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Eduardo Marques, “Ginja” como é conhecido na tribo hoquista, abraçou o projeto do CRIAR-T, Clube do Seixal e que na próxima época se estreia nos campeonatos nacionais seniores.
Um Clube recente, que apostou na formação, tentando ocupar o espaço que o Seixal FC deixou na modalidade, e tentar reativar o “bichinho” do Hóquei, na “margem sul”.
O trabalho tem sido árduo, mas o sonho de querer chegar mais além está vivo, e a criação de uma nova equipa é o reflexo disso.
E é aí que entra “Ginja” que vai abraçar o cargo de treinador da equipa.
Depois de ter trabalhado em praticamente todos os escalões de formação do GD Sesimbra, que culminou com a orientação da equipa sénior, levando-a à 2.ª divisão, Eduardo Marques, sairia no defeso da temporada 2019/2020, e agora tem este novo projecto pela frente.
Fomos falar com Eduardo Marques para saber um pouco mais daquilo que tem pela frente e perceber o projeto do Clube.

- Eduardo, uma nova aventura, num projeto novo, de um Clube também ele, a fazer a sua estreia no escalão sénior. Queres falar um pouco do CRIAR-T?

A CRIAR-T é um clube que no hóquei patins é relativamente recente.
Tem trabalhado apenas com a formação e esta é a época de estreia no escalão Sénior.
O que caracteriza melhor este clube, julgo ser a resiliência e o saber ultrapassar dificuldades.
Têm trabalhado em condições difíceis (um campo de uma escola sem tabelas, ou uma tenda improvisada) mas nunca se deixaram abater e hoje com a construção de um pavilhão de raiz vai poder dar um passo em frente com a Equipa Sénior.

- Quais são os objetivos que te propuseram para esta equipa?

O nosso objectivo é criar uma equipa que deixe uma boa imagem do Seixal Cidade e do clube CRIAR-T.
Uma equipa competitiva, que seja capaz de disputar os jogos com qualquer adversário do nosso campeonato.
Em termos classificativos, porque é aí que a pergunta quer chegar, gostávamos de chegar ao último terço do campeonato junto das equipas mais fortes.
Apesar de ainda não sabermos quem são todos os adversários devido à situação das liguilhas sabemos que vai ser uma tarefa difícil, no entanto confio no nosso trabalho e nas nossas escolhas.
Vamos respeitar todos os adversários, mas também queremos ser uma equipa respeitada.

- Foi difícil, ou estar a ser, conseguir arranjar atletas para formar uma equipa que possa apresentar argumentos no nacional da 3.ª divisão?

Foi um trabalho.... Enorme!!!
Se já é difícil contratar 3 ou 4 jogadores, imagine contratar uma equipa completa em pouco mais de 2 meses.
Juntamente com o Presidente Fernando Marques, fizemos contactos, ouvimos jogadores, treinadores e dirigentes para ter conhecimento do perfil dos jogadores, não só no plano desportivo como no plano social.
Quem anda no desporto, sabe a dificuldade que existe em encontrar jovens que tenham um compromisso sério com as equipas, ainda para mais nas divisões mais baixas.
É importante escolher bem quem vai trabalhar connosco. Temos o plantel já definido, embora não esteja fechado.
Estou satisfeito com as nossas escolhas.

-Fala-se nos “mentideros”, que SL Benfica e Sporting CP irão regressar com equipas “B” na próxima época. A confirmar-se, deverá ser um campeonato mais exigente, mas ao mesmo tempo de melhor qualidade. Estás de acordo?

Pelo que se ouve, essa será uma realidade. Tudo o que seja para dar mais competitividade ao hóquei é bem vindo.
Sou defensor das equipas B, desde que sirvam o objectivo principal da sua criação que na minha opinião é o de dar "rodagem" e experiência aos jogadores mais jovens para permitir seu melhor e mais rápido desenvolvimento.

- És uma pessoa conhecida no Mundo do Hóquei, com um trajeto de muitos anos a jogar a um nível diferente, mas sempre conotado com o GD Sesimbra. Como é sair do “ninho”, e abraçar um projeto noutro Clube?

A questão de "Sair do ninho" para mim não se põe. Foram muitos anos ligado ao hóquei, alguns anos na primeira divisão e muitos na Segunda.
Passei por GD Sesimbra, Sporting CP, SL Benfica, Barcelinhos e AE Física de Torres Vedras em escalões diferentes...mas... A minha ligação ao Sesimbra é um facto e um orgulho.
Guardo principalmente o carinho e a empatia com os adeptos, sempre foi uma ligação forte.
A vida é feita de etapas, e neste momento estou no CRIAR-T de corpo inteiro, pois é a camisola que eu agora visto. Acho que o mais importante é respeitarmos quem acredita no nosso trabalho e dar tudo pelo Clube que representamos.

- Como te defines como treinador e o que esperas transmitir aos teus pupilos?

Quem me pode definir melhor como treinador são os meus jogadores!!
O que pretendo é trabalhar de forma honesta, transmitir-lhes a minha maneira de ver e sentir o jogo, treinar bem e criar uma identidade na equipa.

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