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«O Sporting CP visita hoje o Dragão no clássico da 12.ª Jornada e Edo Bosch será homenageado.

A visita do Sporting ao Dragão Caixa, num dos cinco jogos a encerrar a 12.ª jornada do Nacional da I Divisão, «fica marcada
para sempre» na vida de Edo Bosch, o emblemático guarda-redes a quem o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, entrega uma camisola autografada, hoje, em reconhecimento de duas décadas de um grande amor recíproco com o clube e os seus adeptos.
O último clássico da I Volta é o momento eleito pelo campeão nacional para fazer regressar o catalão à pista do Dragão Caixa, não só perante ex-companheiros do atual plantel como também aplaudido por sportinguistas com quem se cruzou e ganhou títulos em 19 anos de FC Porto. «Ainda há pouco estive a falar sobre isso com o Pedro Gil, que estava a caminho do Porto. Além dele, estarão Caio [Ricardo Oliveira], Vítor Hugo, Paulo Freitas...» , conta Edo Bosch, ontem, antes de recordar como ainda alinhou com o treinador do Sporting quando «fez o favor» de substituir o lesionado Mário Almeida, durante seis meses, em 1999. «Vou lembrar-me deste dia dentro de 20 anos. É uma honra fantástica. Só tenho de dizer mil obrigados ao FC Porto porque me tratou sempre muito bem.»
Edo Bosch chegou ao clube em 1997/98 e partiu em 2015/16, para cumprir uma temporada na Juventude de Viana, antes de pendurar os patins e se converter em adjunto do treinador Renato Garrido. Quando trocou Espanha por Portugal, nunca pensou em se estabelecer, mas Ilídio Pinto, o homem forte do hóquei em patins portista à época, cedo começou a conquistá-lo. «Foi um segundo pai para mim, um miúdo ainda a viver com os pais e que saía de casa pela primeira vez, aos 22 anos. Ele não era obrigado a isso. Já me pagava um salário e eu só tinha de render. Mas fazia questão. Para outros clubes, tornou-se óbvio que me sentia tão bem no FC Porto que dificilmente o trocaria», elogia Edo Bosch que, na realidade, se chama Juan Ignacio, nascido a 3 de setembro de 1975, em Barcelona. Com Edo Bosch nas fileiras, o FC Porto dominou o campeonato de  1998 / 99 a 2010 /11, só travado pelo Barcelos, em 2000/ 01. «Não me arrependo de ter vindo. Se recomeçasse, fazia tudo da mesma forma. Só tentava ganhar o que me faltou», explica o ex-guarda-redes, «tocado aqui dentro» com a homenagem proporcionada por Pinto da Costa. «Somos desportistas mas quando temos a sorte de receber este carinho do clube e dos adeptos, compensa todos os sacrifícios, dores, desgostos...
Quando sinto este reconhecimento do outro lado, ainda fazia muito mais. Fui muito bem pago pelo FC Porto ao nível dos sentimentos.»

Portista
Edo Bosch «não nasceu portista», também defende o Barcelona, mas fez-se um dragão que se identifica com os símbolos do clube, «o espírito de luta, a garra, a determinação até ao fim». Por isso, «os amigos a representar o Sporting não ignoram» que torcerá pela vitória do FC Porto no clássico. «Sabem que tenho a camisola vestida dentro de mim. A equipa dificilmente falha nestes jogos em casa. É complicado bater o FC Porto no Dragão Caixa.»
Uma vitória portista pode oferecer a liderança do campeonato ao Benfica, que defronta o mais modesto Infante de Sagres, e reduzir a diferença entre os três ditos grandes para um ponto (Benfica, 32; Sporting, 31; FC Porto, 30, por hipótese).
Anfitriã do Valença HC, a Oliveirense também pode aproximar-se (27 possíveis). Os dois lisboetas voltam ao Nacional após empatarem no dérbi e perderem na Champions. A Oliveirense procura ganhar depois de três empates e duas derrotas nas duas competições.

Vitória
Convertido em treinador adjunto da Juventude de Viana, Edo Bosch viu os ex-companheiros vencerem o HC Braga, ontem, em jogo da 12.ª jornada, por 5-2 (3-2 ao intervalo). Golos de Tomás Castanheira (2), pelo anfitrião HC Braga, e de André Azevedo (1), António Silva (1), Emanuel Garcia (1) e João Ramalho (2). Desta forma, muitos amigos do clube estarão presentes, hoje, na homenagem portista. No sábado, Paço de Arcos e HCP Grândola empataram a três golos, com Tiago Losna expulso.»

Foto: Fotos da Curva | Fonte: Jornal "O Jogo"

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