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Luís Querido reforçou o Lodi por ter o sonho de jogar em Itália. A preparar o play-offna equipa campeã, envia alguns recados.
Luís Querido é um dos estreantes portugueses no campeonato italiano. Reforço do campeão Lodi, não só cumpre um sonho de criança, como procura o primeiro título depois de duas Taças CERS ganhas com o Barcelos.
"Aos 14 anos vi um vídeo que me despertou para o hóquei italiano e desde aí alimentei a ideia de jogar aqui. Concretizou-se e no Lodi, um clube organizado e com um treinador [Nuno Resende] que nos sabe motivar. A adaptação foi fácil e em pouco tempo senti que cresci muito como jogador", contou Querido, o médio de apelido sonante - filho de José Querido (treinador de clubes como Liceo, Oliveirense, Viana e ex-selecionador nacional) - explicando que, "ao contrário do que parece", encontrou um "campeonato que nada tem de lento" e que está "cheio de bons jogadores". "Só não tem quatro clubes a comprar tudo o que mexe, como em Portugal", remata, ainda a aprender a lidar com os aficionados: "Se ganhamos somos os maiores, mas basta uma derrota para choverem críticas e tudo o que éramos deixámos de ser."
Enquanto se prepara o play-off, Querido passa em revista a época e os momentos difíceis de digerir: "Na Supertaça, ainda não tínhamos rotinas. Na Liga Europeia, não tivemos sorte com o sorteio e começámos com o Sporting e Liceo sem ainda estarmos preparados. Na Taça de Itália, entrámos mal e o Follonica, a jogar em casa, conhecia bem as manhas de uma pista pequena." O médio teve ainda outro momento, a que chamou "especial": a primeira vez que defrontou Reinaldo Ventura (Viareggio). "Não devia dizer isto, mas em miúdo, quando o Reinaldo ia jogar a Barcelos, eu era um dos que o insultavam [risos]. Hoje, ele é um amigo e defrontá-lo aqui foi especial, tal como foi um sonho jogar com ele em Barcelos."
Há sete meses a viver fora de casa, pela primeira vez desde que passou pelo Liceo (juvenil) e Barcelona (júnior), Querido já fala um pouco de italiano - "muitas vezes no balneário a brincadeira é comigo, porque não sou fluente", conta -, rendendo-se "às massas, a comida favorita". Itália conquistou-o, agora quer ser ele a conquistá-la: "É a primeira vez que vou jogar o play-off, mas os meus colegas, habituados, sempre disseram na fase regular: "o importante não é agora". Temos condições e, se formos um coletivo, não tenho dúvidas - vamos ser campeões."

Fonte/Foto – Jornal “O Jogo”