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Autêntico “abalo” sísmico, foi o que sentiram os tomarenses no passado sábado no confronto com o Candelária.
O SC Tomar sofreu a primeira derrota na temporada ao perder no Municipal de Tomar por 4-2 frente ao Candelária SC, num jogo onde a experiência e sagacidade da formação da Ilha do Pico, somado à ineficácia nas bolas paradas por parte dos tomarenses assim como a falta de discernimento em momentos chave, da equipa de Nuno Lopes, acabou por ditar este triunfo açoriano em terras ribatejanas.
Só com vitórias nas partidas realizadas, o SC Tomar entrava para este encontro com cinco pontos de vantagem para os picarotos. E os primeiros minutos do jogo, aparentemente, davam razão aos números classificativos.
O SC Tomar entrou forte, empurrou o seu adversário para o seu meio rinque e aos 3 minutos beneficiou de um LD. Hernani Dinis chamado a converter permitiu a defesa de Igor Alves mas no minuto seguinte e a jogar em Power Play acabaria mesmo por fazer o 1-0 por Ivo Silva.
Sem levantar o pé do acelerador a equipa verde e branca mostrava argumentos para poder dilatar o marcador que veio mesmo a acontecer aos 8 minutos por Ivo Silva.
O Candelária penava para segurar as pontas na sua defesa e ia valendo a grande exibição de Igor Alves, aliás o melhor jogador em rinque neste encontro, para não sofrer mais golos. Rúben Sousa aos 10 minutos dispõem de um LD mas desperdiça e com o passar dos minutos a formação açoriana foi acertando o passo, embora com um Tomar sempre mais perigoso.
O Candelária aos 15 minutos reduz por Pedro Afonso na marcação de um LD após um Azul mostrado a João Sardo e até ao intervalo é novamente o SC Tomar a ter mais uma soberana oportunidade para marcar, mas o “karma” das bolas paradas, fez-se sentir, com Paulo Passos a não conseguir enganar o guardião picaroto, corria então o minuto 21.
Um inicio de etapa complementar por parte dos leões atípico, com a equipa a mostrar muitas lacunas em termos coletivos foi bem aproveitado pela formação de Pedro Afonso que aos 4 minutos empata a contenda por Alan Fernandes, a aproveitar muito bem a passividade defensiva dos tomarenses.
A equipa tomarense sentiu o toque, e se já não mostrava a mesma atitude que mostrar na primeira parte, aos sete minutos viu o Candelária desperdiçar um LD por Edgar Pereira que no minuto seguinte viu Azul. João Sardo chamado a converter o LD e que poderia colocar a equipa da casa novamente na frente do marcador, desperdiçou a oportunidade e é o Candelária que chega ao 2-3, confirmando a reviravolta no marcador, aos 10 minutos por Pedro Afonso, de LD após a 10.ª falta nabantina.
Até final muito suor dos ribatejanos mas com pouca ou nenhuma objetividade, usando e abusando da meia distância perante um Candelária que agradecia, a defender bem, a dar a iniciativa ao conjunto da casa, e a procurar as transições rápidas para chegar à baliza tomarense.
Pedro Afonso aos 18 minutos dispõem de um LD após um Azul mostrado ao capitão tomarense, Ivo Silva, mas não converte e volta a ser o SC Tomar, quando o Candelária faz a 10.ª falta que pode chegar ao empate, mas Hernâni Diniz, a não conseguir enganar Igor Alves, isto quando faltavam 6 minutos para o términus do jogo.
E o consumar de uma derrota anunciada, na segunda parte, acontece já no decorrer do ultimo minuto do encontro, quando Nuno Lopes, aposta o tudo por tudo e retira o seu guardião, vê João Ramalho fazer o 2-4, numa seticada de “costa a costa”.
Um triunfo saboroso para o Candelária que relança assim o seu objectivo de chegar ao 1.º lugar e fica agora a apenas dois pontos do líder, SC Tomar.
Se, e olhando para o que aconteceu nos cinquenta minutos do jogo, a derrota do SC Tomar pareça penalizadora, o certo também é que estes só se podem queixar de si próprios, já que tiveram o “pássaro na mão” mas deixaram-no fugir, muito por culpa da ineficácia nas bolas paradas, e depois na falta de objetividade no ultimo terço do rinque, mostrando uma ansiedade que a equipa picarota souber ver e aproveitar da melhor maneira e acaba por merecer de forma justa estes três pontos num jogo onde a grande virtude esteve na capacidade de saber defender e anular os momentos mais fortes da formação tomarense.

Foto- João Flores

Segunda Feira