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Não é a primeira vez que o Hóquei Clube Patinagem de Grândola tem uma equipa feminina em competição, mas é, com certeza, um dos momentos mais arrojados da direcção do clube. Após o fim de semana em que o HCPG estreou a sua nova equipa no Torneio de Abertura da AP Alentejo, o Jornal HCPG entrevistou o “comandante” e mentor desta equipa, Sérgio Godinho “Didi”.
Jornal HCPG: Primeiro que tudo, obrigado por teres aceite o nosso convite para cederes esta entrevista. Fala-nos um pouco da preparação delineada, a nível técnico, tácito e físico, com a equipa dos FEMININOS?
Treinador: A preparação começou no início de Setembro. De início foi “queimar” calorias do verão pelos excessos, depois, semanalmente, foi fazer treinos mais intensos concretamente a nível de resistência com o cuidado de ter em conta que tenho atletas entre os 12 e 24 anos e com estrutura física muito diferente uma das outras, a nível técnico procuro explorar as capacidades individuais de cada uma e ajudar a melhor o seu desempenho nos treinos.
Jornal HCPG: Dás importância ao trabalho psicológico nas tuas equipas? Como o podemos trabalhar?
Treinador: Claro que sim, penso que seja o principal e neste escalão feminino, estou à cerca de 1 ano com este grupo e todas são muito diferentes e claro que a minha atitude tem de ser diferente com cada uma. Para melhorar, ainda procuro conhecer a atleta fora da equipa, tento perceber a sua relação familiar, estudos, amigos, vícios, etc, para depois poder saber como dialogar com cada uma. 

Jornal  HCPG- Quais os objectivos a que se propõe a tua equipa, quer a nível regional como nacional?
Treinador: Os objectivos para esta época são: ganhar experiência e realizar muitos jogos para ganharmos ritmo pois este é o ano “zero”. No final da época iremos ver os resultados e aí sim pensar se podemos pensar noutros voos.
Este é o ano zero da equipa feminina.
Jornal HCPG:
Jornal HCPG: Como encaras a actual realidade do nosso clube?
Treinador: Para mim tudo é novo, oficialmente só pertenço ao clube os últimos 3 meses da época passada em que treinava os juniores e em simultâneo a equipa feminina sem competição só com torneios e jogos amigáveis. Penso que o clube tem tudo, principalmente ao nível da qualidade dos jogadores que tem e os que chegaram esta época, para podermos sonhar e participar a outro nível.
Jornal HCPG: O que te motivou a ser treinador? Onde começaste? Onde sonhas chegar um dia?
Treinador:. É um desporto que sempre gostei de ver, nunca pratiquei como atleta mas gostava de ver. Os meus filhos, por “brincadeira”, quiseram experimentar um dia e quando dei por mim também estava envolvido. Tive a oportunidade de tirar o curso e começar logo a treinar no HCS durante 2 anos na formação. Depois, recebi um convite para representar o HCVG, num projeto onde estive 6 anos sempre com a mesma equipa de escolares onde acabei no ultimo ano de iniciados (sub-15). Na época 2015/2016 fui representar o HCPG, onde iniciei um projeto que já ambicionava há bastante tempo - fazer uma equipa feminina. Também estive durante 3 meses como técnico da equipa de juniores (sub-20). Esta época é toda dedicada a 100% à equipa feminina. No futuro, gostaria de treinar a seleção feminina distrital APS, e fazer de tudo para que hóquei feminino no Alentejo continue e se valorize cada vez mais.
Jornal HCPG: Como te defines enquanto treinador? Como defines, para ti, o treinador ideal no hóquei atual?
Treinador: Como treinador, sou muito exigente comigo assim como com os atletas. Gosto de ouvir a opinião dos jogadores, mas tenho de ser o líder do grupo para poder ter o controlo da equipa. Acima de tudo, quero ser o melhor amigo de todos. Quanto ao treinador ideal, para mim não há. Somos todos diferentes, com ideias próprias, mas, pessoalmente, procuro aprender com os exemplos positivos que vejo nos outros para poder melhorar o meu desempenho.

I ENCONTRO DE HÓQUEI FEMININO - HCPG - ABRIL 2016
Jornal HCPG: Como achas que se está a desenvolver o hóquei em patins no Alentejo e, nomeadamente, em Grândola?
Treinador: Penso que estamos um pouco melhor. Têm aparecido alguns jogadores com muito valor, fruto do trabalho que os clubes do Alentejo têm vindo a ter. No HCPG, o clube recentemente reforçou-se em vários escalões para poder “batalhar” com equipas da APL. Prevejo a médio prazo um “salto” do nosso clube a nível de projeção de presenças nas competições nacionais.
Jornal HCPG: Quais as grandes diferenças entre o hóquei praticado na nossa zona em comparação, por exemplo, com Lisboa?
Treinador: Não tem comparação. Nós aqui trabalhamos com a “prata” da casa e tentamos fazer “milagres”. Nos campeonatos de Lisboa, é tudo mais fácil. Os clubes que têm boas condições financeiras “roubam” todos os bons jogadores dos clubes dos arredores, acabando por estragar todo o trabalho de formação. O campeonato é sempre disputado por 2 a 3 equipas, que muitas vezes não formaram nenhum jogador que os representa, pois contrataram os já “feitos” acabando por estragar todo o trabalho do clube onde iniciaram a sua formação.
Jornal HCPG: Qual a mensagem que queres passar às tuas jogadoras?
Treinador: A mensagem é que aproveitem todas as oportunidades, acreditem no seu valor e procurem sempre melhorar todos os dias e, claro, respeitarem sempre os adversários.

I ENCONTRO DE HÓQUEI FEMININO - HCPG - ABRIL 2016
Jornal HCPG: Qual a tua mensagem para os sócios e adeptos?
Treinador: Aos sócios e adeptos, peço que continuem a apoiar em todos os escalões com a presença assídua nos pavilhões, são as pessoas mais importantes nos jogos. Todo o jogador gosta de sentir o carinho e o apoio da bancada e, no HCPG, tem sido a marca em todos os jogos. Gostaria ainda de deixar uma palavra de agradecimento a todo o trabalho que Diogo Jacinto e o Ricardo Piteira têm feito para a divulgação do nosso clube.

Fonte – Jornal HCPG (facebook)
Texto: Diogo Jacinto & Ricardo Piteira | Edição: Diogo Jacinto | Fotos: HCPG

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