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Depois da derrota na final da Taça de Portugal, Nuno Lopes não quis comentar a arbitragem de Joaquim Pinto e Miguel Guilherme. “Tivemos a infelicidade de perder da forma que todos viram. Não vou comentar aqui. Vou analisar mais tarde. Disputámos o jogo como tinha de ser mas toda a mudança deu-se ao intervalo. Vi algumas coisas que não devia ter visto. Houve excessos. Os jogadores também se conhecem e temos de ter um bocadinho de hombridade para andar dentro do campo e não fazer o que queremos”.
Na segunda parte, em desvantagem, o técnico confessa que faltou físico à equipa. “Há um desgaste enorme e isso ficou vincado quando a equipa precisou de dar a volta ao marcador. As baixas do Carlitos e do Losna também não ajudaram. Precisávamos de um golo para levantar a chama”, revela, acrescentando que o tempo exagerado de minutos em inferioridade numérica prejudicou imenso a sua equipa. “É de mais jogar com dois ou com três elementos de campo. Depois penáltis, livres directos, nunca vi as coisas assim. Acreditei sempre, principalmente quando tivemos o livre directo marcado pelo Ricardo. Mais uma vez tivemos uma entrega total e os jogadores estiveram inexcedíveis, lutaram bastante”.
Em jeito de balanço de época, o treinador foi perentório em considerar positiva a prestação ‘leonina’. “Claramente positiva. Demonstrámos mais uma vez que estamos a incomodar muita gente. Se ganhássemos a Taça de Portugal seria uma época esplêndida. Mesmo com a vitória de ontem com a Oliveirense solidificámos a posição que ganhámos com a conquista da Taça CERS”.
Por fim, Nuno Lopes comentou as diferenças entre os jogos frente à Oliveirense e Benfica durante a época e aqueles que foram realizados na final a quatro da Taça. “A partir de uma determinada altura da época a equipa ganhou uma entidade e o jogo da CERS com a Oliveirense na segunda mão ganhou essa identidade. Com o Benfica aquele 7-0 aconteceu uma vez na vida, como acontece por vezes em todo o lado ou modalidade. Admito que a margem pontual talvez se tenha justificado. Eles estão consolidados e nós ainda não, estamos a responder à aposta do nosso Presidente em fazer renascer a modalidade no Clube e ao fim de um ano penso que já temos o carinho dos nossos adeptos”, concluiu.