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O Candelária defronta este Sábado a equipa do SC Bison-Calenberg, actual segunda classificada da Bundesliga Alemã, em jogo a contar para a segunda mão da Taça CERS. Recordamos que na primeira mão realizada no passado dia 18 de Outubro a formação da Candelária venceu por 11-3. Mas para chegar a Springe, Cidade da Baixa Saxónia e perto de Hanoover, serão preciso cinco transbordos e cerca de 24 horas de viagem. Uma autêntica odisseia para a equipa picarota. Saída esta quinta feira do Pico, passagem pela Ilha da Terceira, depois viagem até Lisboa onde apanharão avião até Hanoover. Daí até Springe a viajem será de autocarro.
Aproveitamos para falar co o técnico da formação insular para nos dar uma antevisão daquilo sobre esta segunda mão da 1.ª eliminatória da Taça Cers e acabamos por alongar a conversa sobre outros temas, como o caso do jogo do passado sábado na Ilha do Pico frente À Sanjoanense.
Mas relativamente ao encontro agendado para Sábado Hugo Gaidão adiantou que vão “com o sentido de responsabilidade, até porque temos a informação que o SC Bison-Calenberg tem um rinque muito complicado, com medidas mínimas, sem tabelas laterais e um piso em borracha. Por isso vamos com alguma cautela para aquilo que vamos apanhar. Sabemos que temos uma diferença de oito golos, vamos gerir a eliminatória até porque temos o jogo com o J. Viana logo no inicio da semana, por isso vamos gerir essa diferença de golos de forma a gerir a equipa a pensar no jogo da próxima terça-feira. O Objectivo como deve calcular é vencer, mas já a pensar no jogos do campeonato que aí vem, e um ciclo terrível para nós a começar na deslocação a Vian do Castelo na próxima terça-feira e receber o Benfica no sábado seguinte”.
A preocupação de Hugo Gaidão é clara. Gerir da melhor forma as constantes viagens que a equipa é sujeita.
A semana que passou foi complicadíssima com três jogos, esta semana vamos ter mais um ciclo de 3 jogos, embora pese o facto de quando chegarmos da Alemanha ficarmos no continente para defrontar o Juventude de Viana na 3.ª feira e no dia seguinte é que embarcamos para o Pico, e terei pouco mais que um dia para preparar o jogo com o SL Benfica, agendado para Sábado dia 8 de Novembro.
É o preço da insularidade, não estamos numa ilha central, e é o preço de estarmos em todas as competições nesta altura”.


Ainda voltando ao jogo do passado sábado onde o Candelária venceu por 8-6 a Sanjoanense, mas que teve um final atípico, numa partida onde a formação que orienta esteve a vencer por 7-1 a pucos minutos do final da partida. O que aconteceu para que isso sucedesse?
"Nós quando preparamos este jogo tínhamos dois objectivos. O primeiro obviamente, era vencer esta partida e o segundo porque tínhamos tido uma semana complicada com viagens pelo meio, era garantir o mais cedo possível o triunfo, porque sabíamos que podíamos quebrar nos minutos finais e foi efectivamente isso que aconteceu, mais até por demérito nosso que mérito do adversário, o facto é que complicamos um pouco e as coisas foram “apertando”. Mas como disse fizemos uma excelente primeira parte, e uma equipa que está a vencer por 7-1 está naturalmente por cima do jogo".
As muitas criticas que os responsáveis a Sanjoanense fizeram à partida do Pico não tem razão de ser segundo o técnico Hugo Gaidão.
Não percebo o porquê das criticas da arbitragem deste encontro. Basta olhar para a estatística do jogo e ver que nós sofremos 6 golos e desses, 4 foram de bola parada e um é em superioridade numérica da Sanjoanense pelo que essas críticas fazem, naturalmente alguma confusão. Percebo de certa forma o grito de desespero do Vítor Pereira, e até porque tenho admiração pelo trabalho que tem realizado até agora, mas o facto é que a Sanjoanense tem zero pontos, não defrontou ainda nenhum dos candidatos ao título e nesta partida não foi pela arbitragem que a equipa da Sanjoanense perdeu”.
Assunto encerrado para Hugo Gaidão que agora tem outras batalhas pela frente a começar já este Sábado em terras de Ângela Merkel com passagem pelo Minho e a terminar no meio do Atlântico a receber as Águias de Pedro Nunes.