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JorgeCorreia

Após um ano excelente a nível coletivo e pessoal, Jorge Correia coroou a temporada anterior com a estreia na Seleção Nacional, marcando uma carreira pautada por muito trabalho e humildade, que levaram Jorge até ao topo. Agora, quisemos saber como está a ser esta temporada e o que falta ainda alcançar ao experiente guarda-redes.

Plurisports (PLR): Depois do 4.º lugar conquistado na época anterior, como está a correr esta temporada?
Jorge Correia (JC): A época anterior foi fantástica, foi uma época em que tudo nos correu bem e que culminou com um 4.º lugar e um aceso à liga europeia. Sabíamos que ia ser um ano difícil de repetir e este ano estamos a sentir isso. De qualquer modo, tudo iremos fazer para tentar subir ao máximo a nossa classificação.

PLR: O ano passado foi dos teus melhores anos a nível pessoal, tendo inclusive sido chamado a representar a Seleção Nacional. Como sentiste esse momento? Esperas voltar a ser chamado?
JC: Foi um momento vivido com muita alegria. Acho que todos sonhámos um dia em representar a nossa seleção, mas confesso que nesta fase da minha carreira já não estava à espera que isso acontecesse. Por isso a satisfação foi ainda maior. Foi o culminar de uma época que me trouxe muitas coisas boas. Quanto ao futuro é muito difícil de responder. Como sempre fiz até aqui, é trabalhar dia a dia e depois logo se verá.

PLR: Representas a equipa da Juv. Viana e após o 4.º lugar da época anterior, este ano disputam a Liga Europeia. Como está a correr a vossa campanha?
JC: Neste momento ainda existe uma possibilidade de podermos passar a fase de grupos, mas sabemos que vai ser muito complicado. Penso que para além de algumas lesões no plantel, o castigo extremamente injusto ao Diogo e algumas arbitragens menos conseguidas não nos têm deixado fazer melhor.

PLR: Existe uma diferença grande entre as equipas portuguesas e as outras equipas europeias com quem se têm cruzado?
JC: Ficámos num grupo complicado juntamente com duas equipas já com bastante experiência na Liga Europeia, onde uma delas já foi inclusive algumas vezes campeã. Neste sentido, a diferença que sentimos tem sido essencialmente essa, a experiência.

PLR: O que é preciso para se ser um guarda-redes de qualidade? Qual o teu segredo?
JC: Acho que como em tudo na vida é necessário uma pequena dose de talento e depois muito trabalho. Acho que estes dois aspetos são os mais importantes em qualquer desporto ou em qualquer atividade. E depois uma grande vontade em querer melhorar dia após dia.

PLR: Tens atualmente 32 anos e provavelmente ainda jogarás por alguns anos. O que ainda te falta alcançar?
JC: Isso é muito difícil de responder, mas basicamente quero continuar a melhorar e ajudar ao máximo o meu clube a atingir os seus objetivos.

PLR: Que mensagem deixas a todos aqueles que te acompanham e torcem pela Juventude de Viana?
JC: Que nos continuem a apoiar pois são eles que dão sentido às nossas vitórias e aos nossos sucessos. Sem eles tudo seria mais difícil.

Foto: Facebook do atleta

LuisViana

Apesar dos anos irem passando, Luís Viana tem sido ano após ano um dos artilheiros do campeonato mostrando que apesar dos 38 anos, quem sabe nunca esquece. Após um sensacional 4.º lugar na temporada anterior, quisemos saber como está a correr a temporada 2014/15 e facilmente percebemos que tudo corre bem para os lados de Viana do Castelo.

Plurisports (PLR): Depois do 4.º lugar conquistado na época anterior, como está a correr esta temporada?
Luís Viana (LV): Realmente a época anterior correu bem, mas esta temporada também a decorrer dentro das expectativas e objetivos do clube.

PLR: A nível pessoal, ano após ano és um dos melhores marcadores do campeonato, sendo fundamental para as equipas que representas. Como te sentes nesse papel?
LV: Apesar dos golos que consigo, sinto-me apenas mais um jogador de um grupo que tenta dar o melhor pela equipa ajudando a conseguir alcançar os objetivos propostos.

PLR: Representas a equipa da Juv. Viana e após o 4.º lugar da época anterior, este ano disputam a Liga Europeia. Como está a correr a vossa campanha?
LV: Está a ser uma excelente experiência para todos desde os jogadores, adeptos e clube, pois é para a maioria uma nova realidade participar na maior competição de clubes.

PLR: Estás atualmente com 38 anos e ainda jogas ao mais alto nível. Quantos anos mais poderemos contar com o Luís Viana?
LV: Sinceramente ainda não pensei muito nisso, mas ainda penso jogar mais uns anos. 

PLR: Já pensaste o que fazer quando deixares de jogar? Vais deixar a modalidade ou ficar ligado noutro papel?
LV: Quando isso acontecer vou tentar ficar ligado à modalidade, sem dúvida.

PLR: Que mensagem deixas a todos aqueles que te acompanham e torcem pela Juventude de Viana?
LV: Que estejam presentes com o seu apoio pois a juventude de Viana precisa de todo o apoio possível, pois não nos podemos esquecer que à 2 anos atrás a juventude estava na 2ª divisão e neste momento joga com os melhores da Europa e isso deve-se a muito trabalho e esforço de todos os envolvidos.

 Foto: Paula Brites Cunha

RuiCarvalhoANACP

Fomos tentar saber qual a missão da ANACP e quais as suas ideias. O atual presidente, Rui Carvalho, tem 34 anos e já foi jogador e treinador de hóquei em patins, sendo atualmente diretor na Casa do Povo de Sobreira cargo que acumula com a presidência da ANACP (Associação Nacional de Clubes de Patinagem), prontamente acedeu a dar-nos algumas impressões. 

Plurisports (PLR): És o presidente da Associação Nacional de Clubes. Que tal está a ser a experiência?
Rui Carvalho (RC): Deixa-me fazer uma pequena introdução. A Associação Nacional de Clubes de Patinagem surge em 2009, é ainda uma associação muito nova. Em 2009 fazia parte da direção da Casa do Povo de Sobreira e acompanhei o processo da criação da ANACP, na altura quem liderava era o presidente da CP Sobreira, Vitor Soares. Em 2012, após o Europeu em Paredes, passei a presidir à ANACP, convém salientar que quem preside, ou melhor, quem está nos órgãos sociais e quem é associado da ANACP são os clubes. Desta forma, após o Europeu o Vitor Soares, por motivos profissionais, ausentou-se do país, e fui nomeado pela CP Sobreira para o substituir até ao final do mandato.
Em Junho De 2014 a ANACP teve o seu segundo acto eleitoral. A ANACP é uma associação recente que tem vindo a conquistar o seu espaço e a demonstrar o seu papel no seio da modalidade.
A experiência tem sido enriquecedora. O desempenho de um cargo leva-nos a ter uma outra postura, obriga-nos a ser mais ponderados, menos impulsivos e passamos a olhar para a modalidade com outros olhos.
Não podes responder ou fazer algo sem pensares porque tu, representas uma Associação. No meu caso, represento os clubes associados da ANACP.

PLR: Quais os grandes objetivos da ANACP?
RC: A ANACP tem como principais objectivos formar, dirigir e incentivar a prática da patinagem, em todas as suas modalidades, a nível nacional. Fomentar o desenvolvimento e progresso técnico da patinagem. Estabelecer e manter relações com todas as entidades, nacionais ou não, que desenvolvam a promoção e programação do desporto e do espírito olímpico, nomeadamente através da prática da patinagem. Estas são as linhas gerais da ANACP.
Temos vindo a realizar ações em áreas que consideramos que existiam lacunas, como ações e formação para divulgação da modalidade, como o “Dia do Guarda-Redes” e pretendemos fazer mais algumas, como o “Dia do Artista” para jogadores de campo.
Para 2015 temos previsto outras ações para a divulgação e reflexão sobre a modalidade. Por exemplo, iremos organizar em parceria com o Conselho Nacional de arbitragem para uma clinica para treinadores e dirigentes no Inter-Regioes.
Vamos organizar em parceria com a Direção Técnica Nacional o 1º Encontro Nacional de Mini-Hóquei.
O que defende a ANACP é a melhoria das modalidades da patinagem:
•Hóquei em patins, agilização de processos, como o boletim eletrónico, reformulação dos campeonatos nacionais dos escalões de formação, criando maior competitividade, aumento do número de clubes. Reformulação do modelo de transferências, protegendo os clubes formadores.
•Patinagem Artística, mediatizar, ou seja, torna-la mais atrativa para os espetadores. Quando vemos um espetáculo de patinagem artística no gelo, vemos todo aquele jogo de luzes e som que atrai as pessoas a verem um espetáculo assim, penso que falta dar esse passo para que a patinagem artística seja mais mediática.
•Patinagem de Velocidade, continuar a sua promoção para que tenhamos mais praticantes. Já se deu um passo muito importante com a introdução no desporto escolar o que trará mais praticantes para as modalidades de patinagem.

PLR: Quantos associados tem a ANACP?
RC: Antes de responder à sua questão, quero fazer um ponto prévio, um clube quando se filia na Federação tem de ser associado de uma associação de patinagem. A filiação na ANACP é opcional, ou seja, só é associado da ANACP quem quer, não existe obrigação. Desta froma, quem é associado da ANACP interessa-se e participa na melhoria da modalidade, seguindo todos os princípios preconizados no seu “objecto”.
Neste momento temos cerca de 40 associados e acredito que até ao final do ano teremos mais. Por ano, temos 5/6 clubes a entrar para associados.

PLR: Quantos gostariam de ter num futuro próximo?
RC: Gostaríamos de ter mais, mas quantidade não é sinónimo de Qualidade. Deixe-me explicar, a ANACP quer ter cada vez mais associados, mas associados que participem, sejam interventivos e deixem a sua opinião.

PLR: O que poderá levar os clubes a se filiarem na ANACP?
RC: Essa é uma questão que não sei responder. Tem de perguntar aos clubes. Mas deixo um exemplo. Por vezes, as questões dos clubes não chegam às assembleias da Federação, ou seja, por norma, a grande maioria das associações, antes das assembleias da FPP, fazem reuniões com os clubes para definição do seu sentido de voto da associação e para levar questões sobre as quais os clubes não têm resposta ou querem ser esclarecidos.
A ANACP tem representação nas assembleias da FPP e tem colocado todas as questões que os seus associados sugerem e muitas vezes, conseguimos responder a dúvidas que os clubes nos colocam.
Para se perceber o papel da ANACP, é importante voltar um pouco atrás.
Sabe quem propôs a redução das taxas em 30% para a 1ª, 2ª e 3ª Divisão Nacional? Foi a ANACP.
Sabe quem propôs a abolição das taxas de transferência para os atletas sub23? Foi a ANACP. À custa dessa mudança vemos cada vez mais clubes a apostar em atletas vindos dos juniores e da sua formação.
Sabe quem propôs um grupo de trabalho para reformulação dos campeonatos nacionais? Foi a ANACP.

PLR: Que mensagem deixas a todos aqueles que estão envolvidos no hóquei em patins?
RC: Deixo a mensagem que tenho repetido várias vezes.
Aproveitar a oportunidade para desafiar todos os que esgrimem opiniões sobre a modalidade para se juntarem à ANACP e serem mais uma voz na melhoria do hóquei em patins, da Patinagem Artística e da Patinagem de Velocidade.
É fácil criticar! Difícil é fazer o que a ANACP faz. Critica quando deve criticar, apoia quando deve apoiar e sempre apresenta soluções/alternativas para o que entende que esteja errado na modalidade, mesmo que por vezes todos considerem que estamos errados.

AndréAzevedoUDO

Fomos conversar com André Azevedo, jogador da UD Oliveirense e abordamos o momento da UDO, mas também procuramos saber como vive uma nova etapa. Pai de Gustavo e Henrique, o experiente jogador, que já viveu imensas emoções durante a sua vida desportiva, vive-as agora também na bancada, enquanto acompanha os dois pequenos craques, que naturalmente seguiram as pisadas do pai e jogam nos Benjamins e Escolares do FC Porto.

Plurisports (PLR): Depois de uma fase menos conseguida, a UD Oliveirense tem vencido as últimas partidas. Quais os vossos objetivos para esta temporada?
André Azevedo (AA): É um facto que inicialmente as coisas não correram como esperado. Ainda assim, os objetivos da UDO mantêm se inalterados apesar de um início menos conseguido, lutar pelo 3° lugar e chegar às finais das taças.

PLR: Tens atualmente 38 anos e continuas a jogar ao mais alto nível. Como te sentes? Quantos anos mais pensas ainda jogar?
AA: Pessoalmente enquanto tiver prazer de jogar, da competição e sentir que tenho capacidade para ajudar a equipa vou continuar a jogar.

PLR: Agora tens os teus filhos, que seguiram as tuas pisadas e são pequenos craques do FC Porto. Como é ver esse crescimento na tua modalidade?
AA: É verdade! Os meus filhotes também já abraçaram a modalidade. Nesse papel, é ver o hóquei de uma maneira completamente diferente, quase que sinto as emoções deles em campo, é indescritível, mas acima de tudo tento ser Pai e pelo menos nesta fase que se divirtam.

PLR: Certamente acompanhas os jogos e treinos deles. Quais os conselhos que lhes dás? Eles ouvem-te?
AA: Não são muitos. Apenas destaco o nível qualitativo no treino e competição em relação ao meu tempo de escolar. O conselho que dou aos mais novos é acima de tudo evoluir no treino para poderem disfrutar no jogo.

PLR: O que pensas fazer no hóquei em patins, quando deixares de jogar? Ser treinador? Ser dirigente? Acompanhar apenas os teus filhos?
AA: A modalidade já me deu muito, cresci com o hóquei, não me lembro de não jogar hóquei, o que faz com que esta modalidade seja parte de mim. Por tudo isto, no dia em que deixar de jogar, obviamente vou abraçar outro projeto ligado à modalidade muito possivelmente treinador.

Foto: UD Oliveirense

AntoEmiliLopes

Estivemos à conversa com António Emílio Lopes (ao centro na foto), que é atualmente o Presidente da AP Minho, instituição que representa desde os tempos em que entrou como presidente adjunto do anterior presidente José Paulo Matias. A sua entrada na AP Minho veio colmatar uma necessidade de preencher uma vaga na direção, tendo ficado até aos dias de hoje. Quando abordado pela Plurisports, prontamente acedeu em ter uma pequena conversa, que aqui fica.

Plurisports (PLR): Quais são os objetivos da AP Minho para esta temporada?
António Emílio Lopes (AEL): Os objetivos da AP Minho, são os mesmos do costume, organizar o melhor possível as competições regionais e divulgar a modalidade através de eventos quer de âmbito regional ou nacional.

PLR: Quais as principais dificuldades de uma Associação como a AP Minho? Que tem a associação planeado a curto-médio prazo, para a divulgação, evolução e dinamização da modalidade?
AEL: As dificuldades sentidas são as de todos, neste momento e com a crise instalada, a comparticipação financeira que as associações recebem, sofreram cortes na ordem dos 50%, o que faz com que se torne mais difícil a gestão corrente e a organização de eventos desportivos.

PLR: Quais os objetivos da Seleção Distrital Sub15 para o Inter-Regiões desta temporada?
AEL: O objectivo das Seleções da AP Minho, em qualquer prova, tal como no Inter-regiões é sempre o mesmo, ou seja ganhar a competição. Como sabem é difícil, porque estão reunidos os melhores atletas Sub15 do país, mas certamente dignificarão a camisola que envergam.

PLR: Que mensagem deixa a todos os amantes da modalidade?
AEL: Aos amantes da modalidade sugiro que a apoiem indo aos pavilhões, vendo jogos para que estes tenham as bancadas cheias, apoiando e incentivando os atletas para que se sintam motivados a dar o seu melhor, para assim relançar a nossa modalidade para patamares que merece, uma vez que é modalidade nacional com maior projeção a nível internacional.

BrunoGomesPBC

Bruno Gomes esteve entre 2005 e 2010 como treinador dos Escolares e Infantis da extinta CD Nortecoope, tendo ingressado nesse mesmo ano no OC Barcelos, onde atualmente treina as equipas de Juniores e Seniores B. Natural dos Carvalhos, Bruno Gomes prontamente acedeu em falar um pouco da sua jornada em Barcelos, desde 2010 até aos dias de hoje.

Pluriposrts (PLR): Está no OC Barcelos há quantos anos? O que tem mudado no clube ao longo dos anos?
Bruno Gomes (BG): Estou em Barcelos desde 2010. Mudou muita coisa desde a minha primeira época, pois encontrei o clube numa fase transitória tanto administrativo como ao nível da formação , pois o modelo " SAD" tinha sido imposto e ao nível da formação tínhamos perdido muitos valores para outros clubes. Dois anos depois a direção alterou ficando Presidida pelo Sr. Dias e a coordenação das camadas jovens ficou entregue ao Sr. Nelson Araújo. Aqui foi na minha ótica o ponto de viragem pois passamos a ter uma enorme estabilidade, tanto no campo administrativo, como no campo desportivo / formação. Trabalhando assim a formação num modelo que poderá sustentar/ suportar valores futuros para os Seniores A. Não sendo por acaso, que o plantel Sénior seja constituído por 7 em 10 jogadores, todos com a sua formação em Barcelos.

PLR: Já esteve como treinador dos Sub17, entretanto treinou também os Sub20, posição que acumula juntamente com a de treinador da equipa B do OCB. Quais os objetivos da equipa B?
BG: Permitir, a atletas da nossa formação ter um contacto, com o escalão sénior altamente competitivo, como é hoje campeonato nacional da terceira divisão. Na perspetiva do atleta é uma forma de poderem continuar a sua formação / evolução dentro do nosso clube. Na perspetiva do Clube, é uma forma de podermos continuar a avaliar o comportamento e evolução do atleta, com o objetivo de não recorrermos ao mercado externo, aproveitando assim o resultado da nossa formação, para o Plantel principal.

PLR: Como é ser treinador de um histórico como o OC Barcelos?
BG: Ser treinador do Óquei de Barcelos, traz tanto de Orgulho como de responsabilidade, pois a tudo que envolve Barcelos respira Hóquei e acima de tudo, toda a massa de simpatizantes se habituou a crescer vendo Hóquei, percebem muito da modalidade, vibram, sofrem e acompanham o Clube para todo o lado. Sentes sempre a pressão de ganhar em qualquer jogo, pois estas num clube que nos habituou a isso ao longo da sua História. Quer tenhas um plantel recheado de valores ou não, o símbolo que está na camisola é o do Oquei de Barcelos, e a qualquer sítio que que vamos o Símbolo é reconhecido e respeitado.

PLR: Quais os seus planos para o futuro?
BG: Espero Continuar a trabalhar da mesma forma todos os dias , todos os treinos enquanto merecer a confiança e o reconhecimento do Oquei de Barcelos. O "Futuro" é que temos treino Amanhã e Jogo no Domingo.

PLR: O objetivo da equipa B é subir de divisão?
BG: O objetivo da equipa "B", não é nem nunca foi subir de Divisão, se no dia 3 de Maio de 2015 estivermos numa posição que nos permita subir de divisão , cá estaremos de forma a continuar, com a mesma filosofia de trabalho, ao nível da formação.

PLR: Como está a correr a temporada?
BG: A temporada está a correr conforme planeámos , tanto ao nível de resultados desportivos como da evolução de todos os Atletas, situação que nos deixa muito orgulhosos , pois apenas vem confirmar que as bases que o Clube criou e tem sustentado, são as corretas .

PLR: Que mensagem deixa aos adeptos do OC Barcelos?
BG: A única mensagem que posso deixar, não é um obrigado mas sim que continuarei a responder com muito trabalho e" garra " de vencer a todo o apoio que sempre me deram.

Foto: Paulo Brites Cunha

TomásCastanheira

Estivemos à conversa com Tomás Castanheira, que depois de um percurso fantástico ao serviço das equipas de formação do FC Porto, passou por um período de menor utilização no HA Cambra, tendo-se entretanto transferido para o CI Sagres onde, treinado pelo pai e jogando ao lado do irmão, diz ter reencontrado a alegria e vontade de jogar.

PLR: O que te levou a transferir para o CIS?
Tomás Castanheira (TM): Penso que houve três fatores fundamentais. O primeiro foi o facto de poder voltar a representar um Clube que tão bem conheço, onde fui feliz durante 8 anos. Segundo, por acreditar no projeto do Infante Sagres e saber que tínhamos possibilidades de atingir os objetivos propostos. Terceiro, não menos importante, sabia que ia encontrar um grupo fantástico, onde tenho grandes amigos, e o facto de ser orientado pelo meu pai ao mesmo tempo que jogo ao lado do meu irmão, é obviamente especial.

PLR: És o melhor marcador da tua equipa. Como tem corrido a tua época no CIS?
TC: Penso que tem corrido bastante bem, mais importante ainda do que ser o melhor marcador é saber que continuamos na luta pela subida à primeira divisão que é o principal objetivo da equipa.

PLR: As coisas têm corrido como esperavas? Tens cumprido os objetivos que querias?
TC: Sinceramente acredito que estão a correr melhor do que pensava. Vim de dois anos em Cambra onde não tive muitas oportunidade e felizmente os objetivos individuais a que me propus já atingi que passava por ganhar confiança na forma de jogar e voltar a sentir uma vontade enorme de jogar Hóquei patins.

PLR: Jogavas no HA Cambra na 1.ª divisão e agora jogas no CI Sagres na 2.ª Divisão. Quais os teus planos para o futuro?
TC: O facto de ter vindo para o Infante Sagres na 2.ª Divisão não significa para mim ter dado um passo atrás na minha carreira, antes pelo contrário. Tive oportunidade de continuar na 1a divisão, mas como já referi precisava de voltar a ganhar confiança. Quanto ao meu futuro, obviamente gostaria de poder representar um clube de topo da 1.ª Divisão.

PLR: Como analisas os últimos resultados da vossa equipa? O objetivo é a subida?
TC: Apesar da última vitória frente ao Lavra, os últimos resultados não estavam a ser os melhores. Acredito que essa fase menos positiva já está ultrapassada. O objetivo da equipa é sem dúvida a subida, visto que o lugar do Infante Sagres é na primeira divisão, assim como o grupo de jogadores e equipa técnica que dispõe.

PLR: O que podes dizer aos adeptos do CIS?
TC: Aos adeptos do Infante quero agradecer o facto de nos acompanharem para todo o lado e por aderirem cada vez mais a esta "onda" Infante Sagres. Como recompensa, prometo que vamos honrar sempre a camisola e que tudo faremos para atingir as vitórias.

CarlosLoureiro

Carlos Loureiro foi a primeira pessoa com quem falamos neste novo ano, questionando o jogador sobre a temporada e como estão a correr as coisas aos Sub20 do HC Braga e o jogador prontamente acedeu ao pedido.

Plurisports (PLR): Depois de no passado te teres sagrado Campeão Nacional Sub17, como está a correr esta temporada?
Carlos Loureiro (CL): Desde já queria agradecer o convite por esta entrevista por parte da Plurisports. Esta temporada está a correr bem, estamos em 1.º lugar do Campeonato Regional e pretendemos acabar neste lugar para conquistarmos mais um título Regional de Juniores para o Hóquei Clube de Braga.

PLR: Quais os objetivos dos Sub20 HC Braga para esta temporada?
CL: Os objetivos da nossa equipa são em primeiro lugar sermos Campeões Regionais. No que diz respeito ao Campeonato Nacional tentaremos passar as fases de acesso até chegarmos à Final4, como temos feito nos últimos anos. Se chegarmos lá, iremos lutar pelo Titulo Nacional, mas sabemos que será uma tarefa muito difícil que só com muito trabalho e humildade conseguiremos alcançar.

PLR: Estão na frente do Campeonato Regional Sub20 da AP Minho. Estão a realizar uma boa campanha? Está a correr bem?
CL: Sim, estamos. Como se sabe o Campeonato Regional do Minho é muito equilibrado, existem equipas fortes, principalmente quando jogam em casa. Nós até ao momento só perdemos dois pontos fora, tem corrido tudo bem e espero que assim continue.

PLR: Quais os teus objetivos pessoais a curto médio prazo?
CL: Em relação aos meus objetivos pessoais, tenho como qualquer atleta, a vontade de representar a seleção Portuguesa de Hóquei em Patins (Sub20), mas sei que só com muito trabalho e dedicação no meu clube, conseguirei chegar à seleção Nacional.

PLR: Que mensagens deixas aos vossos adeptos?
CL: No que diz respeito aos adeptos do HCB, espero que continuem a apoiarem-nos da forma que o tem feito. Da nossa parte tudo faremos para chegar a Final4 e trazer o Título, que nos tem "fugido" nas últimas épocas.

Foto: Facebook do atleta

JoãoMartinsCHCSub17

João Martins é o nome de um dos reforços dos Sub17 do CH Carvalhos para esta temporada. Depois de ter representado a ACR Gulpilhares durante toda a sua formação, o jovem decidiu trocar de clube para esta nova temporada e a verdade é que não se tem saído nada mal. Apurados para a 2.ª fase do Campeonato Distrital Sub17 da AP Porto, o CH Carvalhos tem deixado a sua marca na prova.
Plurisports (PLR): Transferiste-te este ano para o CH Carvalhos, depois de teres feito a tua formação na ACR Gulpilhares. Como está a ser a tua etapa nos Carvalhos?
João Martins (JM): Esta nova etapa está a correr muito bem. Pessoalmente as coisas têm-me corrido bem, tenho feito bons jogos e ajudado a minha equipa.

PLR: A vossa equipa tem feito bons resultados, especialmente em casa. Já venceram o FC Porto e empataram recentemente frente à AD Valongo. Como está a correr a temporada?
JM: No meu ponto de vista, a temporada tem corrido bem. De uma forma geral temos feito bons resultados, embora contra o Infante não tenhamos consigo o resultado que esperávamos, mas vamos tentar melhorar ainda mais, para continuar a fazer uma boa temporada.

PLR: Quais os objetivos da tua equipa para esta temporada?
JM: O objetivo da nossa equipa é chegar o mais longe possível. Conseguir o apuramento para o Campeonato Nacional e quem sabe chegar à fase final do Campeonato Nacional.

PLR: Estão atualmente na 2.ª fase do Campeonato Distrital Sub17 da AP Porto . Estão a realizar uma boa campanha? Está a correr bem?
JM: Acho que realmente as coisas estão a correr bem e temos feito bons resultados, exceto o tal jogo que já referi anteriormente, frente ao CI Sagres.

PLR: Quais os teus objetivos pessoais que tem a curto médio prazo?
JM: Neste momento tenho apenas três objetivos que são: ir a seleção nacional, ajudar a minha equipa o máximo que conseguir e trabalho muito, todos os dias, para ser cada vez melhor.

PLR: Que mensagens deixas aos vossos adeptos?
JM: Primeiro quero começar por agradecer a todos os nossos apoiantes e adeptos pela forma como me receberam no clube e também o apoio que nos dão em todos os jogos, pois têm sido enormes. Obrigado por tudo.

Foto: Facebook do Jogador

JoaoPinheiro

Estivemos à conversa com João Pinheiro, que começou a dar as primeiras “patinadelas” no Famalicense AC, tendo entretanto seguido para o FC Porto onde fez a sua formação, desde os Sub15 até aos Sub20. Entretanto o jovem voltou ao clube de origem, que representou até à época anterior, seguindo nesta temporada para o CI Sagres, onde joga sob as “ordens” de Paulo Castanheira.

Plurisports (PLR): O CI Sagres disputa atualmente o Campeonato Nacional da 2.ª Divizão – Zona Norte. O que te levou a transferir para o CI Sagres?
João Pinheiro (JP): Foram principalmente 2 os motivos da minha ida para o CIS. O 1.º pela vontade de ingressar num projeto ambicioso num clube que apenas respira hóquei patins, e o 2.º por poder voltar a jogar com amigos com quem já joguei e confio plenamente nas suas capacidades, bem como com jogadores experientes que admiro muito. Uma vez que já conhecia também o Paulo Castanheira, estava "curioso" e com vontade de poder trabalhar com ele pois nunca tive o prazer de ser seu atleta.

PLR: Como tem corrido a tua temporada no teu novo clube?
JP: A época começou bem, desde o momento em que fui bem recebido por todos e integrado num grupo fantástico. Relativamente à época competitiva tem sido bastante produtiva, temos conseguido jogo a jogo alcançar as vitórias que nos coloca no topo da tabela, apesar de termos perdido a liderança recentemente. Não tenho dúvidas que mais cedo ou mais tarde voltaremos para o nosso lugar habitual.

PLR: Tens cumprido os objetivos que querias?
JP: Sim, os meus objetivos passam por ajudar a equipa a chegar o mais longe possível. Para já, faltando ainda muito campeonato pela frente, sinto que ainda posso evoluir e aprender muito mais com os jogadores da minha equipa.

PLR: Quais os teus planos para o futuro?
JP: Ainda sou muito jovem e espero ter muitos anos de hóquei patins pela frente. Estou neste momento a fazer o meu 3.º ano como sénior, e joguei até agora na 2.º divisão, portanto o meu principal objetivo individual é juntar-me aos melhores e jogar na 1.ª divisão. No entanto, neste momento concentro.me apenas que tenho mais meio campeonato para realizar e sempre com o objetivo de vitória.

PLR: Como analisas os últimos resultados da vossa equipa? O objetivo é a subida?
JP: A equipa sofreu uma recaída nos resultados, é verdade. Umas pequenas desconcentrações levaram-nos a perder alguns pontos no campeonato e a saída da taça de Portugal. Mas a equipa já sentiu isso, e vai reagir sem dúvida já no próximo jogo. Sim, o objetivo é claro, a subida de divisão e realmente, com os jogadores, com a equipa técnica e com toda esta mística existente neste clube, acredito firmemente que é possível.

PLR: O que podes dizer aos adeptos do CIS?
JP: Aos adeptos do CIS, posso prometer toda a minha entrega a este clube que merece o melhor de todos. Eles são também uma força para nos e já o mostraram várias vezes. Aproveito este momento para agradecer todo o apoio que prestam a equipa, são realmente muito bons. E como agradecimento no final da época terão também como prenda a subida de divisão.

Fonte: Facebook do atleta

FLorindoCardoso

Estivemos à conversa com o árbitro internacional Florindo Cardoso, do CRAHP do Minho, que tem 49 anos e reside em Alvelos, na cidade de Barcelos. Árbitro há 23 anos, começou as lides da arbitragem, pelo gosto em participar e fazer parte do jogo de hóquei em patins. Quisemos saber a opinião do experiente árbitro, que prontamente acedeu ao nosso pedido.

PLURISPORTS (PLR): Tendo em conta o papel do árbitro no jogo, como peça fundamental e indispensável ao mesmo, acha que os árbitros deveriam ser tratados de outra forma?
FLORINDO (FL): Eu penso que os árbitros são bem tratados e não podemos, nem devemos mudar a forma menos educada com que algumas vezes são tratados pois temos que entender que o desporto gera paixões, emoções fortes, o que leva alguns adeptos a cometer alguns excessos ao não aceitar as decisões tomadas pelos árbitros em relação a algumas situações no jogo.

PLR: O que pensa do estado da arbitragem e dos árbitros em geral? Estamos bem servidos?
FL: A arbitragem está bem e tem melhorado muito, mas ainda pode melhorar muito mais. De uma forma geral, os árbitros estão bem e com mais ou menos dificuldades vão atingindo os seus objetivos. Eu penso que estamos bem servidos de árbitros, em quantidade e qualidade.

PLR: Os árbitros portugueses apresentam boa qualidade, mas acha que poderia ser feito algo para ainda melhorar?
FL: Sim os árbitros portugueses são de excelente qualidade, mas podia-se melhorar se fossem criadas condições de treino em pista e mais estudo sobre as regras, o que obrigaria os árbitros a estarem mais disponíveis, o que não é muito fácil visto que todos os árbitros têm os seus empregos e com horários diversos, o que torna o treino e estudo muito difícil e por este motivo o melhoramento vai-se conseguindo mas muito devagar e à custa de muito sacrifício.

PLR: Quais os momentos positivos mais marcantes da carreira? Quais os momentos menos positivos?
FL: O momento mais positivo, foi ter conseguido atingir a categoria de árbitro internacional. Momentos menos positivos não tenho, porque para mim todos os momentos na arbitragem são positivos.

PLR: Quais objetivos a curto/médio prazo?
FL: Eu não traço objetivos nem a curto nem a médio prazo porque tento sempre dar o meu melhor, para atingir o mais alto nível possível de qualidade.

PLR: Qual o jogo/competição que sonha um dia apitar?
FL: Eu não sonho com jogos, pois estou sempre preparado para apitar os jogos para os quais as entidades competentes entenderem que eu sou o árbitro certo para esse jogo.

PLR: Que mensagem deixa a todos os intervenientes do Hóquei em Patins?
FL: Que o hóquei volte o mais rápido possível a ser o desporto das grandes paixões e emoções que outrora já foi e principalmente que volte a ser um verdadeiro espetáculo desportivo, para que os recintos desportivos voltem a encher de espectadores, porque só com muitos espectadores é possível existir bom hóquei patins.

Foto: Facebook do árbitro

JoséPinto
José Pinto é um dos mais experientes árbitros portugueses e com um currículo invejável, já apitou quase todo o tipo de jogos, das mais variadas competições, faltando-lhe apenas a Supertaça de Portugal e a Taça Intercontinental para fechar em beleza uma carreira de grande qualidade. Afeto ao CRA do Porto, tem 50 anos e é residente na cidade do Porto, sendo árbitro de hóquei em patins, à precisamente 27 anos!

Plurisports (PLR): Quais as principais razões que o levaram a ser árbitro?
José Pinto (JP): As principais razões que me levaram a ser árbitro foi o gosto pela modalidade e o facto de o meu pai também ter sido árbitro durante 25 anos. Nessa altura já o acompanhava para ver jogos que ele ia arbitrar. Quando ele terminou a sua carreira na arbitragem, começou a de dirigente no CRA de Aveiro, como Presidente. Então aí surgiu o convite por parte dele para que eu frequentasse o curso de árbitros, ao qual eu acedi de imediato. Fiz os dois primeiros anos de árbitro no CRA de Aveiro como árbitro estagiário, pedindo depois a transferência para o CRA do Porto, tendo subido a árbitro de 1ª categoria em 1993 e a árbitro Internacional em 1997.

PLR: Tendo em conta o papel do árbitro no jogo, como peça fundamental e indispensável ao mesmo, acha que os árbitros deveriam ser tratados de outra forma?
JP: Sim, penso que os árbitros em qualquer modalidade que seja, deveriam ser tratados com mais respeito, pois em cada jogo tentam aplicar as regras da melhor forma para benefício do espetáculo desportivo, nem sempre sendo possível. Ser árbitro não é fácil porque estamos sujeitos a muita pressão e temos de ajuizar os lances do jogo numa fração de segundos e nem sempre os analisamos da melhor forma, porque os árbitros são seres humanos tendo o direito de errar como qualquer outro agente ligado ao jogo.

PLR: Quais os momentos positivos mais marcantes da carreira?
JP: Existem vários momentos marcantes na minha carreira de árbitro, sendo um deles no ano de 2000, em que venci o Troféu Serpa na 1ª Gala da Patinagem. Já em 2003 e 2009, também foi importante para mim ter sido o ''Árbitro do Ano'', elegido pelo Conselho de Arbitragem. Finalmente, também julgo ter sido marcante arbitrar a final do Campeonato do Mundo de Séniores Masculinos em 2009 entre as seleções da Espanha e da Argentina.

PLR: Quais os momentos menos positivos?
JP: O momento menos positivo foi quando me diagnosticaram um grave problema de saúde, estando eu no auge da minha carreira desportiva, tendo subido nessa altura à categoria de Internacional, e fui obrigado com muita pena minha a deixar a arbitragem durante um ano. Entretanto consegui vencer essa adversidade podendo-me orgulhar de tudo o que fiz na minha carreira desportiva enquanto árbitro e de ter dignificado a arbitragem tanto a nível nacional como a nível internacional.

PLR: Quais objetivos a curto/médio prazo?
JP: Os meus objetivos já foram alcançados pelo facto de já ter chegado à categoria máxima da modalidade, que é a Internacionalização, que penso ser o que todos os árbitros ambicionam e por já ter arbitrado quase todas as finais quer a nível internacional como a nível nacional.

PLR: Qual o jogo/competição que sonha um dia apitar?
JP: A nível internacional uma Taça Intercontinental e a nível nacional uma Supertaça, porque são finais que nunca arbitrei em toda a minha carreira.

PLR: Que mensagem deixa a todos os intervenientes do Hóquei em Patins?
JP: Que todos os países se unam para que juntos possamos fazer do Hóquei em Patins uma modalidade mais forte, porque ainda recentemente no Campeonato Europeu de Sub20 na cidade de Valongo, realizou-se um Clinic para se debater diversos assuntos e os únicos países que estiveram presentes, além dos árbitros, foram de Portugal, Espanha e Itália, que se fizeram representar por dirigentes e treinadores. Os países que poderiam ter mais interesse nesta iniciativa nem sequer compareceram. Também que haja uma maior divulgação do Hóquei em Patins na imprensa escrita, porque a nível de transmissões de jogos já se vai fazendo algo de melhor. Aproveito também a oportunidade para agradecer à Plurisports tudo o que tem feito e que de certeza irá continuar a fazer para a divulgação da modalidade, que penso eu ser a que mais títulos continua a dar ao nosso país.