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O Jornal “O Jogo” divulgou hoje uma reportagem, onde aborda a pretensão do Sporting CP em recuperar os três pontos retirados pela FPP pela alegada utilização irregular do guarda-redes José Diogo.
«O Sporting, que em novembro perdeu três pontos por "utilização irregular" do guarda-redes José Diogo, na receção ao Paço de Arcos, recorreu do castigo aplicadopela Federação de Patinagem de Portugal (FPP). No dia 30 de novembro, a FPP tomou pública a penalização aos leões, escrevendo que este seria "punido com falta de comparência, derrota, resultado de 0-10 e zero pontos, multa de 530,00 €, nos termos do disposto no Art.° 36.°-A n.°14 do RGHP-FPP, nos termos do(s) artigo(s) 61.° 2 e artigo 20.° 2 e 3 , 28.° 3, do Regulamento de Justiça e Disciplina".
Em causa estava a utilização do jogadorpela equipa B menos de 48 horas antes da quinta jornada do campeonato. O Sporting, soube O JOGO, recorre com base no Regime Jurídico das Federações Desportivas e no Regulamento de Justiça e Disciplina da FPP. O clube leonino alega que devia ter sido ouvido e evoca o artigo 53.° do Regime Jurídico, segundo o qual têm de existir "garantias de defesa do arguido" e que "existe uma obrigatoriedade de audiência do arguido nos casos em que seja necessária a instauração do processo disciplinar".
O recurso aponta igualmente o artigo 6.° do Regulamento de Justiça e Disciplina, que prevê que "quando a sanção é mais do que uma advertência ou repreensão escrita, o regime jurídico faz depender as sanções da instauração de um processo disciplinar e este obriga ao envio de uma nota de culpa com descrição dos factos".
Ainda segundo os leões, a pena não poderia ter por base o artigo 61.°, que menciona estarem "proibidas as equipas de utilizar jogadores que não estejam devidamente inscritos ou não tenham sido objeto de aceitação e deferimento pela FPP".
Apesar de a FPP se referir ao ponto 2, sobre a utilização de um jogador "que não esteja nas condições legais ou regulamentares de o representar, mediante a sua inclusão na ficha técnica do jogo ou prova", os leões defendem que o espírito da lei será o da punição de atletas mal inscritos e não a limitação imposta a uma utilização pela equipa B.»

Fonte: Jornal "O Jogo" | Foto: Jornal "Record"

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