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Marítimo SC – SC Tomar 4-5

Triunfo difícil, tirado a ferros numa partida onde certamente a equipa do SC Tomar esperaria mais tranquilidade, mas uma “Botelha(o)”, já fora de validade, quase que criava uma “intoxicação” ao conjunto ribatejano.
Entrou melhor a equipa do SC Tomar, a pressionar alto e a dificultar o jogo dos insulares. Foi sem surpresas que o SC Tomar inaugurou o marcador, por intermédio de Filipe Vaz. Mesmo sem jogar bem a equipa forasteira ia dando conta do recado, mas uma desatenção da defesa leonina permitiu que Bruno Botelho empatasse a partida. E equipa leonina “abanou”, facto que foi aproveitado pelo Marítimo para fazer mais dois golos em poucos minutos, colocando o resultado em 3-1, com Bruno Botelho aos 13 minutos e Cláudio Figueiredo aos 16 minutos a serem os autores dos tentos dos ilhéus. Pedro Martins ainda no minuto dezasseis reduziu para 3-2 e David Costa no minuto seguinte restabelecia a igualdade, que não se alterou até ao intervalo.
A segunda parte teve motivo de sobra para pôr os cabelos em pé a qualquer das equipas, com Nicolau Botelho, um dos árbitros da partida a ser o homem do jogo, mas pelos piores motivos. Com critérios “esquisitos”, acabou por estragar uma partida que até antão estava a ser interessante de ser acompanhada. Cartões Azuis “avulso”, decisões técnicas duvidosas, ao ponto de o seu colega por mais de uma vez ter que emendar, de tudo um pouco, se assistiu neste período. A equipa do SC Tomar acabou por ser a mais penalizada, tendo jogado grande parte desta etapa complementar quase sempre em inferioridade numérica.
O Marítimo sem ter nada a haver com as “histórias” de um árbitro, à procura dos papeis das regras de jogo, que talvez tenham sido afectados pelo temporal que assolou a ilha, volta novamente à vantagem com um golo de Júlio Soares de LD, estavam então decorridos 13 minutos, mas seria Hernâni Diniz a “desatar” o nó ao bisar e colocar os verdes e brancos em vantagem, golos estes apontados já nos últimos cinco minutos da partida.
E o Marítimo tem a soberana oportunidade de chegar ao empate a escassos 15 segundos do final da partida, mas Júlio Soares a desperdiçar o LD que dispôs a penalizar um CV (Acumulação de Azuis) mostrado a Ivo Silva.
Triunfo, como dissemos difícil por parte do SC Tomar, que valeu pela entrega dos jogadores, pela união do grupo, e pelo acreditar até final pela vitória, compensada, pela excelente exibição dos guardiões leoninos, Daniel Leal e depois de Marco Gaspar, que apenas sofreram um golo de bola parada, das inúmeras que a equipa do Marítimo dispôs.
O Marítimo, a jogar com outras armas, soube enervar o SC Tomar, tirou partido das incidências do jogo, deixou a “pele” em campo, e por pouco provocavam uma surpresa nesta ronda 14 do nacional da segunda divisão.

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