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Estado de Emergência vai mexer, mais uma vez com o desporto.
As federações de Andebol, Basquetebol, Futebol, Patinagem e Voleibol reuniram-se esta segunda-feira com vista a debater as competições durante os dois fins-de-semana de novembro e dezembro para os quais o Governo determinou limitações à circulação, e decidiram realizar as suas principais competições, tanto em masculinos como em femininos.
No caso do futebol, além das duas divisões profissionais (Liga NOS e 2.ª Liga), vão realizar-se também os jogos da Taça de Portugal, Campeonato de Portugal, Campeonato Nacional feminino da 1.ª divisão, campeonatos nacionais masculino e feminino da 1.ª divisão de futsal e a Liga Revelação.
Nas restantes modalidades, apenas serão disputados os encontros das primeiras divisões, tanto em masculinos como femininos. Tal aplica-se ao período compreendido entre as 23h00 de 27 de novembro e as 05h00 de 2 de dezembro, e entre as 23h00 de 4 de dezembro e as 23h59 de 8 de dezembro.

Leia o comunicado na íntegra:

"Em reunião realizada hoje entre as cinco federações de desportos coletivos de pavilhão ficou decidido adequar as competições que organizam às restrições impostas pela renovação do Estado de Emergência.

Assim, considerando que:

i. Através do Decreto do Presidente da República n.º 59-A/2020, de 20 de novembro, foi renovada a declaração do Estado de Emergência, o qual foi, na mesma data, aprovado pela Assembleia da República através da Resolução da AR n.º 87-A/2020.

ii. O Governo decidiu, em consequência, através do Decreto n.º 9/2020 de 21 de novembro, as medidas concretas que regulamentam a aplicação do Estado de Emergência no período que se inicia às 00h00 do dia 24 de novembro e cessa às 23h 59 do dia 8 de dezembro de 2020.

iii. Entre tais medidas, foi decidido pelo Governo que os cidadãos não podem circular para fora do concelho do domicílio no período compreendido entre as 23:00 h do dia 27 de novembro de 2020 e as 05:00h do dia 2 de dezembro de 2020 e entre as 23:00h do dia 4 de dezembro de 2020 e as 23:59h do dia 8 de dezembro de 2020,
exceto para, entre outras, deslocações para desempenho de funções profissionais ou equiparadas.

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iv. Foi ainda determinado pelo Governo que as atividades de treino e competitivas dos atletas de seleções nacionais das modalidades olímpicas, da 1.ª divisão nacional ou de competição de nível competitivo correspondente de todas as modalidades dos escalões de seniores masculino e feminino, bem como dos campeonatos internacionais, e apenas essas, são equiparadas a atividades profissionais.

Nesse sentido, e no estrito cumprimento das medidas excecionais agora conhecidas, informamos que no período entre as 23:00 h do dia 27 de novembro de 2020 e as 05:00h do dia 2 de dezembro de 2020 e entre as 23:00h do dia 4 de dezembro de 2020 e as 23:59h do dia 8 de dezembro de 2020, as cinco federações realizarão os jogos enquadrados no ponto
iv.

Esta informação foi expressamente confirmada pelo Governo.

Lisboa e Porto, 23 de novembro de 2020

Federação de Andebol de Portugal
Federação Portuguesa de Basquetebol
Federação Portuguesa de Futebol
Federação de Patinagem de Portugal
Federação Portuguesa de Voleibol"

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Definitivamente os erros defensivos do HC Fão estão a ser os principais responsáveis pelas derrotas avolumadas que a turma fangueira tem sofrido no nacional da terceiras divisão, zona A, como demonstra o 8-2 final diante o Académico FC, com 5-0 ao intervalo.

Na receção ao Académico FC no passado domingo, a turma minhota deu espaços no seu ultimo reduto e como tem acontecido nos últimos jogos sofreu o primeiro golo nos primeiros doze segundos.



Até ao descanso cada remate do Académico FC feito à baliza minhota era golo, pelo que o 5-0 ao intervalo reflectia a superioridade visitante e as facilidades defensivas dos fangueiros.

Na segunda parte, ambas as equipas trocaram de guarda redes e neste aspeto o HC Fão esteve mais seguro, apesar de ter sofrido mais quatro golos.

Ao fim de quatro jogos realizados, o HC Fão já sofreu trinta golos, situação que deverá merecer uma atenção especial do treinador Paulo Carreira.

Em relação ao Académico FC ( - 2 jogos ) , foi o primeiro triunfo na prova, somando agora precisamente três pontos, enquanto que o HC Fão tem um ponto apenas.

Fizeram o resultados os golos de Ivo Ventura (2) para o HC Fão e José Rocha (2), Francisco Florim (2), António Mota (2), Pedro Vigário e João Carido.

Na próxima jornada, derbi minhoto com o HC Fão a deslocar-se à ED Viana e o Académico FC a receber o HC Santa Cruz.

Foto e fonte: Hóquei Minhoto

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No derbi minhoto no pavilhão do parque das Tílias, o Riba d'Ave perdeu com os vizinhos da Juventude de Viana por 3-1, com uma igualdade a um golo ao intervalo.

Em partida da 10ª jornada, A Juventude de Viana marcou primeiro por Gustavo Lima, mas ainda antes do descanso, Dinis Abreu empatou.

No segundo tempo, os vianenses carimbaram o triunfo já nos últimos minutos por Remi Herman aos 21' e Francisco Silva aos 24'.



Um resultado que coloca agora a Juventude de Viana mais tranquila na classificação, somando onze pontos ocupando o oitavo lugar.

Por sua vez o Riba d'Ave, manteve o ultimo lugar com apenas seis pontos.

Na próxima ronda o Riba d'Ave desloca-se ao reduto do Sporting CP e a Juventude de Viana recebe o SC Tomar.

Foto: Juventude de Viana ( facebook )

Fonte: Hóquei Minhoto 

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Paulo Almeida era um técnico resignado no final do confronto com o Sporting CP, assumindo a derrota (2-4), mas ao mesmo tempo otimista com o futuro.

"Foi uma grande partida de hóquei em patins feminino, um jogo vistoso, com grandes oportunidades. As mulheres também fazem o que os homens fazem. A sorte acabou por estar do lado do Sporting. Um dia tinha de acontecer isto e aconteceu num bom momento, mais vale agora que era para decidir quem ficava em primeiro na Zona Sul, pois já estávamos apuradas, tanto o Benfica como o Sporting. É evidente que vamos analisar para a semana o que esteve mal e o que esteve bem. Não estamos habituados a perder, vamos para casa tristes, mas a partir de segunda-feira temos de pensar no próximo jogo."

Fonte/Foto- SL Benfica

 

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No rescaldo do triunfo desta sexta-feira sobre o SL Benfica, o treinador da equipa feminina de hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal, Nuno Pinto, frisou que as suas jogadoras cumpriram aquilo a que se tinham proposto antes do apito inicial: dar o seu melhor.

Aconteceram duas coisas que tinha previsto que pudessem acontecer. A primeira era que seria um grande jogo de hóquei em patins, e foi efectivamente um grande espectáculo. Demonstra bem o valor destas atletas e aquilo que é o hóquei feminino, e penso que quem viu o jogo ficou bastante agradado. A segunda coisa que previ que poderia acontecer foi a nossa vitória e felizmente conseguimos esse objectivo”, começou por dizer, analisando depois o encontro.

Assistiu-se a uma primeira parte repartida, em que deixámos o SL Benfica pouco tranquilo quando empatámos já nos minutos finais. A partir daí dominamos e nos últimos cinco minutos poderíamos ter ido para a segunda metade a ganhar. Na segunda parte, conseguimos aproveitar as oportunidades. Normalmente não somos tão eficazes como devíamos, mas neste jogo fomos muito eficazes. Tínhamos o jogo preparado ao milímetro, sabíamos quais eram as debilidades do adversário e em que aspectos poderíamos retirar alguma vantagem”, referiu.

Por fim, o técnico verde e branco considerou o triunfo justo e apontou já ao próximo encontro, diante do CA Campo de Ourique, que poderá confirmar o Sporting CP como vencedor da série sul do Campeonato Nacional.

A vitória acaba por nos assentar bem, sabendo que nestes jogos é preciso ter uma pontinha de sorte. No final, tivemos de arregaçar as mangas e defender, mas estamos felizes pela vitória e já estamos a pensar no jogo da última jornada contra o CA Campo de Ourique porque sem essa vitória não ganhamos a zona sul e esse é o primeiro grande objectivo da época”, afirmou.

Fonte/Foto- Sporting CP

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Guillem Cabestany era, no final da partida que opôs o FC Porto ao SC Tomar, um técnico agastado, por aquilo que assistira, em particular nos segundos finais do encontro.
Um empate com sabor a derrota, foi aquilo que transpareceu nas palavras do técnico portista, em declarações ao Site oficial do Clube.

Depois de ver como estava o jogo a 5 minutos do fim, a análise é difícil de fazer. Fica a sensação de não termos conseguido o que merecíamos, a vitória. Não podíamos ter deixado que o jogo se desenrolasse como desenrolou, nesta pista, frente a este adversário. Estivemos melhor do que eles durante os 50 minutos, mas ser melhor e merecer ganhar também passa por marcar golos e não sofrer. Também temos tido muito azar esta época e ainda hoje sofremos o empate a quatro segundos do fim. Em breve teremos todos os jogadores do plantel disponíveis e temos de estar otimistas. Precisamos de todos para enfrentar o resto da época no máximo das nossas capacidades”, afirmou o treinador Guillem Cabestany no final da partida.

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Nuno Lopes era, naturalmente, um treinador feliz com o resultado obtido no final do jogo, onde a formação tomarense depois de estar a vencer por 2-0, esteve a perder até a poucos segundos do final por 3-4, conseguindo o empate mesmo ao soar do gong.
Um Ponto que premiou quem andou à frente, mas há grande mérito do FC Porto na forma como virou o resultado, mas o empate é um prémio pela audácia da equipa, onde tivemos a “estrelinha” para conseguirmos o empate”, começou por dizer.
Há mérito e muito do FC porto pela forma como nos encostou à nossa área, mas fomos felizes no fim”.
Ganhamos um ponto, mas isto é a prova do campeonato competitivo que temos, onde as equipas grandes perdem pontos frente àquelas que são mais pequenas, o que prova também que esta competitividade é o que este campeonato precisa”.
Se calhar falhamos em termos de ataque, onde queria que a equipa fosse melhor, falta-nos crescer ainda como equipa, mas olhando para o jogo, e perante aquilo que os jogadores deram em campo, não merece qualquer tipo de comentário, minimamente negativo da minha parte, entregaram-se e a cereja no topo do bolo foi o empate, numa fase onde a equipa arriscou tudo a jogar 5 contra 4”.

Fonte/Foto- Rádio “Cidade de Tomar”

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SC Tomar empatou a 4 bolas frente ao FC Porto num jogo onde o golo que ditou o empate surgiu nos segundos finais apontado por Filipe Almeida, que provocou um autentico balde de água fria à formação portista. Mas já lá vamos.
O Municipal “Cidade de Tomar” recebeu a partida que encerrava a 10.ª Jornada (considerando os jogos que ficaram por realizar fruto do Covid-19) com a equipa do SC Tomar a receber o FC Porto, que vinha de três vitórias convincentes.
Uma primeira parte dividida, e se nos primeiros minutos a equipa leonina até foi mais perigosa, seria o FC Porto, com o correr dos minutos a assumir o jogo e a obrigar a defesa ribatejana a trabalhos esforçados. Mas quase em contraciclo é o SC Tomar que chega ao golo, inaugurando o marcador por “Xanoca” num passe açucarado de “Nery”, faltavam então 2 minutos para o intervalo. Talvez um resultado injusto para o que acontecera dentro de rinque nos primeiros 25 minutos de jogo.
Seria novamente “Xanoca” a elevar para 2-0 numa jogada individual de grande primor técnico logo aos 4 minutos da etapa complementar, perante um FC Porto algo atónico com o que se passava em rinque.
Gonçalo Alves dois minutos depois reduz para 2-1 de GP dando confiança ao conjunto azul e branco que assumidamente quis mudar os rumo dos acontecimentos. Mais pressão sobre a defensiva leonina, que mostrava dificuldades em travar os ataques portistas com o empate a chegar pelo stick de Giulio Cocco aos 17 minutos.
Mas o SC Tomar nem permitiu que a formação de Cabestany festejasse porque “Rubinho” poucos segundos depois colocou novamente os leões a vencer, fazendo o 3-2.
Um FC Porto pressionante, às vezes asfixiante perante um SC Tomar que tinha dificuldades em sair da sua zona defensiva fruto da pressão que os dragões imprimiam ao jogador da bola.
Eis que o SC Toma dispõem, aos 21 minutos, de um LD (10.º falta do FCP) mas “Rubinho” não acerta na baliza de Malian e na resposta é “Rafa” que faz o 3-3 num pormenor técnico individual que surpreendeu Veludo.
O SC Tomar sentiu o “toque” e Gonçalo Alves, de LD (aquando da 10.ª falta do SCT) faz o 3-4, colocando os portistas, pela primeira vez na partida, em vantagem.
Faltavam então 2 minutos para o términus do jogo, e tudo indicava que os Dragões sairiam de Tomar com os três pontos no bornal.
Mas o hóquei tem esta magia, até ao último segundo tudo é possível.
Nuno Lopes sem nada a perder, ou melhor a poder, pelo menos ganhar alguma coisa, já com o minuto final a correr a passos largos tirou o seu guardião, Francisco Veludo, e apostou a “carne toda no assador” ficando com cinco jogadores de campo.
Naquilo que seria última jogada de ataque do SC Tomar, e quando faltavam apenas quatro segundos para terminar o jogo, a bola sobrou, miraculosamente, para Filipe Almeida que no “meio do nada”, e certamente surpreendido, com a “deixa”, teve o discernimento de ajeitar e posteriormente anichar a redondinha no fundo da baliza dos dragões.
Um balde de água fria nas hostes portistas, em contraste com a euforia do banco leonino.
Um empate que deixou um amargo de boca à formação do FC porto, mas que a equipa tomarense tudo fez para merecer. Seria injusto, de parte a parte a derrota, por aquilo que as equipas fizeram, acabando por se justificar esta divisão de pontos, num jogo onde a formação ribatejana, perante um FC Porto “mandão” e senhor em particular na segunda metade também fez pela vida e teve a estrelinha (porque ela embota caia do céu, também se trabalha para que isso aconteça).
Destaque neste encontro para “Xanoca” pela imprevisibilidade, Francisco Veludo, pela segurança que deu à sua equipa, assim como para Gonçalo Alves o mais inconformado, no meio de muitos inconformados do lado dos Dragões.
Após esta ronda o FC Porto soma agora 20 pontos, menos um que a Oliveirense, atual líder da prova com o SC Tomar a subir aos 6.º lugar com 17 pontos.
Na próxima jornada o FC porto recebe a AD Sanjoanense com a formação do SC Tomar a viajar até Viana do Castelo onde defrontará a Juventude de Viana.

Foto- SC Tomar

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Este domingo, o Sporting Clube de Tomar/IPT recebe o Futebol Clube do Porto a partir das 15h em jogo a contar para a 10ª jornada do Campeonato Nacional da I Divisão.
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No último jogo disputado entre as duas equipas a contar para o Nacional maior, em Fevereiro de 2019, o Tomar venceu por 4-3 e agora, disputadas nove jornadas, apenas três pontos separam as duas equipas na classificação. O FC Porto é 4º com 19 pontos e o Tomar/IPT é 7º, em igualdade pontual com o 6º (Valongo), com 16.

No lançamento da partida, o treinador Nuno Lopes revelou as suas expectativas.

“Temos as melhores expectativas. Jogamos sempre na expectativa de conseguir um bom resultado. Nada tem a ver com o calendário, nem com as exibições anteriores, mas é a maneira que temos de encarar os jogos. Acreditamos sempre que, no que depender de nós, faremos sempre um bom resultado. Nem sempre conseguimos, mas acreditamos sempre nisso.

“Respeitamos muito o FC Porto. Sabemos que o FC Porto é um candidato ao título, que está numa fase ascendente, com resultados muito positivos, mas isso, a nós, não nos diz muito. Não é por isso que não vamos encarar o jogo a pensar que podemos fazer uma boa exibição e que podemos surpreender. É este o pensamento.

Entre o valoroso plantel do adversário deste domingo não estará Daniel Oliveira (“Poka”), que jogou duas temporadas às ordens de Nuno Lopes no Sporting. O jogador foi expulso na passada quinta-feira e não poderá entrar nas contas de Guillem Cabestany.

Para nós, nem é bom, nem é mau. Tenho pena do Poka não jogar, porque tenho um carinho especial por ele. Mas penso que o FC Porto tem valores mais do que suficientes para temermos sempre um FC Porto forte. O FC Porto vale pelo seu colectivo e, nestas coisas do Hóquei em Patins, não jogando o Poka, há outros que vão jogar mais e, se estiverem bem, vão fazer sempre ‘mossa’. Mas não olhamos muito para o FC Porto, olhamos mais para nós, para dentro. É isso que nos interessa.”

Fonte/Foto- SC Tomar

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O Cambra somou a segunda derrota na prova ao perder em Lordelo do Ouro, no Pavilhão do Infante de Sagres por 5-2, perante um Infante de Sagres que termina a semana com sorriso de orelha a orelha, já que depois de ter vencido o Paredes na passada quarta feira, em jogo que se encontrava em atraso, somando aí o seu primeiro triunfo na prova.
O CIS ganhou-lhe o gosto e frente a uma das equipas que se perfila para lutar por uma das vagas de acesso à 1.º divisão, votou a superiorizar-se e a mostrar que também poderão contar com ela para ocupar os lugares cimeiros da classificação.
Mais eficaz no primeiro período da primeira parte do jogo a formação do Porto chegou ao 2-0 com golos de Bernardo Marques e André Freitas tendo já perto do intervalo visto o Cambra reduzir por intermédio de Miguel Oliveira na marcação de uma GP.
Já na etapa complementar Tiago Garcia aos 5 minutos, de GP não consegue converter mas no minuto seguinte Bernardo Marques de LD, faz o 3-1. O Cambra volta a reduzir poucos minutos depois por Miguel Costa à passagem do minuto 9, fazendo o 3-2 deixando no ar a incerteza no resultado.
Já nos últimos minutos da partida é que volta a gritar-se golo, quando Tomás Baldaque faz o 4-2, corria o minuto 22. O HA Cambra não desarmou mas a eficácia era pouca. Tiago Oliveira desperdiça no minuto seguinte um LD e acaba mesmo por ser o CIS a aumentar para 5-2 aos 24 minutos selando aí o destino do encontro.
Um triunfo do Infante de Sagres que premeia a tenacidade e eficácia da formação de Tiago Pacheco, perante um Cambra que não encontrou antídoto para travar a formação da casa, atrasando-se assim na luta pela liderança com o SC Marinhense.
Na próxima ronda o C Infante de Sagres tem obstáculo complicado já que viaja até à Embra onde enfrentará o atual líder, o SC Marinhense, enquanto o HA Cambra recebe no seu reduto o estreante, nestas andanças da 2.ª divisão, USC Paredes.

Foto- Facebook C Infante Sagres (arquivo)

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O SC Marinhense deslocou-se a Paços de Ferreira onde defrontou no Pavilhão Municipal daquela localidade a Juventude Pacense com o triunfo a sorrir aos vidreiros por 6-2, somando, após esta ronda 8, sete vitórias, em outros tantos desafios realizados.
Perante um dos últimos classificados da prova e ainda sem qualquer vitória obtida a equipa do Marinhense não foi em “cantigas” e cedo procurou o golo, perante um Pacense sem medos e a tentar surpreender a formação visitante.
Gonçalo Domingues abriu as hostilidades logo aos 5 minutos fazendo o 0-1 numa fase onde a equipa do Marinhense explorava de forma eficiente os seus ataques. Foi sem surpresas que o Marinhense aos 10 minutos vencesse já por 0-3 com Pablo Gonzalez e Gonçalo Domingues a serem os autores dos golos.
A Juventude Pacense após estar a perder por 0-3 acabou por ser mais perigosa e esse compromisso rendeu um golo, apontado por Zé Braga aos 17 minutos e criou expectativas à formação de Paulo Morais.
Veio o segundo tempo e embora o Marinhense fosse mais perigosa nas manobras ofensivas a Juventude Pacense manteve-se sempre dentro de jogo até ao 1-4 apontado por Luís Silva aos 10 minutos.
Este golo sofrido pelo Pacense tirou discernimento à formação da casa que a partir daí nunca mias encontrou o rumo certo para poder incomodar a equipa de Nuno Dominguez. Já depois do Marinhense ter desperdiçado um LD após a 20.ª falta da JP, Luís Silva aumentou para 1-5 de GP à passagem do minuto 18, e dois minutos depois foi a vez de Juan Fontan aumentar para 1-6. João Marques já à entrada do ultimo minuto reduziu para 2-6.
Um triunfo sem mácula da formação da Marinha Grande que mantem a liderança na prova, agora ainda mais destacada, fruto da derrota do Cambra e Carvalhos, as formações que seguiam atrás da equipa vidreira.
Na próxima jornada o Marinhense recebe na Embra o C Infante Sagres com a Juventude Pacense a deslocar-se até Valença.

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