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PauloFreitasOCBarcelosOJogo

O Jornal "O Jogo" realizou uma reportagem onde abordou três peças importantes - Paulo Freitas, Luís Querido e Ricardo Silva - na conquista da Taça CERS pelo OC Barcelos. Aqui as palavras do treinador Paulo Freitas, que escreveu o seu nome na história do OC Barcelos, levando os minhotos à conquista da segunda Taça CERS, 20 anos depois da primeira. 

«A última vez que o Barcelos foi campeão nacional foi em 2001. Na Europa, sagrou-se campeão europeu em 1991 e em 1995 ganhou a Taça CERS. Depois, foi-se eclipsando dos grandes paclco até Paulo Freitas o devolver à ribalta. Em 2005 esteve na Final4 da Taça CERS e este ano venceu-a. Em 2005 esteve na Final4 da Taça de Portugal e esta época mantém-se no seu encalço. Para o técnico de 47 anos, que foi campeão europeu pelo FC Porto quando era guarda-redes, a Taça CERS ganha em Barcelos foi o potno mais alto da sua carreira de treinador, mas sobretudo o regresso de um grande. "O Barcelos está de volta aos momentos de decisão e mais perto de conquistas. Quando cheguei, disse que o Barcelos era um grande do hóquei, pela envolvência, pela paixão. Gostava de ganhar tudo no Barcelos, mas o grupo tem noção da realidade, das limitações. Só prometemos lutar sempre."

"Tínhamos uma secreta esperança que a Taça CERS podia ser nossa", adiantou, revivendo os segundos imediatos ao apito final. "Naquele momento queria abraçar todos os que estavam naquele pavilhão. Abracei os jogadores todos, Direçção, família e o meu adjunto (Ricardo Gomes(, que me atura e me complementa."

Recuando às semanas anteriores, em que a equipa descera de 3.º para 6.º no campeonato, Paulo Freitas realçou. "Não era o que queríamos, mas aconteceu uma inevitável quebra física, lesões como a do Vieirinha, que esteve sete jogos ausente, e falta de sorte nalguns jogos." Mas acrescentou: "Agora queremos capitalizar o momento."

Numa altura em que Sporting, Valongo e Barcelos se batem pelo quarto posto (acesso à Liga Europeia", o treinador conclui: "Nunca dissemos que queríamos a Liga Europeia. Não andamos em bicos de pés quando estivemos muito tempo em segundo, terceiro e quarto, e agora também não nos esconderemos. Será jogo a jogo. Não vamos treinar com a Taça CERS ao colo. Vamos lutar como sempre e com vontade de aprender."»

Foto | Fonte: Jornal "O Jogo"

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