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AE Física - HC Vasco da Gama 18-2

No passado sábado o líder AE Física, recebeu e venceu sem apelo nem agravo, o penúltimo classificado do campeonato, o HC Vasco da Gama, por esclarecedores 18-2, numa partida em que a história se conta essencialmente através da descrição dos golos, que espelha bem a abissal diferença que existiu entre as 2 equipas, tendo ainda assim existido uma atenuante para a diferença registada, pelo facto da equipa de Sines ter estado privada de alguns dos seus principais jogadores, nomeadamente “Peca-Peca” e “Bogas” que se encontram castigados.
Ao contrário do que é habitual, a Física iniciou o jogo a pressionar alto, assim que perdia a posse de bola, criando dessa forma enormes dificuldades à saída para ataque da equipa adversária, que só esporadicamente conseguia aproximar-se da área adversária, ao contrário a Física ia construindo inúmeras oportunidades, que tardavam em se traduzir em golo, até que aos 7 minutos de jogo, Gaspar é carregado em falta dentro da área, sendo assinalada a respectiva grande penalidade.
João Lima chamado à conversão, abre o activo.
Cerca de 2 minutos depois é a vez de Gaspar fazer 2-0, com um remate enrolado à entrada da área, cabendo ao mesmo Gaspar (autor de uma manita) a autoria do 3º golo, na sequência de um remate à ½ volta.
Estávamos sensivelmente a meio deste 1º período, quando Gil procede às primeiras alterações, fazendo entrar o jovem “Fabinho” e o experiente Garrancho, e poucos instantes depois, o jovem Fábio seria derrubado dentro da área, dando lugar à 2ª grande penalidade, que seria uma vez mais convertida superiormente por João Lima, fazendo o 4-0.
Poucos instantes depois, seria de novo Fábio cambão a estar em destaque, desta vez ao obter o 5º golo, na sequência de um rápido contra-ataque.
A meia-dúzia surgiu pelo stick de Garrancho (o 1º do seu poker), que finalizou da melhor forma uma excelente triangulação do ataque Torriense, após assistência de Fabinho.
Ainda antes do intervalo, o Vasco da Gama chegou ao golo, e que golo, com Iuri Tavares a fazer um golo espectacular, desviando uma bola aérea que lhe havia sido endossada por João Soares, reduzindo desta forma para 6-1, instantes antes das equipas regressarem aos balneários para o intervalo.
Se a 1ª parte já havia sido desequilibrada, a 2ª ainda o foi mais, com os golos a sucederem-se a uma cadência pouco habitual neste escalão.
18155236 1553872377956755 581116003 nAos 3 minutos de jogo Fabinho de grande penalidade faz o 7-1, ele que instantes depois, falharia a conversão de novo castigo máximo.
Aos 6:30, Gaspar volta a facturar através de remate enrolado de fora da área, ele que pouco depois eleva para 9-1 na sequência de um roubo de bola a ½ ringue, que lhe permitiu aparecer sozinho na cara do g. redes, fazendo um golo de belo efeito com uma picadinha espectacular.
O 10-1 voltaria a ser da autoria de André Gaspar, após um slalom por entre diversos adversários.
Estávamos sensivelmente a ½ desta 2ª parte, quando Gil volta a fazer diversas alterações, entre elas a entrada do jovem g. redes Bernardo Antunes, para o lugar de “Gordini”, ele que instantes depois se opõe com êxito à tentativa de conversão de uma grande penalidade por parte do Cap. Luís Delgado.
O 11-1 não tardou, desta feita por Pedro Lourenço, na recarga a um 1º remate do jovem Grilo.
O 12-1 chegou logo a seguir, por Garrancho a finalizar de 1ª mais uma excelente assistência de João Lima.
O jovem Diogo Miranda também teve a oportunidade de fazer o gosto ao stick, acabando inclusive por obter um hat-trick. Começou por fazer o 13-1, desviando de forma oportuna, uma bola que surgiu ao 2º poste.
De seguida, foi de novo Garrancho a elevar a contagem para 14-1, com a conversão irrepreensível de um LD, que surgiu na sequência de um cartão azul mostrado a João Chalupa.
O jovem Diogo Miranda, voltaria a fazer o gosto ao stick, com um remate colocado que daria o 15-1, para logo de seguida Garrancho fechar a sua conta pessoal, com mais um golo pleno de oportunismo que fixava na altura o resultado em 16-1.
Estávamos já dentro dos últimos 3 minutos de jogo, quando o Vasco da Gama voltaria a chegar ao golo, desta feita por intermédio de João Soares, reduzindo assim para 16-2.
Mas ainda faltava o cap. Vicente e o jovem Grilo marcarem, para todos os jogadores da equipa da casa figurarem na lista dos marcadores, e isso haveria de vir a ser conseguido, se bem que o 18º golo atribuído a Grilo, nos pareceu ter sido da autoria de Diogo Miranda, daí termos-lhe atribuído o hat trick, com o qual ficou fechado o resultado, no desnivelado 18-2.

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