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PP3

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SL Benfica “B” - AE Física 1-3

No passado sábado, no Pavilhão “Fidelidade”, encontraram-se as 2 equipas que à entrada desta última jornada da 1ª volta, partilhavam a liderança do Campeonato Nacional da 2ª Divisão Sul.
Um jogo que teve apenas início, uma hora depois do que estava agendado na FPP, possivelmente em virtude do atraso causado pelo “Derby”, que pouco antes havia sido jogado nesse mesmo palco.
Tal como seria de esperar, o jogo começou numa toada de estudo mútuo, com as equipas a tentarem através de ataques prolongados, encontrar forma de desfeitear as organizações defensivas contrárias, isto não obstou a que por algumas vezes o perigo rondasse as balizas, optando o Benfica por explorar por diversas vezes, movimentações por trás da baliza adversária, respondendo a Física com maior dinâmica do seu ataque planeado, que ia criando alguns desequilíbrios defensivos às jovens águias.
Seria aliás, na sequencia de uma excelente movimentação do ataque Torriense, que a Física chegaria à vantagem, com André Gaspar a finalizar dentro da área um passe “açucarado” de João Lima, numa jogada iniciada no stick do capitão Vicente Alves.
Os pupilos de “Caleta” reagiram de imediato, e na jogada de resposta, por pouco não chegavam ao empate, com Felipe Fernandes a enviar a bola ao ferro da baliza adversária. Estavam decorridos cerca de 11 minutos de jogo, quando se regista a 1ª alteração na partida, com Diogo Neves a render Pedro Batista na equipa da casa.
Poucos instantes depois o Benfica chega ao empate, com Felipe Fernandes a fazer uma “picadinha” espectacular, uma vez mais vindo da tabela de fundo.
As substituições começam a suceder-se, na equipa da Física com Gaspar a ser rendido por Pedro Lourenço e mais tarde Vicente por “Fábinho”, enquanto no Benfica reentrava P. Batista e Duro, para os lugares de ”Freddy” e F. Fernandes.
Os minutos iam passando e apesar do aparente equilíbrio, eram da Física as acções mais perigosas, com “Danny” Machial em bom plano na baliza a evitar males maiores para os anfitriões.
Entrava-se na recta final deste 1º período, quando André Gil pede o seu tempo técnico, fazendo reentrar Gaspar para o lugar de Garrancho, substituição que haveria de dar resultado, poucos minutos depois, pois seria de novo o camisola 5 da Física a dar nova vantagem à sua equipa, desta vez na sequencia de um contra-ataque no qual Gaspar e “Fábinho” combinaram na perfeição.
Faltavam cerca de 3 minutos para o intervalo, e nada de mais relevante se passou até lá, com as equipas a recolherem aos balneários com o resultado em 1-2.
Em relação aos 5, com que as equipas haviam começado a partida, apenas se registou uma alteração na equipa da casa, com Hugo Lourenço a manter Diogo Neves em pista e a deixar “Freddy” Neves a descansar.
A Física, fruto da maior experiencia dos seus jogadores, entrou para este 2º tempo com a clara intenção de gerir ao máximo a posse de bola no ataque, retirando iniciativa à jovem equipa encarnada, mas sem nunca deixar de procurar o golo, sendo inclusive na sequencia de mais uma excelente acção do ataque Torriense, que surgiria o 3º golo, com João Lima a finalizar com êxito, desta feita assistido por Garrancho, quando haviam decorrido apenas 2 minutos e meio de jogo.
Se as coisas já estavam difíceis, para as jovens águias, mais difíceis ficaram com este golo, pois apesar a vontade demonstrada os comandados por “Caleta” tinham grandes dificuldades em criar verdadeiras situações de perigo, sendo ao invés à Física, apesar de numa estratégia de maior contenção, aquela que ia criando algumas situações de apuro, com foi o caso de uma jogada finalizada por Vicente Alves, que só não deu golo porque o poste o evitou.
Na Física as substituições iam-se sucedendo, com Gil a rodar de novo toda a sua equipa, enquanto que no Benfica a gestão era feita de forma mais cirúrgica, levando as jovens águias a um sobre esforço, algo que ainda assim não os impediu de irem paulatinamente empurrando o seu adversário para a área defensiva, sendo nessa fase o guarda-redes Ricardo “Gordini” o grande responsável pelo facto do Benfica não entrar na recta final da partida, em condições de discutir a vitória.
Apercebendo-se desse agigantar adversário, André Gil pede Time-Out fazendo reentrar 2 dos seus mais virtuosos jogadores (Gaspar e Vicente), que com a sua capacidade de manterem a bola em seu poder, voltaram a devolver o controle do jogo à sua equipa.
Foram então cerca de 6/7 minutos finais, de total domínio da Física, que nesse período poderia ter ampliado ainda mais o seu score, não fosse Gaspar por 2 vezes ter desperdiçado duas soberanas ocasiões de golo. 1º enviando a bola ao poste, na sequencia de uma excelente iniciativa individual e já nos instantes finais, permitindo que “Danny” defendesse a sua tentativa de conversão de um LD a penalizar a 10ª falta de equipa ao SL Benfica.
Em conclusão, um resultado final (1-3) que em nosso entender, se ajusta perfeitamente ao desenrolar do jogo e que permite à Física terminar a 1ª volta na liderança isolada do Campeonato.

Fonte / Foto – José Carlos Gaspar

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