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Uma conversa entre treinador e guarda-redes resultou numa forma diferente de projetar e de antever um jogo de hóquei em patins.

Usando os microfones da BTV, Pedro Nunes e Pedro Henriques refletiram sobre a forma de a equipa do Benfica abordar o desafio com o HCP Grândola, dos 16 avos de final da Taça de Portugal, que se disputa às 21h30 de sexta-feira, dia 9, no Pavilhão Fidelidade.

Pedro Nunes: Não podes facilitar. Costumamos respeitar todos os adversários. Independentemente de há pouco tempo termos jogado com o Grândola e termos ganhado de uma forma folgada, o jogo foi mais difícil do que aquilo que o resultado ditou no final. Por isso é importante estarmos focados e determinados em alcançar a vitória. Sabemos que somos amplamente favoritos, não há que o esconder. Temos de prová-lo em pista. E tu, Pedro, como perspetivas o jogo?

Pedro Henriques: Temos de respeitar este adversário como se se tratasse de outro adversário qualquer. Ainda que seja um jogo em casa, temos um enorme respeito pelo Grândola e o grande objetivo passa por encarar esta competição como se de outra competição se tratasse. O que interessa é a vitória do Benfica, por isso temos de assumir o favoritismo e demonstrá-lo aqui dentro.

Pedro Nunes: Estamos de acordo, portanto

Pedro Henriques: É um jogo com duas equipas do Campeonato, que já merecia ter um representante na zona sul do País para se dinamizar um pouco mais o hóquei nacional. Isso demonstrou-se com o pavilhão cheio no jogo que tivemos no Campeonato. O Grândola acreditou e esteve em vantagem durante quase toda a primeira parte. É uma equipa aguerrida, que pode vir a desfrutar mais do jogo aqui na Luz, mas da nossa parte o comportamento e o respeito vai ser o mesmo.

Pedro Nunes: Gosto de ouvir isso! É uma equipa que sabes que vem aqui certamente defender num bloco mais baixo, dificultar a chegada do Benfica à baliza deles. O guarda-redes tem estado bem, está motivado. É certo que foi por azar de um colega que chegou à titularidade, mas tem provado que tem qualidade. O Grândola vai jogar um pouco no erro ofensivo do Benfica, porque temos tendência, em alguns momentos, a não sermos tão intensos e tão objetivos. Vão procurar chegar à nossa baliza através de uma transição rápida ou de um contra-ataque.

Pedro Henriques: Esta competição, em Portugal, pretende juntar todas as equipas no que diz respeito a todos os escalões e divisões, o que difere um pouco daquilo que acontece noutros outros países. Torna-se especial podermos possibilitar oficialmente uma prova em que vem sempre em boa hora e que vai ser competitiva…

Pedro Nunes: Tu experimentaste um formato diferente em Espanha, com uma Final Eigth. Em Portugal isso já teve em discussão. Que opinião é que podes dar sobre este tema?

Pedro Henriques: Uma Final Eight, se quisermos fazer um paralelismo com aquilo que foi a Final Four agora da Taça Intercontinental, acaba por promover mais o espetáculo e por dar um objetivo a uma equipa que lute pelo oitavo lugar e não pelo nono lugar, porque uma equipa que ocupe o oitavo lugar até ao final da primeira volta marcará presença nos quartos de final tanto na Liga espanhola como na Liga italiana. Obviamente que se promove muito mais o espetáculo ao juntar as oito supostas melhores equipas numa Final Eigth.

Pedro Nunes: E não achas isso um pouco injusto? Porque de certa forma centraliza ainda mais a competição, porque a nossa Taça tem o atrativo de poder haver jogos de equipas da 3.ª Divisão com equipas da primeira. Isso no aspeto competitivo não é tão positivo para a modalidade em si, mas para a descentralização da própria modalidade, como há pouco falavas, de haver equipas do Sul, também se torna importante. Se calhar ter o melhor dos dois mundos é difícil…

Pedro Henriques: Sim, mas também há uma realidade que eu presenciei: em Espanha, a 2.ª Divisão tem o mesmo formato e ainda agora o recente campeão foi o Calafell. Portanto são competições diferentes, há que também respeitar esta característica, desfrutar e retomar a competição também como um objetivo a conquistar.

Pedro Nunes: A nossa Taça tem aquele atrativo que é um jogo de 50 minutos, à partida, e em 50 minutos tudo pode acontecer, não importa quem é a equipa mais forte. Na Taça de Portugal acontecem sempre surpresas e isso é um atrativo. Tem história na nossa modalidade como também na maioria das outras, por isso às vezes torna os jogos mais interessantes, não só para quem os disputa como para quem os presencia.

Fonte / Fotos – SL Benfica * Texto: Márcia Dores

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