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A equipa do SC Tomar, uma das candidatas à subida, deslocou-se até Murches, com a vitória a sorrir aos ribatejanos por 6-3.
Jogo onde a formação de Nuno Lopes mostrou duas caras. Se na primeira parte a equipa tomarense, que entrou bem, com velocidade assim como organização coletiva, e aos 15 minutos vencia já por 4-0, mostrou, em particular no segundo tempo a outra faceta. Depois de ter chegado ao 6-1, mostrou-se displicente, sem fio de jogo, com muitos “solistas” a querer protagonismo, deixando à vista uma equipa sem fio de jogo, deixando a ideia que se desligaram, literalmente, daquilo que deveriam fazer em rinque.
Dito isto poderá ficar a ideia de que o Murches foi figura decorativa. Nada disso. A formação de Jorge Silva, como o mesmo já o tinha informado, nas declarações da antevisão deste encontro, que a sua equipa, mesmo com argumentos diferentes, iria vender caro o resultado. E foi o que aconteceu. Se na primeira metade o Murches andou em muitos momentos atrás do jogo dos leões, na segunda parte do jogo, aproveitou e bem as lacunas alheias, e fruto de uma intensidade defensiva e numa entreajuda enorme, dificultou os movimentos ofensivos do SC Tomar, que nunca teve arte nem engenho para ultrapassar esse obstáculo, e tentou sempre que lhe foi possível, criar perigo junto da baliza adversária.
Ao intervalo o resultado registava 1-4 (golos do SC Tomar apontados por Ivo Silva, Hernâni Diniz, Rúben Sousa e Paulo Passos, e pelo Murches, Tomás Cardoso), os golos ao início da etapa complementar de Ivo Silva e João Sardo, deixaram a ideia de um jogo tranquilo para o conjunto tomarense, mas a atitude do Murches em particular a eficácia de Tomás Cardoso (autor dos dois golos da sua equipa na etapa complementar), colocando o placard em 3-6, mexeu e para pior com o jogo da formação ribatejana, que se enleou na sua própria teia, com o conjunto do Murches a tirar partido desse enredo onde os verdes e brancos se meteram.
Triunfo, no entanto, que não sofre contestação por parte do SC Tomar, perante um Murches, humilde, que não virou a cara à luta e jogou com as armas disponíveis, obrigando a equipa ribatejana a errar e a mostrar-se demasiado permissiva nalguns momentos do jogo.
Quanto à arbitragem dirigida por Nuno Sousa, pouco ou nada a dizer, já que o manancial de “burrices” e ignorância no que toca às regras de jogo como disciplinar, foram demasiadas, que é impossível vir aqui enumera-las. Após assistir a uma partida e olhando para a exibição desta dupla, fica a ideia de alguma incerteza, mas mais que isso, se estes indivíduos tem capacidades (nem vou enumerar, quais) para dirigir um jogo desta modalidade (ou outra qualquer, certamente). É que custa a acreditar, mesmo.

Foto- Ricardo Rodrigues

Domingo