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Campeonato da Europa, previsto para entre 18 e 25 de julho, em França, deverá também sofrer as consequências destas paragens e poderá ser adiado. Federação defende que se jogue apenas em dezembro
A Federação de Patinagem de Portugal uniu-se às suas congéneres de andebol, basquetebol e voleibol num pedido de ajuda aos clubes, embora, e tal como Espanha e Itália, esteja na expectativa de um regresso.
O organismo federativo manteve a normalidade dos jogos até ao dia 29 de fevereiro, para depois passar de um plano de redução de público nos pavilhões até à suspensão de toda a atividade. A decisão vigora por tempo indeterminado e a incerteza quanto ao futuro levou ontem as quatro federações de pavilhão a pedir ajuda ao Governo, temendo a falência de vários clubes.
Chegou a pensar-se num recomeço da competição em abril, mas, agora, o mais expectável é que isso só aconteça em maio, pois ninguém tem autorização sequer para treinar. A O JOGO, também não houve quem quisesse adiantar cenários, mas nos bastidores colocam-se diferentes opções.
O tempo de paragem é uma incógnita e não será de descartar um cenário de final de época antecipado, sem atribuição de títulos de hóquei em patins, nem subidas/descidas. Tratando-se de uma realidade distinta, por ser um campeonato mais frágil, a Suíça, por exemplo, já deu a época por terminada, mas os principais campeonatos (Portugal, Espanha e Itália) estão em "stand-by".
"O cenário mais adequado será manter o acompanhamento e a monitorização", defende a FPP sobre uma época que tem, só em seniores masculinos, sete jornadas do campeonato por cumprir, Taça de Portugal (dos "oitavos" até à final-four), Liga Europeia (última jornada da fase de grupos; quartos de final a duas mãos e final-four) e Taça WSE (quartos de final a duas mãos e final-four).
Em condições normais, 2019/20 encerraria com a final da Taça, em meados de junho, mas, se em maio houver luz verde para competir, é provável que haja um reagendamento de jogos, com as equipas a terem de atuar a meio da semana e, talvez, com jornadas duplas ao fim de semana, o que, para as formações mais modestas, representa um esforço gigantesco e com impacto nas contas de quem luta pela permanência.
Alguns clubes já vieram dizer que "será preciso bom senso e a colaboração de todos", por se tratar de uma situação extraordinária. Mas se realmente o resto da época tiver de ser compactado, encerrará já às portas de julho e existindo um Europeu previsto de 18 a 25 desse mês. Sem tempo para a preparação da Seleção Nacional, campeã mundial, resta questionar o Comité Europeu sobre um possível adiamento.
Para Fernando Graça, presidente do WS Europe, "é algo a equacionar", sublinhando: "Estamos sempre a falar com França [país organizador do Europeu] e a resposta tem sido que no final de abril será feita uma reavaliação." O JOGO sabe que a FPP defende a ideia de um adiamento do campeonato para dezembro.

Fonte- Jornal “O Jogo”

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