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ventosaterapia

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A final disputada no Pavilhão dos Desportos em Torres Novas entre Trissino e Valongo acabou por sorrir aos italianos que venceram nas grandes penalidades por 7-5 depois de no final do tempo regulamentar e prolongamento se registar um empate a 4 bolas.
Deixamos aqui o resumo dos melhores momentos deste encontro com imagens da World Skate Europe e edição do Som D´hóquei.

Resumo do Jogo

Foto- António Lopes

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No final da partida, Edo Bosch começou por felicitar o Trissino e agradecer aos adeptos do Valongo. Na opinião do treinador «foi um grande jogo em que estivemos cerca de dez minutos à frente do marcador, a controlar o jogo, frisando que a equipa sentiu «o jogo de ontem que foi muito puxado para nós».

«Notei isso na cara dos meus jogadores e é o momento em que quis levar o jogo às grandes penalidades, porque ontem fomos felizes e acreditei que hoje também podíamos ser. Não foi assim», explicou. «Há que dar os parabéns ao Trissino e os meus jogadores devem levantar rapidamente a cabeça porque saem deste pavilhão com ela mais alta do que quando entraram».

Francisco Silva também fez questão de dar os parabéns «ao Trissino e aos nossos adeptos que foram incansáveis». «Vendo de fora acho que poderia ter ido para qualquer lado. Tenho pena que não tenha ido para o nosso lado. Sei o que os meus colegas trabalharam e o que trabalham e tenho a certeza de que vão disputar muitas mais finais deste nível, porque são pessoas com muito carácter e profissionalismo».

Fonte- FPP

cabeleireiro essencial

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Terminado o dérbi de hóquei em patins que encerrou a segunda fase do Campeonato Nacional, Nuno Pinto, treinador das Leoas, analisou a partida em declarações aos meios de comunicação do Clube, enaltecendo a "boa primeira parte" realizada pela sua equipa. "Devíamos e merecíamos ter ido a ganhar 1-0 para o intervalo. Tenho de aceitar o critério, mas o penálti a um minuto do fim põe o SL Benfica em igualdade. Nós ainda falhámos um penálti e também temos de nos queixar disso. Não estivemos felizes nas bolas paradas, mas era de inteira justiça que tivéssemos ido a vencer para o descanso", introduziu, continuando a análise.

"Depois voltámos a entrar bem no jogo, fizemos o 2-1 e tivemos novamente um livre directo contra... Hoje as bolas paradas foram decisivas, o SL Benfica marcou três e nós nenhuma. Isso faz a diferença num jogo difícil como este, frente a este adversário, mas fizemos um jogo tremendo. Lutámos imenso, mas há sempre qualquer coisa. Perdemos uma jogadora importantíssima na primeira parte [Rute Lopes], decisiva no nosso processo defensivo, mas isto ainda não acabou", atirou o técnico, perspectivando a fase decisiva que se segue.

"O play-off vem aí e o objectivo é claro: chegar à decisão e aí o que faremos é dignificar esta camisola à procura de ganhar. É importante as nossas atletas acreditarem cada vez mais que é possível fazer História com a conquista de um troféu. As jogadoras fizeram tudo o que estava ao seu alcance, mas há um campo psicológico a ultrapassar. Temos de ser capazes de assumir que em nossa casa temos de ter um resultado feliz", sublinhou, antes de abordar, por fim, o facto de as Leoas terem sido a melhor defesa do Grupo 1:

"É um momento que nos preocupa e trabalhamos muito para isso. Hoje sofremos quatro, mas três de bola parada. [Esse registo] Está também muito assente na qualidade da nossa defesa e das nossas duas guarda-redes, a Cláudia Vicente e a Alice Vicente, que são enormes, trabalham imenso e estão sempre à altura".

De seguida, Inês Vieira também falou aos meios de comunicação do Clube, afirmando que a equipa está pronta para as decisões. "Estes jogos são aqueles que mais gostamos de jogar e são os que melhor nos preparam para o que aí vem no final do campeonato. Temos um trabalho consolidado, conseguimos colocar isso em pista e temos de continuar a acreditar. Assim, certamente conseguiremos bons resultados", disse, acrescentando: "Temos de ver onde não temos estado tão bem, corrigir os erros cometidos nesta fase e minimizá-los nos play-offs. Nestes jogos quem errar menos vai ganhar, porque a qualidade é muita e praticamente idêntica".

Fonte/Foto- Sporting CP

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De acordo com o Plano Anual das Selecções Nacionais, a Federação de Patinagem de Portugal publica a convocatória do Estágio de Preparação, da Selecção Nacional de Seniores Masculinos de Hóquei em Patins, o qual vai ter lugar em Sesimbra nos dias 04 e 05 de julho de 2022.

Atletas Convocados

Sporting Clube de Portugal (AP Lisboa)
Ângelo André Ferreira Girão
Henrique Fonseca de Serpa Pinto Magalhães
João Pedro Souto Silva

Sport Lisboa e Benfica (AP Lisboa)
Pedro Miguel Rodrigues Vicente Henriques
Diogo Miguel Rafael
Gonçalo André Carvalho Almeida Pinto

Club Pati Calafell
Alejandro Castro Edo

FC Barcelona
João Miguel Brazão Rodrigues
Hélder Pereira Nunes

Futebol Clube do Porto (AP Porto)
Telmo Alberto de Sousa Pinto
José Rafael Soares da Costa
Gonçalo Bonnet Alves

Óquei Clube de Barcelos (AP Minho)
Álvaro António Pereira Morais
Miguel Damião Rocha

União Desportiva Oliveirense (AP Aveiro)
Xavier Carvalho Jesus Cardoso

Seleccionador Nacional
Renato Garrido

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O Trissino entrava como favorito nesta segunda meia final e confirmou no decorrer do jogo a sua superioridade sobre o Sarzana, tendo vencido por 4-0, confirmando desta forma a sua presença na final da competição.
Deixamos aqui o resumo das imagens da responsabilidade da World Skate Europe e edição do Som D´hóquei.

Resumo do Jogo

Foto- António Lopes

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Eficácia nas bolas paradas decidiu dérbi de hóquei em patins (2-4)

A equipa principal feminina de hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal recebeu, este domingo, o SL Benfica e caiu por 2-4 na partida da 14.ª – e última - jornada do Grupo 1 da segunda fase do Campeonato Nacional.

Depois de inícios perfeitos das Leoas em ambas partes, a eficácia nas bolas paradas – águias apontaram os três primeiros golos dessa forma – acabaria por pesar no desfecho desfavorável às Leoas, que assim terminaram a segunda fase no segundo lugar e sofrendo um desaire depois de seis triunfos consecutivos. Agora, para a turma de Alvalade segue-se o play-off de apuramento de campeão – com eliminatórias disputadas à melhor de três jogos – onde tudo se decidirá no que respeita ao título nacional.

Para o último encontro da segunda fase, com os dois emblemas rivais separados por três pontos, o treinador Nuno Pinto lançou a guardiã Cláudia Vicente, Sofia Moncóvio, a capitã Ana Catarina Ferreira, Rita Lopes e Rute Lopes no cinco titular e o início não podia ter sido melhor. Quando ainda não estava cumprido o primeiro minuto, as irmãs Lopes protagonizaram uma transição rápida e Rute assistiu Rita, que só teve de encostar para conseguir uma vantagem madrugadora e um ânimo reforçado na procura do primeiro lugar.

Aguerrida e organizada defensivamente, a turma de Alvalade exibiu-se a bom nível, saindo rapidamente e com perigo em contra-ataque – Inês Vieira ficou perto do segundo - mas mostrando-se também capaz em organização ofensiva. Até ao primeiro desconto de tempo, pouco depois dos dez minutos, o SL Benfica tentou esboçar uma reacção e cresceu na partida, porém Cláudia Vicente mostrou-se muito segura entre os postes.

A seguir, o jogo entrou numa fase de parada e resposta com perigo para as duas balizas: Inês Vieira stickou forte e ligeiramente ao lado, enquanto a encarnada Marlene Sousa acertou no ferro. Já sem Rute Lopes em pista – uma bolada no rosto afastou-a do resto da partida – a fortaleza defensiva das Leoas de Nuno Pinto evidenciou-se – com um contributo assinalável de Cláudia Vicente - mostrando os predicados que fazem do Sporting CP a equipa menos batida a nível nacional (15 golos sofridos à entrada para esta jornada).

No entanto, a pouco mais de um minuto para o intervalo, o ritmo e a acção aumentaram, com a recta final a sorrir às águias. Do lado verde e branco, Ana Catarina Ferreira e Sofia Moncóvio não conseguiram ludibriar a guarda-redes Maria Vieira, enquanto o SL Benfica, por sua vez, aproveitou uma bola parada – convertida por Raquel Santos – para chegar ao 1-1. Ainda assim, o primeiro tempo não acabaria sem um penálti também para o Sporting CP, porém Maria Vieira levou a melhor também sobre Rita Lopes e fixou o empate no fim dos 25 minutos.

Apesar disso, o reatamento seria uma repetição dos minutos iniciais e com ele veio o ímpeto Leonino e também um golo repentino da formação verde e branca: depois de uma ameaça de Ana Catarina Ferreira, Inês Vieira apontou o 2-1. Este novo início de sonho, contudo, rapidamente se torceu.

Se a capitã das Leoas não foi capaz de converter um livre directo para dilatar a vantagem, do outro lado Raquel Santos e Catalina Flores foram mais eficazes e chegaram ao 2-3 com mais dois golos de bola parada. Os índices de eficácia nestas situações iam fazendo a diferença no marcador, castigando severamente a boa prestação do Sporting CP. Pouco depois, o SL Benfica fez o quarto por Marlene Sousa, deixando as contas cada vez mais complicadas para as Leoas de Nuno Pinto, que ainda assim nunca viraram a cara à luta.

A cerca de dez minutos do fim, Macarena Ramos, das águias, viu o cartão azul e Ana Catarina Ferreira voltou a ter um mano-a-mano com Maria Vieira, contudo a guarda-redes encarnada continuou intransponível nestes lances. Até ao final do dérbi, apesar das oportunidades criadas, sobretudo pelas Leoas, o marcador não voltou a mexer, tornando definitivo o 2-4.

Fonte/Foto- Sporting CP

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A AD Valongo perdeu hoje a final da Liga Europeia frente aos italianos do Trissino nos penáltis (3-1), depois das equipas terem terminado o tempo regulamentar empatadas a quatro golos.

Foi um pavilhão com um ambiente fantástico que acolheu um jogo emotivo, repleto de qualidade, onde não faltaram alternâncias, fatores surpresa e grande entrega de ambas as equipas.

A AD Valongo entrou «de rompante» na partida com um golo de Facu Bridge, assistido por Rafa Bessa, logo no primeiro minuto. Os italianos reagiram com o golo do empate aos 11 minutos e, três minutos depois, marcaram o segundo, passando para a frente do marcador. Antes do intervalo, Diogo Barata restabeleceu a igualdade e, aos 24 minutos, o Trissino comete a 10ª falta. Chamado a marcar, Facu Navarro não desperdiçou, levando o conjunto nortenho em vantagem para o intervalo.

Na segunda metade, o jogo manteve-se na incerteza de quem seria o vencedor. Aos 21 minutos o Trissino voltou a empatar de livre direto, mas três minutos depois, Rafael Bessa colocou a ADV novamente em vantagem (3-4). Os italianos responderam e chegaram novamente ao empate, obrigando a prolongamento.

Com o empate a persistir no tempo extra, foram os penáltis a decidir o vencedor da Liga Europeia, com o Trissino a vencer a final (3-1 nas grandes penalidades).

Meias-finais
MF2 AD Valongo 7 x 5 SC Tomar/IPT
MF1 Trissino 4 x 0 Sarzana

Final
Trissino 7 x 5 AD Valongo

Fonte-FPP

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Partida que abriu as meias finais da Liga Europeia de Clubes com o Valongo a fazer uma recuperação notável, depois de estar a perder por 1-4 a conseguir empatar a 4 bolas. Nas grandes penalidades a formação de Valongo a superiorizar-se e a garantir a presença na final da competição.

Deixamos aqui o resumo do jogo com imagens da Bola TV e edição do Som D´hoquei.

Resumo do Jogo

Foto- João Flores

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No final da partida, Nuno Lopes reconheceu que «não entrámos bem no jogo. O mais difícil foi virar o resultado e ainda por cima chegámos ao 1-4. Estar a dizer que foram as bolas paradas… Nós deixámos de atacar um pouco e não podemos deixar de atacar. Tínhamos de fazer o quatro, o cinco e o seis e guardar a nossa baliza».

O técnico do SC Tomar/IPT frisou que «podíamos atribuir isto à sorte e ao azar, mas não há aqui nada dessas coisas. Há uma equipa que estava a perder 1-4 e foi para cima de nós e tínhamos de aguentar, como aguentámos a maior parte do tempo. Não podíamos ter deixado de ir à baliza adversária». «Cumprimentar o Valongo porque, atrás do resultado, foi à procura do jogo», disse.

Pedro Martins esteve na conferência de imprensa no final da partida e deixou também a sua opinião sobre a partida.

Fizemos o mais difícil… fizemos a reviravolta no marcador e é partir daí que acho que devíamos ter tido outra abordagem ao jogo. A ganhar 4-1 nunca poderíamos ter permitido ao Valongo chegar ao empate num jogo destas decisões”.

Fonte- FPP * Foto- mediotejo.net

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Declarações de Alessandro Bertolucci e João Pinto, respetivamente, treinador e jogador do Trissino, que venceu este sábado o Sarzana (4-0) e garantiu a presença na final da Liga Europeia, que vai disputar no domingo com o Valongo

Alessandro Bertolucci: "A nossa sensação é de felicidade, de serenidade. Trabalhámos muito para chegar aqui. Tornámo-nos num clube histórico de uma cidade pequena, de 8 mil habitantes. Deixámos todos orgulhos por esta final. Amanhã [domingo, na final] queremos entrar com a mentalidade de hoje, cabeça livre, sem pressão. Agora vamos ver o jogo de hoje do Valongo para preparar a final".

"Há muito tempo que uma equipa italiana não joga uma final da Liga Europeia. Temos de aproveitar e estar tranquilos. Temos de nos divertir, porque a final de hóquei é um jogo que desde meninos todos querem jogar. Amanhã a pressão tem de ficar fora da cabeça dos jogadores. É a coisa mais linda do mundo jogar a Liga Europeia".

João Pinto: "Amanhã, na final, a cabeça comandará as pernas e os braços. Nós temos uma cabeça forte. [Com o Valongo] Vamos tentar ser nós a dar intensidade ao jogo. Vamos analisar a equipa do Valongo. Vamos estudar, ver e perceber o que o jogo quer: mais sal, mais pimenta... [risos]".

Fonte- Jornal “O Jogo” * Foto- António Lopes (Arquivo)

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O Trissino vai disputar a final da Liga Europeia com o Valongo, depois de ter vencido este sábado os também italianos do Sarzana, por 4-0, na segunda meia-final da final four, disputada em Torres Novas.

Num embate equipas italianas, comandadas pelos irmãos Alessandro e Mirco Bertolucci, levou a melhor o mais forte: com dois golos em cada metade, o Trissino resolveu a eliminatória com facilidade e garantiu um lugar na final, no domingo.

Favorito à partida, o Trissino quis confirmar os créditos, resolvendo rapidamente a eliminatória frente ao modesto Sarzana. Afinal, defrontavam-se em Torres Novas o primeiro e o décimo do campeonato italiano e no dia seguinte havia a final da Liga Europeia para disputar.

Se assim pensou a equipa de Alessandro Bertolucci, melhor o fez: dois golos na primeira parte sublinharam a diferença de nível considerável entre as duas equipas, com o Trissino a jogar o suficiente para ganhar vantagem e depois gerir até ao fim.

O internacional angolano João Pinto assumiu o comando das operações da equipa e o Trissino esteve sempre por cima no jogo. Marcou primeiro, sem surpresa, aos 12 minutos, quando Emanuel Garcia aproveitou uma falha de marcação.

Depois, perante a empenhada mas inconsistente tentativa de reação por parte do adversário, elevou aos 17 minutos, pelo mesmo João Pinto, na recarga a uma grande penalidade.


Esforçado, o Sarzana levou para a segunda parte a vontade de contrariar a desvantagem, na esperança de aproveitar algum relaxamento do Trissino.

Dessa forma conseguiu algum ascendente no recomeço, mas o voluntarismo em excesso foi pago com mais dois golos sofridos, ambos de Giulio Cocco: primeiro na insistência após um livre e depois diretamente, num castigo do mesmo tipo.

Com 10 minutos para jogar e sem história, o jogo confirmou a vitória do Trissino, que encontra o Valongo no domingo, às 15h, no Palácio dos Desportos de Torres Novas.

O Valongo superou o Sporting de Tomar nas meias-finais no desempate por grandes penalidades, por 3-1, após o empate 4-4 registado no final do prolongamento.

Fonte- Jornal “O Jogo”

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