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No regresso do Torneio “Cidade de Torres Vedras” com denominação de Internacional, após sete anos de ausência, o HC Braga foi o grande vencedor, ao arrecadar o título de iniciados e juniores. O Grândola venceu em juvenis, os catalães do Vilassar triunfaram em infantis, o Benfica ganhou no escalão de benjamins e, por fim, o Paço de Arcos ganhou em bambis. Começando pelos mais novos, a formação da Linha de Cascais venceu sem dificuldades o torneio ‘mini-hóquei’, alcançando quatro vitórias expressivas em outros tantos jogos. Nos benjamins a luta entre a Física ‘B’ e o Benfica durou até ao último encontro, altura em que as duas equipas se defrontaram. A vitória por 3-2 assegurou a vitória dos lisboetas no torneio. Nos escolares a situação foi idêntica, com Sporting de Torres e Lourinhã a partirem para a última jornada com duas vitórias em outros tantos jogos. Na derradeira partidas, ambas se defrontaram, sorrindo o triunfo à equipa torriense por cinco bolas a duas.
No escalão de infantis surgiu a única vitória internacional, pelos catalães do Vilassar. A luta pelo primeiro posto deu-se com a Académica de Coimbra que, à imagem dos vencedores, triunfou sobre Física e Sporting de Torres. O jogo decisivo deu-se na segunda jornada, com ‘estudantes’ e catalães a empatarem a seis bolas. O diferencial de golos acabou por desfazer a igualdade no primeiro posto. O mesmo aconteceu nos iniciados, onde Física, Benfica e HC Braga ficaram empatados na liderança com seis pontos. Os bracarenses acabaram com melhor diferença de golos, seguindo-se a Física e por fim o Benfica. Nos juvenis reuniram-se três equipas que lutam por lugares cimeiros no respectivo Campeonato Nacional. Acabou por ser o Grândola a equipa mais forte, alcançando sete pontos originados das vitórias sobre Sporting (4-2) e Sporting de Torres (6-4) e do empate com o HC Braga (2-2). O Sporting que venceu o HC Braga – na reedição da final do Campeonato Nacional de iniciados de há dois anos – e ficou em segundo com seis pontos, enquanto os minhotos finalizaram em terceiro com quatro pontos e o Sporting de Torres em quarto com zero. Por fim, nos juniores, a luta foi entre Física e HC Braga. Os dois conjuntos partiram em igualdade pontual para o derradeiro encontro que acabou por ser vencido pelos bracarenses, por 4-2. O Monjos da Catalunha ficou em terceiro e o HC Sintra em quarto.
11080472 1110699692290306 8424865758626677920 oForam igualmente entregues títulos individuais de melhor jogador e melhor marcador dos respectivos escalões, à excepção dos bambis. Miguel Franco (11 golos) da Física e Adonai Cambão (10 golos) do Sporting de Torres venceram os dois prémios em benjamins e escolares, respectivamente. O mesmo se passou nos infantis com Oriol Llenas (13 golos) do Vilassar e Guilherme Ferreira (7 golos) do HC Braga nos juniores. Nos iniciados, os bracarenses Fábio Ramos e Rodrigo Martins (7 golos) venceram os títulos de melhor jogador e melhor marcador, por esta ordem, enquanto nos juvenis Gonçalo Meira do HC Braga foi considerado o melhor jogador e Nuno Lopes do Sporting de Torres e André Silva do HC Braga foram os melhores marcadores, ambos com seis golos.
“Ganhou o hóquei em patins, ganhou a comunidade hoquista torriense e ganhou a cidade. Tivemos resultados muito equilibrados e a consequente emoção que proporcionou um forte envolvimento do público em muitos dos jogos”, avançou Hélder Andrade Santos, membro da Comissão Organizadora, igualmente satisfeito pelo decorrer das iniciativas exteriores à própria competição, como são caso o colóquio “Uma cidade, dois clubes. 70 anos de hóquei em patins em Torres Vedras” e o Jogo das Glórias, ambos realizados no Pavilhão da Física. “O colóquio foi muito interessante e útil do ponto de vista das ideias e reflexões que dali se puderam retirar. Foram tratados temas de grande relevo para o futuro da nossa modalidade, no sentido de sabermos o que fazer para melhorar a adesão da comunidade à mesma. Quanto ao Jogo das Glórias um grande sucesso e penso que esteve ao nível do Engenheiro Pedro Rosado que deu nome ao troféu em forma de homenagem a esta referência ímpar do hóquei em patins da cidade. Tivemos a presença de grandes nomes do hóquei torriense e também nacional, perante um pavilhão cheio que aproveitou o momento em que a competição era o que menos importava para puxar pelas duas equipas”, finalizou.

A encerrar, e já sem fazer parte do programa, os participantes assistiram – formando uma excelente moldura humana – ao jogo da equipa sénior entre Física e Alcobacense que o conjunto local venceu por 5-4 já na recta final, depois de ter estado a perder por 4-2. O calor do público, muito dele vindo de outras partes do país e inclusive da Catalunha – cujos responsáveis teceram rasgados elogios à organização durante a prova, inclusivamente nas redes sociais oficiais dos dois clubes que marcaram presença -, acabou por ajudar à recuperação da equipa de André Gil que assim fechou com chave de ouro três dias intensos de hóquei em patins em Torres Vedras, apelidada pelo Presidente da Associação de Patinagem de Lisboa, Luís Nascimento, como a “Cidade do Hóquei” que assim fez regressar o seu torneio ao nível a que já tinha habituado toda a Península Ibérica.

Pode acompanhar aqui os Resultados e Classificações deste Torneio