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pluri unhas J

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Marta Vieira, Internacional Portuguesa, aventurou-se no Hóquei Feminino Espanhol, integrando a equipa do Réus, que milita no Campeonato Catalão.
Uma realidade diferente àquela que “Martinha” tinha em Portugal, de qualquer forma a integrar-se bem e a trabalhar para se mostrar e levar em frente os objectivos a que se propôs.
Estivemos à conversa com ela para saber um pouco mais desta nova vida de “imigrante” por terras catalãs.

- Após três meses em terras de Espanha, como está a ser a tua adaptação a um novo Clube e uma realidade, certamente diferente?

- Quando temos pessoas simpáticas, que sabem o seu lugar e são amigas, é tudo muito mais fácil e foi exactamente isso que me passou, desde o primeiro dia que me sinto integrada. Tive sorte

- Estás num Clube histórico (Réus), mas que no sector feminino disputa o campeonato catalão. Como estão a correr as coisas em termos desportivos?

- Em termos de resultado de jogos que é o que importa, não está bem, mas é uma questão de tentarmos ser conscientes e não desesperar, a nossa guarda-redes partiu tíbia e perónio, eu comecei a trabalhar uma quinta e joguei sexta porque cheguei tarde e uma colega também começou mais tarde, para além de que a própria equipa em si começou tarde. E temos também uma companheira que é chilena e só chega agora no mercado de inverno.

- Que diferenças notas em relação ao hóquei praticado aí e o que conheces de Portugal?

- Por ser uma segunda divisão eu não sabia o que esperar, contudo são mais equipas e com muita, muita qualidade. Assim que temos que trabalhar não para tener equipas melhores que as espanholas, porque temos pelo menos igual, mas sim para ter uma liga igual ou melhor.
O feminino nunca é como o masculino e é isso a minha queixa. O motivo para estar "triste".

- Com mais um ano a pouco dias de terminar, qual ou quais os teus desejos para 2017?

- Em termos desportivos que creio que é o que interessa agora, ganhar para subir para a Okliga e se tiver oportunidade, de ir o Mundial deste ano.

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