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<Chegámos a um dos maiores fins de semana da época no hóquei em patins europeu. A final four da Liga Europeia 2017/18 será realizada no Dragão Caixa e o zerozero vai trazer-lhe tudo o que precisa de saber sobre esta competição!

No Dragão Caixa, marcarão presença quatro equipas ibéricas, bem representativas do poder que a Península tem no panorama mundial desta modalidade.

Frente a frente estarão duas equipas portuguesas e duas espanholas, pertencentes aos dois melhores campeonatos do mundo. Mas, afinal, quais serão as grandes diferenças dos dois hóqueis? À margem da organização da Liga Europeia pelo FC Porto, no Dragão Caixa, os selecionadores explicam...

«Não podemos dormir à sombra da bananeira»

Considerado atualmente o melhor campeonato do mundo, Portugal tem evoluído bastante no que toca ao hóquei em patins. Quer a nível de jogadores, infraestruturas ou mesmo resultados. Algo que deixa Luís Sénica bastante satisfeito.

«Portugal atravessa um momento de vigor das seleções e clubes, e há que aceitá-o com naturalidade e orgulho. Já passámos momentos de grande elevação, depois houve uma quebra e agora estamos de novo em cima, mas não podemos dormir à sombra da bananeira. Se a dinâmica dos clubes resultar no equilíbrio entre a competitividade e a afirmação dos jovens portugueses, estamos no caminho certo», explicou Luís Sénica, selecionador português, em declarações ao jornal OJogo, destacando uma modalidade com história no nosso país.

«O hóquei está cada vez mais enraizado em Portugal. Há mais aposta e há mais uma visão de que o hóquei é uma modalidade culturalmente nossa, que move público e tem bom share na televisão», frisou.

«O hóquei espanhol deu um passo atrás»

Já do lado espanhol, falou ao OJogo Alejandro Domínguez, selecionador espanhol, que reiterou a maior qualidade do campeonato português, atribuindo a responsabilidade aos grandes clubes.

«Os clubes grandes que têm futebol marcaram a diferença e, em Espanha, só há um, enquanto, em Portugal, há pelo menos três. O campeonato português está economicamente mais potente e, por conseguinte, desportivamente do que a OK Liga. Infelizmente, em Espanha, a maioria das equipas deixou de ser profissional e isso prejudicou o campeonato», afirmou, analisando o salto qualitativo que o hóquei português sofreu.

«Com grandes figuras espanholas a jogarem no campeonato português, aliou-se o hóquei espanhol, sempre catalogado de tático, defensivo e de contenção, ao hóquei português, mais vertical, mais direto, sem que o hóquei português tenha perdido a essência, mas dando um salto de qualidade», acrescentou, sem fugir às responsabilidades.

«Numa análise mais pessoal, o hóquei espanhol deu um passo atrás por culpa de todos nós, treinadores, por ser demasiado resultadista, baseado num hóquei de contenção, especulativo, e também se pode ser resultadista jogando um hóquei mais direto, mais espetacular. Para mim, é uma razão e peso para que o nosso desporto, em Espanha, perca adeptos e qualidade. Quando se joga mais em um contra um, cresce-se», explicou.>

Foto±fonte: Zerozero.pt