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Renato Garrido, técnico da Oliveirense, é o novo selecionador nacional e assegura que a ambição é a de levar Portugal ao topo e que conciliar com o clube não será problema.
Renato Garrido, de 45 anos, sucede a Luís Sénica no comando técnico da Seleção Nacional, também integrado por Edo Bosch, guarda-redes do deca portista, agora adjunto de Garrido na Oliveirense, e por Nuno Cerqueira, preparador físico do clube de Oliveira de Azeméis. A escolha federativa é válida, para já, para o Mundial"19 e Europeu"20.

O convite surpreendeu-o?
-Não estávamos à espera, mas realizou-se o sonho que qualquer treinador tem de poder um dia representar a Seleção Nacional. Surgiu agora e sentimos orgulho e honra no convite.

A resposta foi imediata?
-Não. A Oliveirense foi quem primeiro falou connosco para nos anunciar que tinham sido contactados pelo presidente Luís Sénica [presidente da Federação de Patinagem de Portugal] no sentido de colaborar com a FPP [Federação de Patinagem de Portugal], sem pôr em causa o trabalho no clube. Depois analisamos a proposta e percebemos que em nada afetaria o nosso trabalho na Oliveirense e que era possível conciliar as duas funções.

O que pediu a Federação de Patinagem de Portugal?
-Pediu para representarmos a Seleção ao máximo nível, sabendo da tradição que Portugal tem no hóquei mundial, mas eles conhecem-nos com certeza e sabem bem a ambição que sempre tivemos e vamos continuar a ter de poder levar Portugal o mais longe possível.

E qual foi a reação da Oliveirense?
-Foi positiva. O presidente pediu-nos que continuássemos a servir a Oliveirense como até aqui e servir a Seleção, o que seria prestigiante também para o clube. Não haverá conflito a nível de trabalho. Vamos a Montreux numa altura em que há uma paragem no campeonato e no final da época acaba o trabalho nos clubes e iniciamos a Seleção, tal como os jogadores. Para representar a Seleção, a vontade é imensa.

Sente mais pressão no papel de selecionador por estar simultaneamente num clube?
-Não, o trabalho e a seriedade são os mesmos.

Foi rápido a apresentar a convocatória...
-Pediram-nos a convocatória no momento da apresentação. Os dez jogadores têm a ver com o momento, é um grupo aberto e muita coisa pode acontecer no campeonato.

Pode falar dos regressos de Telmo Pinto, Jorge Silva e Nélson Filipe?
-Eles estão bem nos clubes e podem ser reforços para os sete que já fizeram parte das últimas competições.

Porque não fez uma lista diferente para ver mais jogadores, já que se trata de um torneio e não de um Europeu ou Mundial?
-Há um grupo que achamos que deve continuar. Queremos sentir o grupo e a mensagem que ele terá a transmitir. Com pouco tempo, temos de aproveitar Montreux para ganhar tempo para o Mundial. Qualquer seleção tem de estar lá para ganhar, mas também nos queremos preparar bem para o Mundial.

Como olha para o Mundial de Barcelona?
-Temos de colocar Portugal nos lugares cimeiros. Temos de entrar com o pé direito e sempre com o objetivo da final, sabendo que a candidata é Espanha, porque joga em casa e na catedral do hóquei mundial. A pressão estará do lado deles, mas o nosso objetivo é a final. A Argentina também é favorita, como Itália, e há um outsider cada vez melhor, que é França. Temos de estar precavidos para tudo, mas Espanha é a principal candidata.

Fã de Franklim Pais e Livramento

Renato Garrido foi oito anos adjunto de Franklim Pais no FC Porto, que conquistou dez campeonatos consecutivos. Mestre em Treino Desportivo, tornou-se treinador principal quando, em 2016/17, deixou a equipa técnica de Guillem Cabestany no FC Porto para ingressar no Juventude de Viana, transferindo-se para a Oliveirense a meio da época passada. Tendo como referências Franklim Pais e António Livramento, Garrido está na luta pelo título com a Oliveirense, tendo acabado de se apurar para os quartos de final da Liga Europeia.

Fonte/Foto- Jornal “O Jogo” * Artigo- Paula Capela Martins