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S. Alenquer B. - AE Física D 3-5

Em sábado de carnaval, realizou-se na “Vila Presépio” de Alenquer, o denominado “Derby do Oeste”, dada a rivalidade existente entre o S. Alenquer B. e a AE Física D, 2 clubes com enormes tradições na modalidade, mas que de momento lutam por objectivos totalmente distintos no Nacional da 2ª D. Sul, com a equipa da casa a lutar pela fuga à despromoção, enquanto a Física aponta claramente em regressar ao escalão maior.
Talvez esse estado de espírito antagónico, tivesse estado na origem do desenho táctico com que as equipas abordaram a partida, com um Alenquer mais expectante, optando por uma defesa zonal, qua ia basculando do 2X2 para o 1X2X1, perante um adversário com mais bola, mas nem por isso mais perigoso, tendo sido notória a dificuldade que os comandados de André Gil, manifestaram perante essa defesa zonal.
Foram então minutos iniciais jogados a um ritmo baixo, até que o “matador” Garrancho apareceu a fazer o 1º (ele que confirmou o excelente momento que atravessa, fazendo mais um poker de golos, o 3º consecutivo em jogos do campeonato), dando sequencia a uma boa assistência do seu Cap. Vicente Alves.
Com este golo, o Alenquer subiu um pouco a sua 1ª linha de pressão defensiva, passando a pressionar mais alto a saída de bola adversária e consequentemente dando algum espaço entre linhas, algo que foi bem aproveitado pelos comandados de Gil, que em 2 ou 3 ocasiões, poderiam ter sentenciado logo o jogo, valendo aí a atenção do guarda redes João Mendes, associada também a algum desacerto dos Torrienses na hora da verdade.
Sensivelmente a ½ deste período, destaque para a entrada em pista de Pedro Lourenço agora em representação da Física, ele que durante muitos anos defendeu envergou a camisola do SAB, um momento que claramente terá sido vivido de forma especial, por este jovem jogador.
À entrada dos derradeiros 10 minutos deste 1º tempo, Lúcio Morais pede o seu tempo técnico, colocando em pista o jovem Francisco “Kiko” Contins, no preciso instante em que do outro lado entrava também o jovem Fábio Cambão, eles que haveriam de ser determinantes nesta recta final do 1º período.
Primeiro seria “Kiko” a brilhar, com uma vistosa iniciativa numa transição rápida de contra-ataque, culminada com um remate cruzado rasteiro, que daria o tento do empate à equipa da casa.
Poucos minutos depois, seria a vez de Fábinho tb se mostrar, tendo assistido Garrancho para o 1-2, quando faltavam cerca de 3 minutos para o intervalo.
Já nos instantes finais, seria de novo Fábinho a estar em evidencia, surgindo isolado na cara de João Mendes, mas a permitir a defesa ao experiente guardião do Alenquer.
O início do 2º tempo apenas diferiu do 1º, no facto de a Física aparecer bem mais adaptada no ataque à zona contrária, passando a circular rapidamente a bola de stick para stick e conseguindo dessa forma criar maiores dificuldades à defesa adversária, seria aliás na sequencia de um desses momentos do ataque planeado Torriense, que surgiria a infracção (patim na bola do Cap. Alexandre Silva) que originaria a grande penalidade, que o também Cap. Vicente Alves, aproveitaria para transformar de forma irrepreensível, fazendo o 1-3.
Com uma desvantagem de 2 golos, a equipa da casa volta a tentar pressionar de forma mais subida a saída para ataque do seu adversário, mas raramente essa estratégia lhe rendeu grandes frutos. O tempo ia passando e os treinadores iam também fazendo a gestão dos seus jogadores, destacando-se a ½ desta 2º período, as entradas pela 1ª vez em pista de Henrique Pereira e Alexandre Duarte na equipa do Alenquer e de Joaquim Grilo na equipa da Física.
Os minutos foram passando, sem que nada fosse digno de grande relevo, até que a 7 minutos do final, Alex. Silva derruba o seu ex-colega Pedro Lourenço, com o árbitro a entender admoestar o homem da casa com o cartão azul. Na conversão do consequente LD, Garrancho não perdoou, elevando para 1-4.
O Alenquer, tenta o tudo por tudo, começando cada vez mais a tentar o jogo directo, principalmente através da fortíssima meia-distancia de Fábio Bogalho, tendo sido dessa forma que reduz para 2-4, com “Gordini” a sair traído pela alteração da trajectória da bola, que tabelou num seu colega de equipa.
A pouco mais de 3 minutos do final é assinalada a 10ª falta de equipa ao Alenquer, tendo uma vez mais Garrancho convertido de forma superior o LD de que dispôs, fazendo o 2-5.
Praticamente na jogada de resposta é assinalado penalty a favorecer a equipa da casa, mas chamado à conversão Henrique pecaria por excesso de pontaria, atirando ao ferro da baliza.
Ainda assim o Alenquer não baixou os braços e foi carregando sobre a defensiva contrária, algo que haveria de dar frutos, pois Henrique Pereira na sequencia de uma excelente iniciativa individual, reduziria para 3-5, a pouco mais de 2 minutos do final e fixando dessa forma o resultado final, que poderia perfeitamente ainda ter sofrido mais alterações, caso Garrancho e Contins tivessem a aproveitado os LD de que dispuseram nos instantes finais da partida.
Em comentário final, dizer que a Física manteve a liderança fruto de uma merecida vitória fruto de uma exibição “QB”, diante um adversário que demonstrou argumentos para na recta final do campeonato, garantir a ambicionada manutenção.

Fonte / Foto – José Carlos Gaspar

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