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Portugal bateu a Espanha na final da 66.ª Edição da Taça das Nações por 3-2, num jogo emotivo, mas onde o seleccionado de Luís Sénica esteve sempre em vantagem.
Foi o 4.º triunfo consecutivo, situação inédita para Portugal que soma após esta edição 18 triunfos, mais 2 que o nosso arqui-rival da modalidade, a Espanha.
Os Ursos inauguraram o marcador por Hélder Nunes à passagem do minuto sete numa fase onde as equipas se equilibravam. A Espanha reagiu ao infortúnio, e António Pérez tres minutos depois chegam ao empate.
Numa fase de maior ascende luso volta a ser a equipa das quinas a adiantar-se no marcador por Gonçalo Alves numa jogada de insistência do camisola 6 português a finalizar com subtileza, num pormenor individual delicioso, passavam treze minutos deste primeiro tempo. Até ao intervalo, algumas oportunidades para os dois lados mas o resultado não se alteraria.
Etapa complementar com a equipa dos “Ursos” a a baixar um pouco o ritmo e a tentar segur a bola, perante uma Espanha ansiosa para chegar ao empate. E foi Portugal que poderia ter aumentado para 3-1 não fosse Hélder Nunes a desperdiçar um LD a castigar um CA mostrado a António Pérez, estavam decorridos 9 minutos de jogo. Quem não desperdiçou foi a Espanha que aos doze minutos chega ao empate na transformação de um LD apontado por António Pérez que entretanto entrara em jogo, a penalizar a 10.ª falta da formação lusa.
Mas João Rodrigues aos 18 minutos a ganhar uma bola a meio rinque e isolada na cara de Carles Grau a fazer uma “picadinha” e a colocar a redondinha no fundo das redes.
Até final várias oportunidades com uma Espanha a pressionar e a incomodar com maior frequência a baliza defendida por André Girão que não vacilou e segurou a vantagem mínima.
Triunfo que é justíssimo da selecção de todos nós, que se apresentou com muitas novidades, mas mostrou que o hóquei em patins nacional está bem servido e recomenda-se.