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Terminada mais uma edição da Taça Latina, é tempo de fazer contas a vários aspetos. Não em relação aos pontos conquistados por cada equipa para saber o campeão de 2018, sabendo-se já que a Espanha voltou a conquistar a prova seis anos depois. Esta foi uma edição que teve bastantes surpresas: umas pela positiva e outras pela negativa... Mas tratemos então das grandes curiosidades desta Taça Latina.

Os golos e os marcadores
Carlo di Benedetto foi o melhor marcador ©Arquivo Pessoal do Jogador
A Espanha levou o título e 18 golos na bagagem, sendo a seleção com mais tentos na prova, seguida de Itália (12), Portugal (11) e França (9). No campo inverso, Portugal deixou Saint-Omer com 19 golos sofridos, com uma distância considerável para os demais adversários: Itália sofreu 11, França e Espanha 10.

Apesar de não ter conseguido conquistar o primeiro título para a sua França, Carlo di Benedetto foi o melhor marcador da prova, com sete golos em três partidas, numa edição que contou com 18 jogadores diferentes a deixar a sua marca na baliza adversária.

Desses 18, seis foram da Espanha, a seleção que mais jogadores teve a marcar. Ainda desses 18, seis foram também os que marcaram em todos os jogos em que participaram: Carlo di Benedetto, para a França, César Carballera e Ignacio Alabart, para Espanha, Giulio Cocco, para a Itália, Miguel Vieira e Gonçalo Nunes, para Portugal.

Os livres diretos
No hóquei em patins, os livres diretos têm grande importância, fazendo parte de uma grande fatia dos golos nesta modalidade. Nesta Taça Latina, a Itália foi a seleção que mais livres diretos converteu (4), seguido de França (3) e Espanha (2).

Cocco liderou nos livres diretos ©FC PortoDos quatro convertidos pela Squadra Azzurra, há um nome comum a todos eles: Giulio Cocco foi o marcador de serviço, tendo sido o jogador com mais livres diretos convertidos, seguido de Carlo di Benedetto (2), Ferran Font, Roberto di Benedetto e Ignacio Alabart (1).
Passando para o campo dos desperdiçados, França e Portugal lideram: ambas falharam quatro livres diretos, seguidos de Espanha (3) e Itália (2). No que toca a jogadores, Cocco também lidera no campo dos desperdícios (2), tal como Ignacio Alabart, Antoine le Berre, Alvarinho e Miguel Vieira. Já Carlo di Benedetto, Roberto di Benedetto e Pol Manrubia falharam um livre direto cada.

Os penáltis
Algo em que Portugal lidera e é destaque: Gonçalo Nunes foi o jogador que mais penaltis converteu (3) nesta edição da Taça Latina, seguido de Giulio Cocco, Roger Acsensi e César Carballeira, todos com um. Portugal foi também a seleção com mais penaltis convertidos (os três de Gonçalo Nunes), seguido de Espanha (2) e Itália (1).

Gonçalo Nunes liderou nos pénaltisNo campo dos desperdiçados, a França destaca-se: Les Bleus falharam cinco penáltis, seguido da Espanha, com três. Os dois jogadores que mais falharam grandes penalidades foram Roger Acsensi e Roberto di Benedetto, com dois cada. César Carballeira, Carlo di Benedetto, Remi Herman e Quentin Podevin falharam um cada.
Os pontos
São os pontos que decidem cada edição da Taça Latina e a de 2018 teve história. Oito anos depois o vencedor da não conquista os nove pontos (pleno de vitórias), sendo que a última vez também teve a Espanha como vencedora: em 2010, La Roja conquistou sete pontos.

Para além deste facto, duas pontuações para a história: nunca a França tinha conquistado seis pontos na Taça Latina, tal como nunca Portugal tinha saído da prova sem pontos e fora do pódio.»

Foto|fonte: Zerozero.pt