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A Supertaça conquistada no sábado pelo FC Porto foi entregue hoje no Museu do clube, com a presença de todo o plantel sénior.
«A Supertaça António Livramento, conquistada no sábado com uma goleada sobre o Benfica (13-7), foi entregue esta quarta-feira ao Museu, onde passa a ficar exposta no espaço Na Hora, dedicado às mais recentes conquistas. Em dia de 123.º aniversário, o presidente Jorge Nuno Pinto da Costa marcou presença, juntamente com o plantel, equipa técnica e dirigentes. E, em relação a este último grupo, não faltou uma palavra especial para Eurico Pinto, o vogal da direção do FC Porto que acompanha o hóquei em patins.
“Foi uma vitória do FC Porto, mas também do hóquei. Muitos dizem que não é um desporto bom para a televisão, que arraste multidões, mas provaram precisamente o contrário”, sublinhou. Pinto da Costa lembrou ainda dois factos que tornaram o momento especial: a taça ter “o nome de alguém que quando faleceu servia o FC Porto e em todos deixou um amigo” e ter começado o seu percurso no clube como seccionista do hóquei em patins. A dedicatória especial viria mais à frente: “São realmente uma grande equipa, têm realmente um grande líder e um dirigente que vive a secção 24 horas por dia, o Eurico Pinto, que tudo faz para que os sucessos se mantenham na senda do seu pai, o nosso querido amigo Ilídio Pinto. Nos festejos senti um grito de união e vontade de fazer mais”.
O líder azul e branco não hesitou em considerar que o plantel de hóquei em patins é constituído por “jogadores à Porto”: “Para além da alegria da vitória, senti um grande orgulho na forma como encararam o jogo, sentiram o desenrolar do encontro e deram sempre a volta, nos momentos em que parecia que ia correr mal. E no entusiasmo com que festejaram a vitória”.
O capitão Hélder Nunes passou a Supertaça para as mãos do presidente – de onde seguiu para a vitrina – e referiu-se precisamente ao louco desenrolar do marcador. “Foram momentos de euforia. Quando o marcador estava em 7-2 estávamos num mundo à parte, aos 7-6 já estávamos noutro mundo e felizmente conseguimos dar a volta por cima”, comentou, ressalvando que sofrer sete golos “pode ser bom para a televisão” mas não tanto para a equipa. O defesa-médio falou no apoio das famílias e prometeu “trabalho e empenho” para a época não ficar limitada a esta taça. “Vamos lutar por todas as competições em que estamos inseridos”, garantiu.
Em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt, Guillem Cabestany disse que o objetivo da equipa é “vir muitas vezes ao museu” e abordou o papel de quem integra o grupo mas não entra em pista. “Os máximos protagonistas das vitórias são os jogadores, que trabalham, correm e marcam os golos, mas o presidente fez muito bem em recordar os dirigentes, como Eurico e Ilídio Pinto, os médicos e as famílias, que o Hélder mencionou. Às vezes ajudam mais do que os próprios jogadores para que tudo flua e se consigam os títulos”.»

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Foto|fonte: FC Porto

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