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AE Física D – HC Sintra 3-4

No passado sábado em Torres Vedras, disputou-se mais um jogo a contar para o Campeonato Nacional da 2ª Divisão – Zona Sul.
Frente a frente 2 históricos da modalidade, num jogo onde o favoritismo recaia quase na totalidade para a equipa da casa, que era líder isolada da classificação.
O jogo começou com o Sintra a ter mais tempo de posse de bola nas suas acções ofensivas, perante um adversário que tentava ser mais rápido a chegar à baliza adversária, estava-se nesta toda, quando a Física inaugura o marcador por João Lima, que ao 2º poste correspondeu a uma excelente assistência de André Gaspar, quando estavam decorridos 5 minutos de jogo.
O cariz do jogo pouco se alterou, até que 2 minutos depois, Tomás Silva restabelece a igualdade, aproveitando de forma oportuna, um ressalto de bola na tabela de fundo, que o colocou na “cara” do jovem guarda-redes, Bernardo Antunes (que rendeu o habitual titular Ricardo Miranda, ausente por ter sido Pai).
Mais 2 minutos seria o tempo necessário para o marcador voltar a funcionar, e de novo para a equipa que viajou de “Monte Santos”, com Ricardo Viegas a ser o autor do golo, obtido na sequencia de uma bela iniciativa individual, culminada com um remate enrolado à entrada da área, fazendo o 1-2.
De imediato, André Gil pede o seu “tempo técnico” mas sem que se tivessem notado grandes alterações ao cariz da partida, com o Sintra a fechar muito bem todos os caminhos para a sua baliza, perante uma Física sem grandes soluções ofensivas.
O tempo foi passando, os treinadores foram fazendo a sua gestão, embora nos anfitriões apenas o jovem Fábinho e Pedro Lourenço tenham sido os “reforços” saídos do banco, ao invés do sucedido nos forasteiros, onde apenas o guarda-redes João Patrício, não foi utilizado.
É já dentro dos últimos 10 minutos deste 1º tempo, que Viegas é admoestado com cartão azul por falta sobre Garrancho.
Chamado à tentativa de conversão do LD, é o próprio Garrancho quem não consegue converter em golo, permitindo defesa ao jovem Frederico “Fredy” Borges.
Durante os 2 minutos de duração do PWP, a equipa de André Gil tb não sobe tirar partido da vantagem numérica de que dispôs.
É já após o Sintra ter tido tb o seu “time-out” que surge o golo do empate (2-2), através de Pedro Lourenço, na sequencia de uma brilhante movimentação do ataque Torriense e após assistência de João Lima.
Faltavam cerca de 4 minutos para o intervalo e a contestação a algumas decisões da equipa de arbitragem ia sendo crescente por parte dos adeptos da casa, que num ápice viram a sua equipa chegar à 10ª falta.
Essa contestação terá sido também manifestada por João Lima junto dos árbitros, pois só assim se explicam os 2 azuis consecutivos mostrados ao defesa da Física, que resultaram na inferioridade numérica imediata de 2 jogadores.
Na sequencia do LD (relativo à 10ª falta de equipa), Tomás Silva dá nova vantagem à sua equipa (2-3), batendo o jovem g. redes adversário apenas na recarga, após uma 1ª excelente intervenção.
Os últimos 30 segundo deste 1º tempo seriam então jogados com o Sintra em PWP.
A 2ª parte iniciou-se com o Sintra a beneficiar ainda de mais de 1 minuto de superioridade numérica, tempo esse que não foi aproveitado pela equipa de Monte Santos para dilatar a sua vantagem.
O cariz do jogo em pouco diferia do 1º tempo, até que a Física consegue chegar de novo ao empate, desta feita por Garrancho, que finalizou da melhor forma uma espectacular triangulação do ataque, com a bola a viajar de stick para stick sempre no ar.
Ainda com 18 minutos para serem jogados, nenhuma das equipas pareceu querer arriscar em demasia, embora fosse a equipa da casa quem paulatinamente ia tendo algum ascendente na posse de bola, perante um adversário muito concentrado nas tarefas defensivas, que optava agora pelas transições rápidas, para tentar chegar ao golo.
Os minutos foram passando até que um ressalto de bola, numa saída falhada para ataque dos Torrienses, coloca Coutinho na cara de Bernardo, com o avançado do Sintra a não desperdiçar a oportunidade para recolocar a sua equipa em vantagem (3-4), isto quando ainda faltavam cerca de 10 minutos para serem jogados.
Cerca de 1 minuto depois a Física poderia ter restabelecido a igualdade, mas o “Capitão” Vicente Alves não conseguiu transformar em golo a grande penalidade de que dispôs, a penalizar um patim na bola de Viegas.
De imediato André Gil, pede o seu tempo técnico, passando a partir daí a sua equipa a pressionar a todo o ringue.
Essa estratégia contudo acabaria por não resultar, pois a força e o discernimento dos homens da casa era cada vez menor, ao contrário do que sucedeu com os comandados por Luis “Tikinho” Moreira, que aparentando maior frescura física, acabaram por controlar de forma eficaz, esse último folego Torriense.
Apesar desta derrota, a Física mantem a liderança da prova, se bem que agora de forma partilhada com a AD Oeiras, ambos com 37 pontos.
Já o Sintra deu um importante passo rumo à desejada manutenção, somando 15 pontos, mais 4 que o CACO, que se encontra abaixo da linha de água.

Fonte- José Carlos Gaspar

Foto- Nuno de Sousa

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