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AE Física D - Marítimo SC 3-3

Neste regresso a casa a Física, pretendia por certo confirmar o seu favoritismo, frente aos Açorianos do Marítimo, tentando somar mais 3 pontos, que os permitissem igualar o Benfica "B" no topo da tabela.
No entanto do outro lado da quadra, estava uma equipa, que esta época está a fazer um arranque de campeonato fantástico (tentando por certo evitar os percalços da época passada, que praticamente a relegaram para a 3ª Divisão), também ela disposta a levar pontos deste jogo.
Foi então dentro deste pressupostos, que o jogo foi lançado, com os da casa a tentarem assumir rapidamente o controle das operações, diante um adversário extremamente organizado defensivamente e tentando em ataque jogar sempre pela certa, não arriscando nada, para não correr o risco de ser surpreendido no contra golpe.
Os minutos foram passando e não havia maneira da Física conseguir desbloquear o jogo, com demasiada lentidão no ataque planeado e com diversas saídas em falso, no momento de explorar o contra-ataque. Por outro lado o Marítimo, se bem que sem conseguir criar ocasiões de golo eminente, ia conseguindo os seus objectivos, controlando de alguma forma a partida, se bem que tendo sempre menos bola que o adversário.
O experiente Júlio Soares (Jogador/Treinador) ia também gerindo a capacidade física dos seus jogadores, fazendo alterações consecutivas, a cada 5 minutos, promovendo inclusive a alteração dos seus G. Redes por mais de 1 vez, numa gestão que não é muito habitual.
Seria aliás logo a seguir de uma dessas rotações de jogadores que a equipa insular seria surpreendida pela 1ª vez, com Carlos Garrancho a fazer o 1º para os da casa, com uma forte stickada cruzada, quando estavam decorridos cerca de 10m. de jogo.
Pensou-se que este tento ajudasse a desbloquear o jogo tornando-o mais aberto e atractivo, mas a verdade é que os derradeiros 15 minutos deste 1º tempo, poucos mais momentos tiveram de interesse, com as defesas quase sempre melhores que os ataques, e jogado num ritmo bastante baixo.
Para o 2º tempo, a Física regressa com Emanuel e Vicente (que havia sido rendido nos derradeiros 5 minutos do 1º período), nos lugares de André Gaspar e Fábio Cambão, enquanto que Júlio Soares voltava a colocar o seu 5 titular, do qual ele faz parte, continuando a ser pedra basilar, sendo a partir do seu stick, que é coordenada a manobra ofensiva da sua equipa.
O jogo pouco diferia do 1º tempo, se bem que a Física, tenha pela 1ª vez na partida, conseguido 1 ou 2 transições ofensivas bem elaboradas, tendo inclusivé Garrancho enviado a bola ao ferro, na sequência de uma excelente triangulação do ataque Torreense.
Com cerca de 8 minutos de jogo decorridos, Garrancho faz o 2º da sua equipa e também da sua conta pessoal, numa excelente execução, vindo por detrás da baliza e surpreendendo Elson Gomes ao 2º poste.
Menos de 1 minuto depois, Gaspar (que havia entrado instantes antes do 2º golo), tem uma boa iniciativa individual, assistindo Garrancho para o seu hat-trick, dando 3 golos de vantagem à equipa da casa, quando faltavam cerca de 16 minutos para o final.
Julgava-se que o jogo estaria decidido, mas foi um puro engano, pois Júlio e seus pares trataram de arregaçar as mangas e adoptar uma estratégia bem mais agressiva e pressionaste, que rapidamente fez efeito, Pedro Soares a fazer um roubo de bola na zona intermediária, e a isolar-se diante de Ricardo Miranda, com o Guarda Redes da casa a levar a melhor neste 1º duelo, tendo no entanto ficado o aviso.
O Marítimo, ia sendo uma equipa cada vez mais inconformada, acabando por ver essa atitude premiada, quando Pedro Soares marca pela primeira vez para a sua equipa, quando faltavam cerca de 12 minutos para o final.
Este golo não pareceu ter servido para "acordar" os pupilos de Gil, pois poucos instantes depois, mais um roubo de bola em zona proibida, permitiria que Júlio se isolasse perante Ricardo Miranda, que desta feita não conseguiu evitar que os visitantes reduzissem para apenas 1 golo a desvantagem da sua equipa.
Quando faltavam 8 minutos para o final, André Gil pede o seu tempo técnico, numa altura em que era notório algum desnorte na sua equipa, no entanto esta paragem, não alterou em muito o cariz da partida, a não ser a entrada em cena da dupla de arbitragem que até então havia passado quase despercebida, mas que subitamente assumiria um protagonismo inusitado, penalizando de forma evidente a equipa da casa com um critério nada uniforme no ajuizamento das faltas de equipa.
Foram então minutos finais de grande intensidade emocional, se bem que a qualidade da partida nunca tenha passado do sofrível, fugindo desta mediocridade uma iniciativa individual de Júlio, que acabaria por resultar no tento do empate, uma vez mais da autoria de Pedro Soares, quando ainda faltavam 5:30 para o final.
Até final a história resume-se a 2 LD (um devido á 10ª falta da Física e o 2º na sequência de um cartão azul mostrado a Vicente) desperdiçados pelos insulares, com "Gordini" a levar consecutivamente a melhor sobre Júlio e Bruno Botelho.
Para além desses 2 lances, dizer que a Física nesta fase final da partida resistiu ainda ao PWP adversário, e tambem a algumas decisões incompreensíveis da dupla de arbitragem que claramente evitaram sancionar aquela que poderia e deveria ter sido a 10ª falta de equipa do Marítimo, e acredito que lances passíveis disso não faltaram.
Dizer no entanto que o Marítimo acabou por justificar o ponto que leva na bagagem, e que penaliza a apatia e tarde menos inspirada dos homens do Oeste, que perdem também desta forma, a liderança da prova.

Fonte / Foto – José Carlos Gaspar

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