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pluri unhas J

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O CD Boliqueime recebeu o HCP Grândola para a 2ª eliminatória da Taça de Portugal da presente temporada. Ambas as equipas lideravam os seus campeonatos, o que por si só garantia motivação extra entre os jogadores. O jogo foi muito bem disputado, equilibrado e só ficou decidido no prolongamento com um golo de ouro de Miguel Cavaco.
O HCP Grândola, que se vai cotando como um dos candidatos à subida à I Divisão Nacional, viajou até Boliqueime como líder na II Divisão Sul. No Algarve encontrava um Boliqueime também líder, mas da III Divisão D. Apesar da diferença de patamares, a verdade é que durante o jogo as diferenças não foram assim tantas e o equilíbrio imperou. Começou melhor a equipa de Nelson Mateus, criando algumas situações junto à baliza algarvia, causando alguns desequilíbrios na zona defensiva local. O primeiro golo surgiu numa dessas jogadas, após um passe rasgado e bem medido dentro da nossa área. Os algarvios não se atemorizaram e responderam com o 1-1, num bom remate de Miguel Cavaco. As equipas não arriscavam de qualquer maneira, jogando pelo seguro, mas ainda assim os guarda redes eram colocados constantemente à prova. Foi novamente o Grândola a passar para a frente, com mais um golo junto à área do Boliqueime. Antes do intervalo, Márcio Aldeagas, que mais tarde teve de sair por lesão após ter jogado largos minutos inferiorizado, penetrou no interior da defesa contrária e fez o empate, após ter ultrapassado quase toda a equipa alentejana. A primeira parte tinha sido surpreendentemente equilibrada, o que dava esperanças para a etapa complementar.
O segundo tempo iniciou com um pouco mais de velocidade por parte da equipa forasteira. Em poucos minutos, o Grândola marcou por duas vezes, aproveitando deslizes da defesa algarvia. Mesmo sem pressionar muito, o adversário ganhava vantagem de dois golos, que poderia ter sido importante para o desfecho da partida. A equipa do Boliqueime já esperava dificuldades, pois a experiência da equipa da II Divisão podia ter sido arma utilizada no controlo do jogo. Não foi o que aconteceu, já que os comandados de António Ramos não baixaram os braços e foram atrás do resultado. Um pouco mais subidos, os da casa criaram algumas situações, mas deixavam espaço para os contra ataques forasteiros. Bruno Francisco confirmou nessa altura ser um dos melhores em campo, ao manter a sua baliza segura. Pedro Silva surgiu então na área para aproveitar uma bola perdida e fazer o 3-4. Com apenas um golo de diferença, os níveis motivacionais subiram e a equipa algarvia acreditou. O mesmo Pedro Silva fez o empate com um remate indefensável de meia distância, o que levou o jogo para prolongamento.
No tempo adicional, a equipa de Grândola foi mais contida, não arriscando muito no ataque para não correr o risco de ser surpreendida. Para o Boliqueime, a pressão era menos importante, pois o feito até então já tinha sido engrandecedor. Quis a sorte (e o mérito) que o golo de ouro surgisse para o seu lado. Pedro Silva remata de fora da área e Miguel Cavaco desvia à boca da baliza. 5-4 no marcador, apito final e festa dentro e fora do campo.
A equipa de António Ramos está de parabéns, ao eliminar um dos favoritos a ir mais longe na Taça, num jogo onde a concentração e entreajuda estiveram sempre presentes.

Fonte / Foto – Site do CD Boliqueime

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