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AE Física D - SL Benfica “B” 3-3

No passado sábado, Torres Vedras foi palco de uma autentica final, na medida em que os 2 primeiros classificados da 2ª Div. Sul, se defrontavam naquela que era a última jornada do Campeonato.
Sabia-se de antemão que uma vitória garantiria a subida directa aos visitados, enquanto que as jovens águias (a equipa “B” do Benfica não pode subir ao escalão, onde milita a principal) perseguiam o “sonho” de poderem vir a discutir o título nacional da 2ª divisão, precisando para isso também de garantir os 3 pontos.
Foi então, diante de uma excelente moldura humana, que o jogo se iniciou, com ambas as equipas a demonstrarem não quererem arriscar nada, mais preocupadas com os equilíbrios defensivos do que propriamente com a dinâmica ofensiva e com isto, iam sendo poucas as oportunidades flagrantes de golo, e quando isso acontecia, ambos os guarda-redes iam transmitindo toda a confiança às suas equipas.
Com cerca de 10 minutos decorridos, surgem as primeiras alterações na equipa da casa, com André Gil a lançar 1º o cap. Carlos Godinho e logo de seguida André Gaspar (de regresso depois de cumprir 2 jogos de castigo) e estas alterações haviam de se revelar decisivas, pois seria esta dupla que alguns minutos depois construiria o 1º golo da partida, com Godinho a obrigar “Danny” a defesa apertada, que permitiu que Gaspar na recarga inaugurasse o marcador, quando se havia entrado nos últimos 10 minutos deste 1º período.
Este golo teve o condão de mexer um pouco com o jogo, com a equipa Lisboeta a tentar pressionar mais alto a saída de bola do seu adversário, mas a maior experiencia dos homens da casa, raramente permitia grandes veleidades aos seus jovens adversários, que ainda assim foram criando alguns apuros para a defesa adversária, principalmente através da utilização do jogo directo.
A Física, ia tentando controlar sua magra vantagem, mas demonstrava alguma ansiedade no ataque, não conseguindo fazer a gestão de posse de bola que lhe é habitual, antes preferindo os ataques rápidos e os contra-ataques para surpreender a equipa adversária.
Foi aliás numa altura de diversas situações de contra-ataque, já na fase derradeira do 1º tempo, que o treinador Hugo Lourenço vê cartão Azul por veementes protestos (ele que ao longo de toda a partida, foi mantendo sempre uma conduta muito nervosa e de grande contestação, na relação com os diversos intervenientes no jogo).
No entanto e apesar de beneficiar de um PWP, a equipa da Física não teve a intensidade necessária para tirar partido da superioridade numérica de que dispôs até ao final deste 1º tempo, ficando apenas na retina, um remate de Fábinho no último instante, que por pouco não deu golo.
Foi então com o resultado em 1-0, que as equipas regressaram, aos balneários para um merecido descanso.
No arranque do 2º tempo, foi o Benfica quem entrou melhor, com “Gordini” a ter de se aplicar por duas vezes a fundo, para evitar o golo, mas foi sol de pouca dura, pois paulatinamente a Física, começou finalmente a ganhar claro ascendente sobre o seu adversário, que aos poucos era obrigado a recuar e a defender mais atrás.
As oportunidades de golo iam-se sucedendo junto da baliza do jovem “Danny”, mas umas vezes por mérito deste, outras por excesso de ansiedade dos Torrienses, as mesmas iam sendo desperdiçadas, e fazendo jus à máxima de que “quem não marca, acaba por sofrer”, “Freddy” com um “bomba” do meio da rua, restabelece a igualdade, com a bola a perecer ainda ter sofrido um desvio na sua trajectória, que foi suficiente para trair “Gordini”.
Voltava tudo ao inicio, só que agora faltavam apenas 14 minutos para serem jogados. A Física com a consciência de que só a vitória lhe garantiria a subida directa, tratou de continuar a assumir o jogo, muito embora as jovens águias, nunca deixassem de causar alguns calafrios, principalmente com o recurso ao jogo directo.
Mas acabou por ser a Física de novo a chegar à vantagem, através de Pedro Lourenço na sequencia de uma grande iniciativa individual deste jogador, culminada com uma picadinha à entrada da área.
Faltavam pouco mais de 8 minutos para o final, e a equipa encarnada parecia algo perdida no jogo, com a Física a construir e a desperdiçar de novo diversas situações flagrantes de golo, até que Pedro Lourenço voltaria a deixar a sua marca fazendo o 3-1 na sequencia de mais uma transição muito rápida da equipa da casa.
A menos de 7 minutos do final, Gaspar rouba a bola a meio ringue e acelera em direcção à baliza contrária e apesar de carregado já dentro da área, faz o remate com uma só mão com a bola a bater no poste, na sequencia desse lance, Pedro Lourenço vai disputar a bola à tabela, escorregando e acabando por derrubar um adversário, com o árbitro carlos Brás a entender admoestar o jogador da Física com cartão azul.
Na sequencia do livre directo, “Xavi” Duro reduz para a diferença mínima, relançando dessa forma o jogo.
Entrava-se nos últimos 5 minutos de jogo e a Física tenta de novo dilatar a sua vantagem, com Gaspar e Godinho a colocarem de novo à prova o jovem “Danny” que se ia cotando com uma excelente exibição. A cerca de 3 minutos do fim surge o último “time-out” e na sequencia do mesmo a Física, tenta claramente gerir a vantagem, perante uma equipa do Benfica que pressionava a toda a pista na tentativa de chegar pelo menos ao empate.
Seria então na sequencia dessa pressão das jovens águias, que conquistam a bola a 4 segundos do fim, ainda na sua meia-pista, com Diogo Neves a progredir pelo corredor direito do ataque e percebendo que o jogo ia acabar, bombeia a bola para a área, acabando a mesma por embater na caneleira de um jogador da Física, num lance igual a tantos que ocorreram ao longo da partida e que nunca foram sancionados, mas desta vez Nuno Sousa entendeu ser razão para assinalar a marca da grande penalidade, perante o desespero dos jogadores e adeptos da Física, que sentiam que aquela decisão poderia por em causa toda uma época.
Na conversão da grande penalidade, o jovem Diogo Neves não tremeu e restabeleceu a igualdade, tendo apenas havido tempo para que a bola regressasse ao meio do ringue para que se procedesse à validação do golo.
Com este empate, quem festejou a subida directa foi o Grândola, que muitos anos volvidos, consegue voltar a recolocar o Alentejo no mapa da 1ª Divisão do hóquei nacional.
À Física resta-lhe lutar pela derradeira oportunidade, de regressar ao convívio dos grandes, tendo para isso que ultrapassar a equipa Portuense do Infante de Sagres, no play-off que tem início já no próximo sábado em Torres Vedras.

Fonte / Foto – José Carlos Gaspar

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