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Guillem Cabestany e Paulo Freitas eram, como é natural, dois técnicos com estados de alma distintos após o clássico de quarta-feira, entre FC Porto e Sporting, no Dragão Caixa, que acabou por cair para os portistas.

Cabestany – “A partir de agora estamos mais vivos do que nunca”

No final da partida, o técnico catalão do FC Porto, admitiu que os portistas, com esta vitória, estão mais vivos do que nunca no campeonato nacional, estando agora a dois pontos do líder Benfica e a um do segundo classificado, Sporting.
«A partir de agora estamos mais vivos do que nunca e mostrámos que temos qualidade para vencer qualquer equipa», salientando as características específicas desta partida, que contou apenas com três golos.
«Quando os grandes jogam em Portugal, as pessoas estão habituadas a ver muitos golos, mas tem havido jogos com menos golos, em que as defesas brilham mais do que os ataques. Para ganharmos, tinha de ser desta forma, porque o Sporting está a defender muito bem. A equipa demonstrou que é capaz de defender muito bem e consegue equilibrar-se. Tivemos outras ocasiões claras para acabarmos mais tranquilos», concluiu.

Paulo Freitas – “foi um grande espectáculo”

Do lado leonino, o técnico Paulo Freitas, destacou o «grande espetáculo» e um «lance de génio» que decidiu o jogo.
«Foi um grande espetáculo. Na primeira parte, as duas equipas encaixaram na perfeição e respeitaram-se muito. Com o primeiro golo do FC Porto, a partida acabou por abrir um pouco. O jogo acabou decidido numa bola parada, numa segunda bola, de um lance de génio de um jogador do FC Porto [Hélder Nunes], que pôs a bola no único sítio onde ela podia entrar», acrescentando ainda que o Sporting não se vai deixar afetar pela derrota.
«O resultado não vai afetar a equipa. Saímos tristes mas não escondidos, como também quando ganhamos, não nos colocamos em bicos de pés. Estamos confiantes com o processo que temos vindo a desenvolver», finalizou.

Fonte / Foto – www.zerozero.pt

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