleireiro Inicial

Terronia

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Há mais de um mês de quarentena em casa, em Portugal, Macarena Ramos, jogadora chilena de hóquei em patins do Benfica, tem o pensamento do outro lado do Atlântico, no país natal, onde familiares são protagonistas na luta contra o Covid-19.
“Estou a viver com o meu namorado, quase toda a minha família está no Chile e ninguém está contagiado, felizmente. Estão todos a ter os cuidados necessários dentro do possível”, começa por contar a jogadora de 23 anos, antes de falar dos riscos inerentes ao combate à pandemia: “O meu pai é médico anestesista e a mãe dos meus irmãos mais novos, que não é minha mãe mas é como se fosse, também. Trabalham em hospitais públicos. O meu pai ainda não teve qualquer caso de risco, mas no próximo mês passará a cuidar de doentes dos cuidados intensivos. Portanto, o mais provável, é ficar contagiado. A Carlita trabalha com os doentes mais críticos. Vários colegas dela estão em casa porque acusaram positivo, por isso acho que é uma questão de tempo, infelizmente”.
Isto porque, explica, “não há quarentena obrigatória no Chile”, o que “não faz muito sentido” para a hoquista: “Os trabalhos continuam a funcionar - se as pessoas não vão trabalhar, são despedidas. Muitas querem ficar em casa, mas não podem”.
E é com este cenário que lida todos os dias Mauricio Ramos, um dos rostos que tenta eliminar o novo coronavírus e por quem Macarena não esconde profunda admiração. “Sou uma filha que sente grande orgulho no pai e não só pelo que está a fazer agora. Para mim o meu pai é tudo. Tudo o que consegui foi graças a ele. É um orgulho gigante o que ele está a fazer agora, mas toda a minha vida tem sido um orgulho. Ele agora está só a confirmar o orgulho que tenho nele”, sublinhou, falando nos verdadeiros heróis: “Muitos dizem Eu não consigo viver sem desporto, mas a verdade é que as pessoas não conseguem viver sem saúde. Todas as pessoas que trabalham na área da saúde são os heróis neste momento. Mas não deveriam ser só nos maus momentos, deveriam ser também nos bons. Temos de começar a pensar mais nisso”.

Fonte/Foto- Jornal “A Bola” * Texto- Marta Fernandes Simões

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