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As equipas de hóquei em patins de Benfica e Oliveirense enfrentaram-se esta tarde (19h00) no Pavilhão Fidelidade, relativamente ao jogo 3 dos quartos de final do Campeonato Nacional.
O jogo não podia ter começado melhor para os comandados de Alejandro Domínguez. Mais céleres e verticais, as águias chegaram ao golo inaugural por intermédio de Valter Nerves. O capitão das águias avançou pelo flanco direito, puxou para dentro e stickou rasteiro com o esférico a entrar junto ao poste direito (1-0 aos 4').

A Oliveirense não baixou os braços e, após um contra-ataque muito bem executado, chegou ao tento da igualdade. Franco Ferruccio ganhou vários metros com a bola controlada, entregou em Jordi Bargalló e o atleta de 41 anos não perdoou. Um remate à meia volta que saiu com uma velocidade superior à dos reflexos de Pedro Henriques (1-1 aos 11'). Em superioridade numérica, após o cartão azul admoestado a Danilo Rampulla, os nortenhos aproveitaram para passar à frente no marcador. Jogada composta por vários passes e um remate final protagonizado por Vítor Hugo (1-2 aos 16').

O Benfica respondeu, partiu para cima e teve direito a uma grande penalidade aos 19'. Diogo Rafael, tal como tem vindo a ser hábito, foi o jogador escolhido para converter e não falhou. Remate rasteiro, potente e a contar (2-2 aos 19'). Marc Torra, em cima do sinal sonoro que leva as equipas para os balneários, efetuou uma falta, viu o cartão azul e Ordoñez beneficiou de um livre direto. Sem tempo no cronómetro para poder realizar uma das suas habituais jogadas, o camisola 9 teve de rematar direto. Nélson Felipe evitou o golo. Ao intervalo: 2-2.

No recomeço da partida o Benfica não conseguiu capitalizar enquanto jogou com mais uma unidade no rinque. Os dois minutos de exclusão terminaram, a Oliveirense reagrupou-se, mas foi mesmo o Clube da Luz que se colocou em vantagem. Edu Lamas esperou uma oportunidade para usar a sua meia-distância e quando a teve, não desperdiçou. Uma stickada fulminante para o 3-2, aos 32'.

Edu Lamas, após cometer falta, viu o cartão azul e o Glorioso ficou a jogar em underplay. A Oliveirense beneficiou de um livre direto, mas Pedro Henriques foi imperial e negou as intenções. Uma excelente defesa com a mão esquerda a segurar a vantagem. Danilo Rampulla, endiabrado na segunda parte, "deu um nó" na defensiva contrária e conquistou uma grande penalidade. Diogo Rafael foi chamado a converter, porém, Nélson Filipe segurou o remate. A tentativa de afastar o esférico ficou curta e o número 4 aproveitou para bisar. Driblou, esperou o momento da queda do guardião e atirou a contar (4-2 aos 35').

Os nortenhos arriscavam mais, o Benfica aproveitava para sair em contra-ataque e beneficiar com a situação. Aos 38, Sergi Aragonès sofreu falta na área, o árbitro apontou para a marca de grande penalidade, todavia Edu Lamas não conseguiu faturar. Aos 39' foi a vez de Pedro Henriques ver o cartão azul. Uma falta sobre Ferruccio, Marco Barros gigante na baliza e o Benfica novamente em underplay...

Este era definitivamente o jogo das exclusões! A Oliveirense fez nova falta, ficou a jogar com menos uma unidade, mas a situação demorou poucos segundos, isto porque Carlos Nicolía decidiu colocar magia no encontro e, através de um livre direto, apontou o 5-2, aos 41'. Lucas Martínez reduziu aos 46'. Jogada rápida, vantagem no frente a frente com Pedro Henriques e estava feito o 5-3.

A resposta foi pronta e o capitão das águias apareceu para avolumar o resultado. Valter Neves não desistiu, colocou o esférico por baixo do guardião e bisou na partida (6-3 aos 47'), contudo, o resultado ainda não estava fechado. Nicolía, aos 48', voltou a dar o ar da sua graça e, na sequência de um livre direto, fez o sétimo golo dos encarnados no encontro. Resultado final: 7-3.

Nas meias-finais, que são disputadas à melhor de cinco, as águias vão medir forças com o FC Porto. O primeiro jogo será fora de portas e é já neste sábado, 8 de maio.

Fonte/Foto- SL Benfica

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