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O SC Tomar deu esta quinta feira uma conferência de imprensa onde abordou o tema da saída compulsiva de Diogo Alves e João Sardo, e onde estiveram presentes Ricardo Cardoso, Diretor Desportivo, Nuno Lopes, treinador e Ivo Silva, o capitão da formação sénior nabantina.
Ricardo Cardoso, explicou, de forma mais pormenorizada, os motivos da saída dos dois atletas, onde ficou claro que o Clube não pactuou com situações que, na sua óptica eram lesivas ao interesse do Clube e grupo de trabalho.
O Incumprimento do regulamento interno do Clube por parte dos dois jogadores era reiterada, numa situação que tinha repetições no passado. Há um episódio em causa que não interessa escalpelizar, está dentro do foro interno do Clube e diz respeito apenas ao Clube e na reunião com os jogadores em causa, os mesmos foram verdadeiros, confrontados com a situação em causa, e como infringiram o respectivo regulamento do Clube, o Clube limitou-se a aplicar aquilo que está emanado nesse documento".
O que está em causa são situações pontuais, mas repetidas, não só esta época como em épocas passadas, entendeu o Clube neste sentido defender o Clube, tomar decisões em prol do grupo, em prol do trabalho, e ponto final. É uma situação que hoje viramos a página enquanto grupo e vamos continuar o nosso trabalho com os mesmos objetivos e com o Clube agora afincado para resolver o problema que é a falta de dois jogadores e procurar a melhor solução para que o grupo possa continuar a desenvolver o seu trabalho e que possa legitimamente cumprir com aquele que é o grande objetivo que é a subida de divisão”.

Nuno Lopes- “Há coisas que passam para além do treinador”

Nuno Lopes o treinador leonino também deixou a sua opinião sobre este caso, ressalvando sempre que o Clube está acima das ambições e que há um espaço que não deve ser ultrapassado. Uma decisão difícil, complicada, mas que segundo o treinador tinha que ser tomada, embora com alguma mágoa da parte dele.

Lamento a perda de dois atletas que são acima de tudo dois jogadores em depositava confiança e que apostava acima de tudo em recuperá-los para tentar que chegassem a um patamar superior, porque lhes reconheço um cariz técnico e táctico elevado, mas o que temos que ver é que o atleta não é só isso, há muito mais para além disso.
Temos que perceber que acima disto tudo está o Clube e quando assinamos as coisas, temos que as assumir, e eu não posso pactuar com tanta coisa que vai passando e nós não podemos sempre a andar a fechar os olhos a tudo e que nada se passa, porque isto não é uma situação de hoje, já se tinha passado com os treinadores que me antecederam, e que o Clube neste momento achou que tinha que ser assim e não há nada a fazer. Aqui há o Clube, que manda e como tal neste caso, nós temos de defender o grupo de trabalho e foi isso que fizemos”.

Fica aqui na integra a conferência de imprensa dada pelos três elementos do Clube, numa realização/edição, da Rádio Hertz, de Tomar.

Foto- Radio Hertz

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