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Numa entrevista concedida ao Diário “Record”, o guardião internacional português abordou os assuntos da atualidade e onde o foco está nesta paragem forçada das competições oficiais.
Pai pela primeira vez no mês de março, Pedro Henriques, guarda-redes da equipa de hóquei em patins do SL Benfica, vive tempos de emoções mistas.
As saudades de calçar os patins já apertam e ambiciona sagrar-se campeão pelo Clube nesta temporada dentro de pista.

A realizar uma época de bom nível, a equipa de hóquei em patins encontrava-se na liderança isolada do Campeonato Nacional aquando da paragem provocada pela Covid-19.
"As equipas terão de fazer uma pequena pré-época para haver condições para voltarem a competir. Estávamos a fazer uma grande temporada, com um ritmo de trabalho altíssimo. Não sei como vai ser o regresso ao nível de condição física, mas a vontade é igual", explicou o guardião em entrevista ao "Record", elencando os motivos para os bons resultados até ao momento: "Desde agosto que os volumes de treino foram enormes com treinos bidiários. Não é obra do acaso. Foi tudo uma questão de trabalho, mérito e qualidade do plantel e equipa técnica. Mas, mais importante do que estarmos em primeiro, agora, é salvar vidas."

O número 1 das águias confessou o desejo de voltar a competir e vencer o título nacional em rinque.
"Deveria ter-se em conta aquilo que são os desportos maiores, como o futebol. Do que eu tenho mais vontade é de regressar, que a época termine e que o Benfica seja campeão. Quero ser campeão a competir. Mas em primeiro lugar tem de haver condições", frisou.

Há mais de um mês sem calçar os patins – o último treino foi no dia 11 de março – Pedro Henriques tem mantido a forma em casa, porém, com algumas condicionantes naturais da posição de guarda-redes.
"O treino tem de ser adaptado e improvisado às condições que cada um tem em casa. Eu moro num apartamento e não tenho muito espaço. É impossível equipar-me, não há condições para isso, mas treino todos os dias. Faço trabalho de flexibilidade, aeróbica e de força e improvisamos uns pesos com garrafões de água. É possível treinar em casa", referiu.

O internacional português vive um momento agridoce devido ao nascimento da filha e aos cuidados a ter resultantes da situação pandémica que atravessamos.
"Encontro-me bem e animado porque agora temos cá em casa uma menina de dias. Nasceu a meio do mês de março e ocupa-nos o dia. Temos de filtrar as saídas de casa só para as coisas essenciais como as idas às farmácias e supermercados. Ser pai é já uma experiência por si stressante também devido à inexperiência. Foi a primeira filha. E também o facto de não termos uma ajuda extra, como dos avós, tios ou amigos. Há familiares que ainda não viram a menina. Nós estamos um pouco isolados e causa algum stress, mas as coisas estão a correr bem", relatou.

Além do hóquei em patins, Pedro Henriques tem no fado outra das suas paixões e deixa um apelo.
"O meu pai já toca há muitos anos e através dele ganhei o gosto pelo fado. Eu toco guitarra portuguesa, mas desde que foi acionado este plano de contingência que não toco eu nem toca ninguém. O sector da cultura tem sido um dos mais afetados. Tenho muitos amigos atores, músicos que com esta crise passaram a faturar zero. É um sector que ficou parado e nunca foi tão necessário como é hoje. Em casa vemos filmes, lemos livros e ouvimos música. Não menosprezem o sector da cultura", pediu.

Fonte- SL Benfica / Foto-SL Benfica

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