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Excelente entrevista de João Rodrigues ao Jornal “A Bola” onde fala do seu trajecto, dos momentos mágicos que já viveu com a Jersey encarnada e o que ainda procura alcançar.

Está há sete temporadas no Benfica e conquistou o 3.º título nacional. Qual dos três lhe deu maior prazer?
JOÃO RODRIGUES – Todos trazem memórias incríveis e deram muito trabalho a conquistar. Naturalmente destaco o primeiro, em 2010/2011, por ter marcado o início de um ciclo, quebrando a hegemonia do FC Porto. Foi um campeonato muito equilibrado e decidido na última jornada. Foi o primeiro e daí o meu destaque.
Foi o mais difícil?
JR – Não foi o mais difícil, porque todos exigiram o máximo de nós. O do ano passado foi até ao fim e resolveu-se aqui no jogo com o FC Porto. Este ano, embora decidido a três jornadas do fim, acabámos por ter a estrelinha de campeão nos confrontos diretos com os nossos principais adversários.
Foi um momento muito especial, o festejar dois títulos no mesmo fim de semana?
JR – Foi um fim de semana único. Sabíamos à partida que podia decidir várias coisas. Sermos campeões da Europa, o que dependia apenas de nós. Outra era sermos campeões nacionais, mas muito honestamente nunca pensei que o FC Porto perdesse pontos frente ao Valongo, apesar do valor desta equipa. E outra era o futebol ser campeão e no mesmo dia festejar tantas vitórias. Foi inesquecível.
Faltam três jornadas para terminar o campeonato e o próximo jogo é no Dragão. Manter a invencibilidade é o objetivo?
JR – Quando começámos esta época e quando nos perguntaram se podíamos repetir o que fizemos o ano passado, dissemos que seria muito difícil, face à forma como os nossos adversários se reforçaram. Terminar invicto nunca esteve em equação. Mas agora que somos campeões, criam-se novos objetivos e acabar sem derrotas dois anos seguidos é um deles.
Depois do Nacional, segue-se a Taça de Portugal. Mais uma dobradinha a caminho?
JR – Fazer nova dobradinha é também um dos objetivos. Queremos fechar com chave de ouro uma época que foi a todos os níveis brilhante.
A conquista da Liga Europeia foi a sua vitória, ao nível de clubes, mais importante?
JR – As duas Ligas Europeias estão no topo da hierarquia das minhas vitórias. Comecei a jogar aos 5 anos no Paço de Arcos, estou no Benfica há sete e sem dúvida que estes dois triunfos marcam a minha carreira. Este último por ter sido conquistada junto aos nossos adeptos e depois ter ido ao relvado festejar perante 65 mil pessoas, é um momento que nunca mais vou esquecer na minha vida.
Na próxima época há clubes que vão apresentar reforços de grande qualidade e que fizeram história em Espanha e Itália. Será bom para o hóquei português?
JR – É muito bom para o hóquei português ter aqui alguns dos melhores jogadores do Mundo. Neste momento o Benfica tem quatro jogadores estratégicos, três catalães e um argentino que são do melhor que há na modalidade. Oliveirense, FC Porto e Sporting também estão bem apetrechados. Na minha opinião isso revela que há uma aposta maior dos clubes em Portugal e talvez haja em Espanha uma menor atenção à modalidade.
É complicado conviver com jogadores de várias nacionalidades?
JR – Pelo contrário. Na minha primeira época no Benfica estava cá o Toni Sanchez, jogador que teve um grande impacto na nossa filosofia e na forma de ver o hóquei em patins. Eu era muito novo e ele marcou-me muito.

Aos 25 anos ainda não pensa no fim da carreira...
JR – Estou com 25 anos e o fim da carreira está ainda longe, espero. Depende da minha condição física e mental, mas espero ainda ganhar 30 títulos ao serviço do Benfica, porque não?
E jogar no estrangeiro, é uma hipótese a considerar?
JR – Muito honestamente não. Estou no melhor clube do Mundo. Em sete anos ganhei 14 títulos e pergunto para onde irei e conseguir alcançar o mesmo que obtive no Benfica? É o clube do meu coração, onde ganhei tudo o que havia para ganhar.
Marc Torra e Pedro Henriques estão de saída. Já está o Benfica a preparar a próxima época?
JR – Não sei. Independentemente de quem saia ou entre, o que sei é que o Benfica vai continuar a lutar por todos os títulos. O Benfica será sempre candidato ao título independentemente de quem esteja.

Fonte/ Autor: Vítor Ventura/ Jornal “A Bola”
Foto- Jornal “A Bola”

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