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SC Marinhense - AE Física D 3 - 4

No passado sábado, o Pavilhão da Embra foi de novo palco, para mais um “duelo” entre 2 das melhores equipas da 2ª Divisão Sul, se bem que desta feita o jogo fosse a eliminar, uma vez que se tratava da 3ª eliminatória da Taça de Portugal.
Vários eram à partida os factores de interesse para este jogo, uma vez que nos 2 jogos anteriores, cada uma das equipas havia conseguido uma vitória, por números exactamente iguais (7-6), com a factor casa a ser decisivo em ambas as partidas, o que à priori poderia ser bom presságio para a equipa liderada por Tiago Sousa.
De novo perante uma numerosa e entusiástica plateia e desta feita com o piso a aparentar estar menos escorregadio, o jogo começou da melhor forma para os forasteiros, pois ainda não estava percorrido o 1º minuto de jogo, quando a Física inaugurou o marcador por intermédio de André Gaspar, na sequencia de um remate à ½ volta, desferido à entrada da área.
O Marinhense reagiu de imediato, com Filipe Vaz à por à prova Ricardo “Gordini” Miranda, com este a demonstrar logo de início que não ia ser tarefa fácil colocar a bola dentro da sua baliza (o que só viria a acontecer na sequencia de lances de bola parada), com o experiente guarda redes da Física a ser uma verdadeira “muralha”, cotando-se com uma fantástica exibição.
Mas é de novo a Física a chegar ao golo, desta feita por Garrancho, que na sequencia de um livre indirecto à entrada da área, atira rasteiro, traindo o “regressado” Márcio Ornelas, ampliando dessa forma a vantagem da sua equipa, quando ainda não estavam decorridos 5 minutos de jogo.
Quase de imediato Tiago Sousa solicita o seu tempo técnico, aproveitando para fazer entrar Orlando em detrimento de Tiago Barros.
Paulatinamente o Marinhense vai assumindo as despesas ofensivas da partida, começando a criar mais situações de aperto para a defensiva contrária, tendo inclusive numa delas, a bola surgido dentro da baliza da Física, mas apesar de alguns ténues protestos, o jogo já havia sido interrompido alguns segundos antes.
Apercebendo-se do empertigamento adversário, Gil pede o seu “time-out”, fazendo entrar “Fábinho” para o lugar do cap. Vicente Alves, do lado oposto, entraria “Esteves”, ele que se revelaria decisivo no que faltava jogar deste 1º tempo.
Entrava-se nos últimos 10 minutos do 1º período com o Marinhense a continuar a “carregar” sobre a defensiva contrária, o golo ia-se adivinhando quando Dário atira ao ferro da baliza, mas instantes depois acabaria mesmo por surgir, na sequencia de uma grande penalidade superiormente convertida por “Esteves”, a penalizar uma infracção descortinada a João Lima, que lhe valeu inclusive um cartão azul.
O jogo estava ao rubro, com oportunidades em ambas as balizas, quando Fábinho é derrubado, com o árbitro a entender ter sido Tiago Barros o responsável pela infracção, admoestando-o com cartão azul.
Garrancho chamado à conversão, permite defesa ao guardião contrário., ficando dessa forma a Física em PWP, mas seria curiosamente em inferioridade numérica que o Marinhense chegaria ao empate, e de novo por “Esteves” na conversão de nova grande penalidade, desta feita a penalizar um patim na bola de João Lima.
O jogo aproximava-se rapidamente do intervalo, mas ainda haveria tempo para serem assinaladas mais 2 grandes penalidades. A primeira a sancionar um patin na bola de Orlando, com Garrancho a não conseguir desfeitear Ornelas e já no último minuto, a sancionar uma falta sobre Pedro Coelho, mas desta feita com “Gordini” a levar a melhor sobre “Esteves”, recolhendo dessa forma, as equipas aos balneários com o resultado empatado a 2 bolas.

16735848 1476380385705955 1305432259 nA 2ª parte iniciou-se de forma frenética com Pedro Coelho a obrigar “Gordini” a uma intervenção fantástica e logo na resposta, Gaspar enviar a bola ao ferro, após excelente iniciativa individual, estavam então lançados os dados para mais um período de grande emoção.
Depois de o Marinhense ter dominado a 2ª metade do 1º tempo, era agora a Física quem ia tendo o controlo do jogo, com ataques mais prolongados, esperando pelo momento certo para atacar a baliza de Ornelas, que por 2 vezes evita por instinto que os forasteiros chegassem de novo à vantagem, mas de tanto porfiar a Física acabou mesmo por chegar ao golo, por João Lima, que aproveitando um desequilíbrio defensivo contrário, progrediu pelo corredor central e “enrolou” para o 2-3, quando haviam decorridos apenas 4 minutos.
O Marinhense volta a aumentar a sua intensidade de jogo, tentando quer em contra-ataque, quer em ataques rápidos surpreender a boa organização defensiva contrária, que contava ainda com um “Super Gordini” em tarde de enorme inspiração.
Desta feita nem de penalty o Marinhense conseguia chegar ao golo, com Pedro Coelho a atira ao ferro na sequencia de mais um lance, em que o árbitro sancionou um patim na bola, de Garrancho dentro da área.
Os minutos iam passando, quando a sensivelmente a ½ deste 2º período, Tiago Barros é de novo admoestado com cartão azul, a punir nova falta sobre o jovem “Fábinho” Cambão (que merece também um destaque especial nesta partida, tendo feito uma recta final de jogo de grande qualidade). No entanto, Gaspar chamado à tentativa de conversão, permitiria defesa de Márcio Ornelas e uma vez mais o PWP não seria aproveitado pela equipa forasteira.
Estávamos já a entrar nos últimos 10 minutos, quando Vicente é tb ele admoestado com cartão azul por falta sobre Flipe Vaz, tendo desta feita Pedro Coelho aproveitado para igualar a partida, convertendo com êxito o LD de que dispôs.
A emoção crescia à medida que os minutos iam passando, quando Garrancho bem no coração da área, desvia para golo uma bola a ½ altura, recolocando a sua equipa em vantagem, agora que faltavam apenas 5 minutos para serem jogados.
Instantes depois, Gil pede o “seu desconto de tempo”, aproveitando para dar mais consistência defensiva à sua equipa, que passaria a jogar em 2:2 quando em posse de bola, tentando dessa forma suster a derradeira “avalanche” adversária.
Foram então minutos finais dramáticos, com ambas as equipas a fazerem pela vida, tendo o Marinhense inclusive colocado o 5º jogador de campo no segundos finais, numa tentativa desesperada de chegar ao golo que levaria o jogo para prolongamento, mas “Gordiní” com mais uma excelente tirada, garantia a vitória à sua equipa e consequente passagem aos 16 Avos de Final da Taça de Portugal.
Num jogo em que o empate teria sido provavelmente o resultado que melhor traduziria o equilíbrio registado (indo a partida para prolongamento), a vitória acaba por premiar o conjunto que foi mais equilibrado.
Nota final para a arbitragem, que tendo sido efectuada a solo, nos pareceu ter estado em bom plano, num jogo difícil e com algumas decisões também elas difíceis, mas onde acima de tudo, foi utilizado um critério uniforme para ambos os lados.

Fonte / Fotos –José Carlos Gaspar

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