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Valença HC – SC Tomar 3-3

Primeira dos dois jogos que definirão o campeão nacional da 2.ª divisão, realizado em Valença com o empate a 3 bolas a subsistir no final da contenda.
Grande jogo de hóquei em Patins num Pavilhão com excelente moldura humana a puxar pelos seus dando ainda mais colorido a um jogo que mereceu por isso.
Início de jogo com cautelas departe a parte, mas o SC Tomar aos poucos a desinibir-se a a jogar “taco a taco” com a formação minhota. A equipa de Nuno Domingues a conseguir ir anulando as peças mais influentes, pelo menos nessa fase, da formação de Paulo Morais, foi quase sempre mais perigosa e acabaria mesmo por chegar ao golo aos 13 minutos por Ivo Silva a desviar um passe de David Costa.
Mais Sporting de Tomar em rinque e até ao intervalo as oportunidades mais flagrantes a serem dos ribatejanos, e recordamo-nos de duas, com David Costa e Ivo Silva a falharem de forma inacreditável e com a baliza deserta defendida por Paulo Matos.
O intervalo chegava, o resultado era justo e podia-se mesmo dizer lisonjeiro para a formação minhota.
Se a primeira metade já prometera, o segundo tempo foi excelente. Emoção, golos, erros, falhas, de tudo um pouco houve.
O Valença chega ao empate por intermédio de Hélder Martins, decorria o minuto 8, mas dois minutos, depois Pedro Martins em jogada individual a surpreender a defesa minhota e a colocar a redondinha no fundos das redes de Paulo Matos.
Era uma fase de equilíbrio e poucos depois, aos 13 minutos chega a 10ª falta leonina com Zé Braga a desperdiçar o LD que a sua equipa dispôs.
Jogo aberto, e é novamente a equipa ribatejana a chegar ao golo e a aumentar para 3-1 por Ivo Silva.
O Valença abanou, estava também à beira da 10.ª falta e um minuto depois acontece um dos casos do jogo. Pedro Martins, parece-nos carregado já dentro da área, mas um dos árbitros considera apenas falta de equipa dando essa sinalética, o que permitiu ao SC Tomar apontar de LD a 10.ª falta. Sururu, e o capitão dos leões vê CA. Hernâni Diniz chamado a converter permite a defesa ao guardião minhoto, e é Zé Braga a começar a colocar os seus créditos à prova, faz o empate poucos segundos depois numa faz e onde o SC Tomar jogava em inferioridade numérica.
Nove minutos ainda para se jogar, o Valença acreditou, teve em Hélder Martins um dos seus mais influentes jogadores, e depois para variar Zé Braga no seu habitat natural a não perdoar.
A equipa do SC Tomar acusou aquele momento onde desperdiça o LD, desarticulou-se, os seus jogadores sentiram a pressão, os nervos aparecerem e frente a uma equipa mais madura viram Zé Braga a menos de tres minutos do final da partida empatar numa seticada de meia distância que colocava o empate no jogo.
Até final, situações de apuro para ambos os lados, mas o resultado não se alteraria. O Valença fez o que lhe competia, assumiu, arriscou, perante uma conjunto leonino a não saber tirar partido, nessa altura das vantagens que em algumas situações dispôs, fruto do nervosismo que assolou a equipa a determinada altura, e que acabou por ter a sorte de não ter sido bem aproveitada pelos minhotos.
Resignação nos semblantes dos jogadores das duas equipas, se do lado do Valença a oportunidade de sair com um triunfo que lhe daria, à partida uma vantagem para o segundo jogo a realizar no próximo sábado, do lado dos leões a tristeza por terem tido o “pássaro na mão”, num jogo onde em largos períodos foram superiores, não tanto pela posse de bola, mas sim pelo jogo colectivo bem assertivo e que surpreendeu a formação de Paulo Morais.
Quanto à arbitragem, apenas dizer que os responsáveis pelo sector deveriam ter o cuidado de colocar os melhores elementos nestas partidas, porque as duas equipas, que recordo, estarão na montra maior do campeonato na próxima temporada, mereciam mais e melhor. Decisões “tremidas”, condicionando o jogo e onde, segundo os responsáveis leoninos tiveram peso no desfecho da partida. Opiniões, que se respeitam, estando ou não de acordo, mas que um jogo, onde os principais artistas, os que transpiram e lutam por um título foram muitas vezes subalternizados, por dois personagens, muito aquém do que se passou em rinque, marecia por parte de quem manda na arbitragem gente à altura dos verdadeiros artistas.


Árbitros- Domingos Carvalho e Porfírio Fernandes

Valença HC- Paulo Matos (GR), José Campos, Hélder Martins (1), Zé Braga (2), Diogo Sá;Miguel Fernandes Cristiano Viães, Leonardo Tomba e Rúben Ribeiro (GR)
Treinador- Paulo Morais

SC Tomar- Marco Gaspar (gr), Pedro Martins (1), João Lomba, Ivo Silva (2), Hernâni Diniz; David Costa, Filipe Vaz, Filipe Almeida, Pedro Mendes e João Henriques (gr)
Treinador- Nuno Domingues

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