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«Edo Bosch orienta a Juventude de Viana depois da despedida das balizas, está a coadjuvar o amigo Renato Garrido o Ainda sem saber ao certo se liderar um banco é aposta de futuro.

Aos 42 anos, o corpo a pedir tréguas, o guarda-redes Edo Bosch encontrou a solução para se despedir das balizas sem cortar o cordão umbilical à modalidade praticada desde os cinco — tornou-se treinador adjunto da Juventude de Viana, pela qual terminou a carreira.
Estreou-se com uma vitória no Nacional daI Divisão, no último sábado, ainda sem saber se coadjuvar Renato Garrido é o início de uma nova forma de vida. 
Renato Garrido convenceu o catalão a acompanhá-lo na Juventude de Viana, a primeira experiência
de treino fora do FC Porto, no qual ambos se conheceram e ficaram amigos para a vida. E voltou a desempenhar papel determinante quando evitou que o guarda-redes saísse porta fora, pendurados os patins no final ela última época, a primeira a representar o emblema de Viana do Castelo. Mas Edo também não queria partir. «O Viana pretendia que continuasse a jogar mas o corpo já me dizia que chegara a hora de acabar.
O Renato propôs-me, então, que continuássemos, agora como treinador adjunto. Custava-me deixar o hóquei em patins a 100 por cento», admite o emblemático guarda-redes do FC Porto, recrutado em 1997/ 98, então aos 22 anos.
É para o campeão nacional que Edo gostaria de voltar um dia, eventualmente como treinador, embora a prioridade de momento seja avaliar se gosta da função. Para já, a resposta é positiva, porque desfruta de dois dos seus mundos. «Consigo estar perto do balneário e conviver com os jogadores, meus ex-companheiros, sem esquecer o hóquei em patins. Sou velho para jogar e nem tanto para treinar. Mas não se equipara a jogar e, por isso, tenho de ver se me adapto a estar atrás da baliza. Treinar um grande também não é o mesmo que orientar uma equipa mais modesta», ri-se Edo.
Na baliza da Juventude de Viana, o economista de formação académica deixou o engenheiro Jorge Correia, ao qual se juntou Paulo Matos, para ambos formarem uma dupla que lhe dá garantias. «Estou convicto de que vão defender muito bem», frisa Edo. A cereja no topo do plantel é o avançado argentino Emanuel Garcia, que acompanhou os dois técnicos «nos anos dourados do FC Porto» e chegado a Viana do Castelo com a aura de melhor marcador da Taça CERS
e quarto da Liga espanhola.
Aliás, a Taça CERS é um dos objetivos do clube nesta temporada, depois do campeonato, que a Juventude de Viana se propõe terminar na quinta posição, logo após os quatro candidatos ao título, com o atual campeão nacional à cabeça.
«Quero que o meu Porto faça igual ou melhor em relação ao último ano. Tenho lá os meus ex-colegas e meus amigos. Mas não será fácil. Todos os quatro da frente têm plantéis impressionantes e qualquer um pode ganhar. Até o Sporting, com a equipa menos equilibrada na última temporada, se reforçou bem, com boas contratações. »

Foto: Facebook Juventude Viana |Fonte: Jornal "A Bola"

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