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Jorge Silva, internacional português que está em Barcelona a disputar o Mundial, falou da ausência na final e deixou ainda um aviso à Argentina.

Jorge Silva, avançado da Seleção Nacional que joga este domingo a final do Mundial, vai ver o jogo na bancada por acumulação de cartões azuis (três). O jogador, que ao serviço da Oliveirense (vice-campeã) fez uma grande época (30 golos no campeonato), esteve também em destaque no Mundial, mas a nova regra da World Skate colocou-o fora do jogo do título. No final da semifinal com Espanha, o jogador chorou e explicou todas as emoções sentidas. Portugal defronta este domingo a Argentina na final do Mundial e será com nove jogadores que ataca o título que foge desde 2003.

Afastado da final por acumulação de cartões azuis
"Não estou preocupado. Saio triste por não poder dar o meu contributo no final, mas tenho consciência do que fiz e da forma injusta como vi os cartões azuis. Tenho pena que quem manda na modalidade deixe um jogador fora de uma final desta forma injusta. Mas quando vi o último cartão fiquei logo mentalizado e limpei a cabeça. O meu objetivo era ganhar e, neste momento, é estar dentro do grupo e tenho plena confiança que os meus colegas me vão ajudar a ganhar este campeonato."

As lágrimas na meia-final
"Foi um misto das duas coisas. Queríamos ganhar e libertei a emoção de saber que não ia estar em pista no dia seguinte, mas já passou. Agradeço à federação que tentou ao máximo fazer alguma coisa, mas também já não estava a contar que algo mudasse."

Grau de favoritismo após vitórias com Argentina e Espanha
"Não temos de nos considerar favoritos, mas para ganhar a esta equipa vão ter de trabalhar muito. Este grupo, sabendo das dificuldades que vai encontrar, está muito forte. Nos três jogos de maior dificuldade até aqui a união e a vontade trouxe -nos à final. Sejam 60, 70 penáltis, este grupo vai manter-se unido e vai levar esta final até ao fim e esperemos que caia para o nosso lado."

Apoio dos colegas
"O que mais prazer me deu foi no final do jogo com Espanha sentir que os meus colegas queriam muito que eu estivesse na final. Seja quem for que esteja em pista vai dar tudo. Este grupo merece a vitória."

Manter a calma desde a bancada
"A única coisa que posso fazer é tentar transparecer aos meus colegas a calma que não vai existir. Não é a primeira vez que isto me acontece. O importante é viver a final da minha forma emotiva, mas sem mostrar. O jogo é feito de detalhes e, por exemplo, quando, no jogo com Espanha, tentaram que o jogo virasse para outra situações que não só a parte desportiva, a equipa foi muito forte psicologicamente. Na final, se calhar, teremos os reis da habilidade que não do hóquei e a equipa vai mostrar a força que já mostrou e eu fora posso fazer o que me apetecer, por isso não estou preocupado. Mas vou revoltar-me se continuarem a fazer o que têm feito a Portugal. Admito erros, mas não prepositados. Só não nos conseguem tirar da competição porque este grupo é muito forte. Este grupo vai até ao fim, mas fica a doer se nos voltam a fazer o que nos fizeram. Se não nos deitaram abaixo até hoje, não tentem na final porque o grupo não vai deixar."

Atitude da equipa
"Portugal não tem ganho. Quando não se ganha há que mudar. Este grupo com esta equipa técnica percebeu que precisa de estar unido. Jogar contra a Argentina e sofrer apenas um golo e de bola parada e, contra a Espanha, com defesa tão agressiva, sofrer dois golos, é de uma equipa unida que sabe sofrer nos momentos importantes e isso dá-nos confiança que no fim vamos conseguir ser felizes."

Fonte- Jornal “O Jogo” * Foto- Catarina Maria/FPP

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