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SC Marinhense – SL Benfica “B” 3-4

Depois da vitória em Oeiras frente a um dos candidatos, a equipa do Marinhense recebia no seu recinto o Benfica “B”, líder da prova.
Partida importante para a formação da Capital Vidreira, que em caso de triunfo ficava praticamente a salvo de qualquer percalço na luta pela subida directa.
Pavilhão com excelente moldura humana, preparada para fazer a festa, mas a jovem equipa encarnada não veio com vontade de “dançar” a música que lhes queriam impor e vai daí, mostraram o porquê de serem os líderes desta zona sul do nacional da 2.ª divisão.
Entrada desastrada, em termos defensivos, por parte do Marinhense que cedo se viu a perder com o golo encarnado a ser apontado por Miguel Feio, logo aos 3 minutos. Com o Marinhense ainda à procura de entrar em jogo e depois de desperdiçar uma GP, eis que surge o 2-0, por intermédio de João Maló, numa jogada onde a defesa da casa ficou muito mal na fotografia.
Jogo aberto e com oportunidades para os dois lados e é novamente o Marinhense que dispõem de uma GP mas mais uma vez Daniel Machial a negar o golo aos da casa.
O Marinhense consegue no entanto reduzir por Dário Santo à passagem do minuto 15 e até ao intervalo o Marinhense dispõem de 2 bolas paradas (uma GP e um LD) mas não consegue desfeitear o guardião encarnado.
O SC Marinhense que procurava a reviravolta no marcador vê o Benfica desperdiçar, logo ao inicio da etapa complementar duas bolas paradas, mas Tomás Cardoso acaba mesmo por fazer o 3-1 numa jogada individual a deixar “pregada” a defesa da casa.
Fase de grande intensidade no jogo, mesmo sem ser bem jogado, o certo é que as oportunidades surgiam de forma constante para os dois lados com os guarda redes a brilharem a grande altura.
Filipe Vaz ao minuto 11 reduz para 2-3, mas Filipe Fernandes pouco depois repõem a diferença ao fazer o 4-2.
Últimos minutos de grande pressão da formação do Marinhense e aí Daniel Machial a mostrar-se enorme, defendendo tudo que que mexia à sua frente.
Nervos à flor da pele, mas a jovem equipa orientada por Caleta a mostrar-se à altura dos acontecimentos e a dizer, de forma clara, e em rinque, o porquê de comandar esta zona sul, onde pontificam equipas experientes e de qualidade.
O Marinhense reduz já nos segundos finais por intermédio de Tiago Godinho, mas sem tempo, já, para chegar ao empate.
Resultado mais justo, por aquilo que as duas equipas fizerem dentro de rinque, seria, na nossa opinião, um empate, mas a vitória a assentar bem às jovens águias, pela maturidade que mostraram, pese a tenra idade que tem, pela cultura tática que deixaram evidente nos cinquenta minutos de jogo, numa clara mostra do excelente trabalho que o técnico encarnado tem colocado nesta equipa. Sem nomes sonantes, deixaram, no entanto à vista, a sua qualidade individual que colocada ao serviço do colectivo, faz mossa a quem se intromete.
Quanto ao Marinhense, pensamos que acusaram a pressão, pelo menos nos minutos iniciais da partida, que condicionaram, o resto do jogo, tendo que correr atrás de um resultado que lhes era negativo e com isso a prejudicar o jogo que inicialmente teriam delineado para esta partida.
Nada ficou perdido, para os lados da Embra, mas esta derrota obriga a cerrar fileiras, porque ainda vem aí jogos que poderão alterar classificações.
Quanto à arbitragem, que vinha condicionada, fruto do celeuma de um dos árbitros nomeados ser pai de um atleta que se encontrava em jogo, conseguiram fugir à pressão e embora com alguns erros, mostraram-se à altura dos acontecimentos.
Fica sim a certeza, depois de termos falado com elementos afectos às duas equipas, é que deveria de haver o cuidado nas nomeações, de forma a não misturar situações como esta, sob pena de a suspeição existir, ao mesmo tempo de condicionar o trabalho do árbitro, de forma inconsciente.