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LuisGomesGuilpilhares123

Estivemos à conversa com Luís Gomes, jovem de 21 anos, que além de jogar na equipa sénior do Gulpilhares é também treinador da equipa Sub13 do clube gulpilharense. Numa altura em que a sua equipa Sub13 se encontra na luta pelo acesso à Final do Campeonato Distrital Sub13 da AP Porto, quisemos saber um pouco mais sobre a diferença entre ser treinador e jogador.

Plurisports: Cumprido o primeiro terço da temporada, como está a correr?
Luís Gomes: O primeiro terço da temporada está correr bem, como jogador começou bem apesar de agora estar lesionado. Já como treinador dos Sub13 do Gulpilhares, está correr bem, estamos dentro dos objetivos propostos e os meus miúdos andam contentes e felizes e isso é o mais importante.

PLR: Quais são os objetivos para esta temporada? Mantêm-se os mesmos que eram no início da mesma?
Luís Gomes: Como jogador dos seniores do ACD Gulpilhares, os objetivos passam por subirmos de divisão e apesar de não estarmos na posição que queríamos, temos tudo para conseguir esse objetivo e voltar a colocar o clube onde ele merece e tenho a certeza que vamos conseguir no final da temporada.
Como treinador, nós no ACD Gulpilhares temos 2 equipas de Sub13. Nos Sub13 B o objetivo passa por fazê-los evoluir e crescer como atletas e homens sem haver qualquer preocupação com o resultado e para que consigam continuar a jogar daqui para a frente, pois foram miúdos que começaram tarde a praticar a modalidade. Já nos Sub13 A passa por tentar colocá-los no Campeonato Nacional, objetivo que está em vias de ser confirmado e tendo em conta a nossa classificação, neste momento temos a ambição de tentar lutar por chegar a uma Final do Distrital e claro chegando lá, quereremos certamente tentar ganhar.

PLR: O que podemos esperar da sua equipa? Quais as maiores dificuldades com que se tem deparado?
Luís Gomes: Das duas equipas que oriento, podem esperar equipas competitivas, humildes, agressivas e que nunca desistem de lutar pelo resultado independentemente do adversário.
A maior dificuldade que tenho tido neste momento prende-se com o tempo de treino, estes miúdos treinam 2 horas e 45 minutos por semana, e é uma situação que é alheia ao clube, sendo um problema da câmara, mas para miúdos desta idade é muito pouco. Ainda assim tentamos compensar a falta de tempo de treino com jogos de treino, treinos de maior duração durante as férias e etc...

PLR: Qual a diferença entre o jogador e o treinador? Qual é mais difícil? Ser jogador ou treinador?
Luís Gomes: A diferença entre ser jogador e treinador é que um treinador vive o hóquei 24 horas por dia, pensamos em como vamos planear os treinos , o que vamos fazer nos jogos e nos treinos. Estamos sempre a pensar como vamos gerir os atletas psicologicamente e fisicamente. Eu estou constantemente a pensar como fazer a minha equipa evoluir, exercícios novos para fazer, marcar jogos de treino. É um trabalho de bastante desgaste enquanto um jogador não precisa de planear nada apenas precisa de estar presente e claro trabalhar no duro para que os objetivos coletivos se realizem mas sem dúvida que é mais difícil ser treinador.

PLR: Sente-se concretizado com o seu percurso enquanto treinador?
Luís Gomes: Até agora sinto-me concretizado como treinador, penso que fiz de tudo para fazer com que os atletas que até agora treinei evoluíssem e continuassem a gostar tanto desta modalidade quanto eu. Eu sou uma pessoas que não gosta de dar um passo maior que a perna e até agora o meu percurso tem sido bastante sustentando. Comecei com os benjamins da AD Sanjoanense, depois treinei juntamente com o Fábio Santos os Escolares da Académica de Espinho. Já na temporada anterior, estive treinar os Benjamins e Escolares do FC Porto, tendo agora abraçado este projeto dos Sub13 do Gulpilhares que me alegrou bastante.

PLR: Certamente tem algum sonho ou objetivo por concretizar. Quais os seus objetivos pessoais a curto e a médio prazo?
Luís Gomes: Claro que tenho objetivos por concretizar, como jogador a curto e médio prazo passa por ajudar a minha equipa a subir de divisão e pôr o Gulpilhares onde ele merece e tentar jogar numa 1.ª divisão. Como treinador passa por continuar a crescer, a aprender e melhorar os meus erros, mas claro que gostava de chegar a treinar uma equipa sénior na 1.ª divisão ou quem sabe vir um dia a ser Selecionador Nacional.

PLR: Quais os maiores obstáculos que encontra no Hóquei em Patins atualmente?
Luís Gomes: Os maiores obstáculos que encontro no hóquei em patins passam mesmo pelos órgãos que gerem o hóquei. Falo obviamente da Federação e das Associações que na minha opinião trabalham mal no desenvolvimento do hóquei, pelas muitas taxas que cobram aos clubes, pela falta de flexibilidade que tem mediante os mesmos. Estes órgãos tem de perceber que primeiro está a modalidade e os atletas que a praticam, os clubes não tem como desenvolver visto que parte do seu orçamento vai para esses organismos infelizmente. Outro obstáculo prende-se como o material que é muito caro e que inválida muita gente de praticar esta modalidade que todos nós gostamos.

PLR: Como treinador que mensagem passa a todos os praticantes da modalidade?
Luís Gomes: A mensagem que passo para os praticantes da modalidade é que para se ter sucesso no hóquei é preciso muita força de vontade, trabalho e humildade , nunca desistam de lutar pelos vossos objetivos e estejam sempre a tentar melhorar, pratiquem em casa se puderem, dêem tudo nos treinos e vão ver que isso fará toda a diferença. Viva o hóquei!!

Desde já agradecer a Plurisports por esta entrevista e dar os parabéns pelo trabalho que fazem em prol da modalidade.

Foto: Facebook Gulpilhares

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