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A reformulação das provas de clubes da World Skate Europe (WSE) trouxe um novo nome para a Liga Europeia, que passa a Liga dos Campeões, e um novo formato competitivo, com duas fases eliminatórias prévias à fase de grupos e uma final a oito

O presidente do Comité Técnico da federação europeia de hóquei em patins (World Skate Europe), Orlando Panza, considerou hoje o novo modelo das competições "mais inclusivo" e "capaz de voltar a unir a Europa" da modalidade.

A reformulação das provas de clubes da World Skate Europe (WSE) trouxe um novo nome para a Liga Europeia, que passa a Liga dos Campeões, e um novo formato competitivo, com duas fases eliminatórias prévias à fase de grupos e uma final a oito.

"O objetivo é ter uma competição mais inclusiva e que possa levar jogos de alta qualidade a sítios que normalmente não têm essa qualidade e uma seleção maior nas fases finais", disse Orlando Panza, em declarações à agência Lusa.

Orlando Panza adiantou que a reformulação "está a ter um "feedback" globalmente positivo e transversal aos diversos países", o que o leva a pensar no regresso dos principais emblemas, ausentes na última edição da Liga Europeia.

"Ainda não tenho as inscrições [que decorrem até 15 de julho], mas, pelo que tenho falado com as várias federações, julgo que sim", acrescentou o responsável do Comité Técnico da WSE e também presidente do Conselho de Arbitragem da Federação de Patinagem de Portugal.

A Liga Europeia de 2021/22, conquistada pelo Trissino, na final disputada com a AD Valongo (4-4, 3-1 gp), registou a ausência de Sporting, FC Porto, Oliveirense, Benfica e Óquei de Barcelos (Portugal), Noia, FC Barcelona, Liceo da Corunha, Réus e Caldes (Espanha), SCRA Saint-Omer (França) e Forte dei Marmi (Itália).

A Liga dos Campeões passa agora a ser aberta a 34 clubes e a fase regular será disputada por 16 equipas, oito provenientes das fases de qualificação e oito apuradas diretamente, sendo três portuguesas, distribuídas por quatro grupos.

A Taça WSE mantém a mesma designação, mas sofre pequenas alterações no seu figurino competitivo, uma vez que irá integrar equipas eliminadas da Liga dos Campeões, um pouco à imagem do que se passa nas competições europeias da UEFA.

No setor feminino, a Taça da Liga adota também a denominação de Liga dos Campeões, a disputar por 16 emblemas, e a principal alteração é o estabelecimento de participação por quotas de países, cinco para Espanha, três para Portugal e duas para cada uma das federações de Itália, França, Suíça e Alemanha.

Esta alteração, de acordo com Orlando Panza, visa tentar aproximar o setor feminino, que está um passo atrás, ao masculino, para no futuro ter duas competições equiparadas.

Orlando Panza salientou que a reformulação do formato competitivo das provas da WSE "foi pensado para ser um modelo integrador e capaz de voltar a unir a Europa do hóquei em patins".

"Acho que se conseguiu, havendo muitas diferenças entre os diversos países, um modelo equilibrado, que vai conseguir privilegiar esse propósito", concluiu o presidente do Comité Técnico da WSE.

Fonte- Jornal “O Jogo” * Foto- Tony Dias/Global Imagens/ Jornal “O Jogo”

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