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pluri unhas J

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O SC Tomar saiu derrotado da deslocação à Ilha do Pico onde defrontou a equipa do Candelária com o triunfo a sorrir aos picarotos por expressivos 8-3, num jogo onde Pedro Afonso, jogador/treinador da formação picarota fez “hat trick” na partida.
Sem dúvidas que a equipa açoriana é para já a “besta negra” dos ribatejanos, uma vez que a única derrota que os tomarenses tinham era precisamente frente aos insulares que venceram em Tomar por 4-2, na primeira volta.
Inicio de partida bem movimentado com o Candelária a inaugurar o marcador aos 4 minutos. O SC Tomar respondeu logo a seguir com Ruben Sousa a empatar após a marcação de um LD. Pedro Afonso aos sete minutos e também de LD colocou a sua equipa a vencer, por 2-1.
Até ao intervalo, o jogo foi movimentado, “quentinho” e só não sofreu alterações porque tanto Igor Alves como “Carlitos” defenderam um LD e uma GP, respectivamente.
Uma segunda parte que prometia e foi como se calculava. Oportunidades para os dois conjuntos e seria Pedro Afonso logo aos 3 minutos a fazer o 3-1.
Jogo de parada e resposta, e pouco depois o SC Tomar reduz por Ivo Silva, que tem como resposta o 4-2 apontado por Alan Fernandes. Ivo Silva poucos segundos depois volta a agitar as redes de Igor Alves ao fazer o 4-3, estavam então decorridos apenas 8 minutos da etapa complementar.
Até final no entanto, só haveria golos para os picarotos, apontados por Edgar Pereira, João Ramalho e Alan Fernandes, frente a um SC Tomar a conseguir criar oportunidades, duas delas de bolas paradas, mas a ter pela frente um Igor Alves inspirado e que foi o garante do triunfo da formação do Candelária.
Um SC Tomar com falta de “nervo” no que toca a saber gerir emoções, e que caiu que nem um “patinho” nas circunstâncias do jogo, acabando traído pela ansiedade não conseguindo perceber desde início que tinha pela frente uma equipa “madura”, com qualidade, e que soube tirar partido dos erros constantes, assim como falta de concentração, não só individuais como coletivos da equipa ribatejana.
Um triunfo “sem espinhas” da equipa do Candelária que teve pela frente um SC Tomar que chegou à ilha deixando a ideia de ser uma “Pescada”- antes de o ser já era.
Quanto à arbitragem, apenas isto- habilidosa- Um jogo marcado por uma arbitragem sem qualidade, que deixou jogar quem achava que o deveria fazer, permitiu, ou melhor, foi permissiva, ao limite, em situações que deveriam ter uma atuação diferente, mas disso a equipa do Candelária não é tida nem achada. Esta soube, sim, aproveitar as circunstâncias e jogar com elas de forma a garantir os três pontos em disputa.
Nem valerá a pena falar mais de uma dupla que apenas envergonha quem gosta da modalidade. Só quem os nomeia e permite “cegos e surdos” desta ordem, andar a arbitrar poderá responder. Se souber e quiser, o que certamente não deverá acontecer, porque alguns que por ali pululam deverão ser da mesma espécie.

1Domingo