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AD Oeiras – HCP Grândola 4-5

Deslocação que se previa dificílima, e que se confirmou, a casa da AD Oeiras, um dos dois grandes candidatos à subida de divisão, equipa que ainda não tinha perdido em casa e a única equipa que venceu o Grândola no “Zeca Afonso”. O Oeiras com uma equipa recheada de boas individualidades e com grande experiência nestas andanças e, tal como o Grândola, a necessitar de vencer.
O Oeiras entrou com tudo no jogo, pressionante a defender, rematador e a tentar sair rápido para o ataque quando o HCPG tinha a iniciativa.
E, logo aos 2 minutos, Diogo Alves é tocado na área do HCPG, ganha penalti e Tiago Nogueira não desperdiça a oportunidade fazendo o 1-0 num penalti muito bem marcado.
O Oeiras manteve a pressão e o HCPG corria atrás do prejuízo. Sem muito espaço para se jogar, o HCPG trabalhava muito para tentar chegar à baliza do guardião António “Toni” Mendonça e, numa meia-distância do Márcio que é bloqueada por Diogo Alves, nasce mais uma bola parada para o Oeiras, com Márcio a tocar no adversário que se isolava. Então, aos 9 minutos, André Garção chamado ao livre-directo não consegue bater Piteira, nem o Oeiras faz a diferença no power-play (muito bem defendido pelo HCPG) mantendo-se a diferença de 1 golo.
O Oeiras dominava o jogo com muita posse de bola e, principalmente, com o Nogueira fortíssimo no capítulo do remate e Garção nas jogadas individuais a criarem imensas dificuldades à defensiva alentejana. O HCPG respondia como podia mas não tinha grandes oportunidades de golo, fora em algumas situações de superioridade numérica que “Toni” resolveu sempre bem.
A 5 minutos do final da 1ª parte, o HCPG ganha um penalti e Ruben não falha batendo Toni pela 1ª vez. Estava feito o 1-1 no jogo. Até final da 1ª parte, o Oeiras carregou mais um pouco mas o HCPG, com muita posse de bola, manteve o resultado.
Na 2ª parte, o Oeiras volta entrar muito forte no jogo, principalmente devido às acções individuais de André “Keke” Martins e de Paulo Jesus, que metiam a defesa do HCPG sempre em sobressalto.
O HCPG recuava em demasia para a sua área e, aliado a alguma desatenção defensiva, o Oeiras chega ao 2-1 por “Keke” (se bem que a bola desvia em Bernardino antes de entrar).
2 minutos depois, novo penalti para o Oeiras (mal marcado pois a bola depois de ser desviada pelo Ruben para a própria baliza Piteira evita o golo) e Garção chamado à conversão falha, permitindo a defesa a Piteira, tanto do penalti como da recarga.
Aos 9 minutos de jogo, numa excelente jogada do Oeiras, juntamente com uma falha de marcação da defensiva alentejana, Paulo Jesus faz o 3-1 numa excelente finalização. E logo de seguida, aos 11 minutos, Paulo Jesus bisa ao marcar numa recarga a um remate por si feito, 4-1 para o Oeiras.
A reacção do HCPG não podia ter sido melhor, com o seu capitão, “ToJo”, a reduzir para 4-2 no minuto seguinte com um golo algo fortuito. E, 2 minutos depois, Garção vê cartão azul e Bernardino, chamado ao livre direto, trabalha bem o guardião do Oeiras mas acerta em cheio no poste.
O jogo estava a um ritmo alucinante com oportunidades em ambas as balizas e com ambos os guarda-redes a manterem as balizas seguras. Mas as faltas iam surgindo, o HCPG estava perto da 10ª.
Aos 17 minutos, o HCPG ganha um penalti (também ele mal assinalado) e Ruben volta a não dar hipóteses a Toni, reduzindo para 4-3. E logo de seguida, é “Keke” quem vê o cartão azul e “Zezinho” não consegue desfeitear Toni no livre directo.
Após o 4-3, o HCPG crescia a cada minuto que passava e agora era o Oeiras que passava por sérias dificuldades ao ser empurrado para a sua área.
Aos 19 minutos novo penalty a favor do HCPG e Ruben, para desespero de “Toni”, faz o hat-trick no jogo, fazendo o empate 4-4 com muita sorte. No mesmo minuto é logo marcada a 10ª falta ao HCPG, mas Piteira com uma grande defesa impede novo golo de Nogueira, mantendo o resultado e juntamente com os seus colegas aguentam os 2 minutos de power-play do Oeiras sem sofrer golo.
Aos 21 minutos, Bernardino numa espectacular jogada individual bate “Toni” e conclui a “remontada” no marcador fazendo o 4-5 para o HCPG.
No minuto seguinte, numa falta algo discutível, o Márcio vê o segundo cartão azul e o Oeiras tem uma oportunidade de ouro para empatar o jogo, mas Piteira, novamente, a não permitir o golo no livre directo, desta feita de Diogo Alves. No power-play nova “muralha” foi erguida pelos alentejanos à frente da sua baliza, que punham tudo à frente de cada remate do Oeiras para ajudar o seu guardião.
O Oeiras ainda arriscou tirar Toni da baliza e jogar em 5x4 mas o HCPG segurou com unhas e dentes os 3 pontos.
Jogo impróprio para cardíacos em Oeiras onde 2 das melhores equipas do campeonato deram um grande espectáculo de hóquei em patins, onde o Oeiras foi fortíssimo em grande parte do jogo, teve mesmo o jogo na mão, mas onde a reacção do HCPG foi brutal, vindo ao de cima toda a união e todo o sacrifício que esta equipa tem de continuar a sonhar.

Fonte / Foto- Jornal HCPG

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