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NelsonAraujo1

Estivemos à conversa com Nelson Araújo, coordenador do OC Barcelos desde 2009 e procuramos saber um pouco sobre a temporada do OC Barcelos, em que os Sub20 se apuraram para a Fase Final do Campeonato Nacional, que está a decorrer e em que a equipa de seniores B se sagrou Campeã Nacional da 3.ª Divisão.

 

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Geitoeira1

Ricardo Geitoeira treinador do HA Cambra, que esta temporada se sagrou Campeão Nacional da 2.ª Divisão Nacional esteve nos estúdios Plurisports para uma entrevista onde abordamos todos os temas sobre a temporada magnífica realizada pelo HA Cambra, bem como a vida de um treinador e as angústias e felicidades da sua carreira.

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Aproveitando a presença de Vítor Ferreira um dos mentores e responsável por esta primeira edição do CN de Veteranos, na final que se realizou em Tomar no passado fim de semana, saber um pouco mais de toda a envolvência e conhecer também os problemas e as ansiedades deste escalão, cada vez mais com maior representatividade.
São cerca de meio milhar, os atletas que estão envolvidos nesta competição, o que dá uma pequena ideia do trabalho que é necessário realizar para por todo esta organização de pé.
A par do Campeonato Nacional, desenrolou-se a Taça de Portugal em Veteranos que terá a final no próximo dia 21 de Junho no Pavilhão “João Campelo” em Massamá, tendo-se realizado 85 jogos de Norte a Sul do País. Sem dúvidas que é uma prova a acompanhar de perto, e com atenção, até se considerarmos, que é envolve muita gente, gente de renome, e que muito contribuiu para que a modalidade fosse uma das mais queridas no nosso país.

Antes de mais quisemos saber que balanço faz, Vítor Silva desta primeira edição da prova.
Faço um balanço positivo, já que nós conseguimos angariar perto de 400 atletas (395 no total) e possivelmente para a próxima temporada teremos mais equipas a participar, como tal só tenho que o considerar muito positivo. E não nos podemos esquecer da TP que tem sido um êxito de norte a sul do país”.
A logística e a dimensão física de uma competição como esta, ainda para mais sem qualquer apoio federativo tem obrigatoriamente ser feita numa base de amadorismo e muita carolice.
“Sim sem duvidas, é uma prova que não é comparticipada pela FPP por números já sabidos, que são números proibitivos e que não conseguimos suportar e tudo isto se consegue pela nossa carolice e pelo grande gosto pela modalidade. Sem esta carolice e sem essa disponibilidade, que tira muito tempo às pessoas e famílias, nós nunca conseguiríamos fazer uma prova destas”.
Aproveitamos o balanço da resposta relativamente ao papel da FPP neste escalão quisemos saber o que pensa sobre o papel da entidade que regula a modalidade que forma é que ela poderia ser útil.
10431235 598309140274899 1222807983547123519 oA forma como a FPP nos poderia ajudar, era dar a sua logística, a participação dos árbitros, chamar os veteranos à Federação, mas sem cobrar os preços exorbitantes que nos pediram, e que são incomportáveis. Se nós quisermos inscrever cerca de 15 jogadores na Federação teremos que para à volta dos mil euros (1.000 €)”.
Depois da realização desta 1.ª edição da prova acha que a FPP poderá ter outra receptividade para com os veteranos?
Olhe, não sei. O que acho é que eles terão de olhar para nós de outra forma. Todos nós fomos atletas federados, continuamos a dar o nosso contributo à modalidade, continuamos a trabalhar em prol da modalidade e se a federação nos acolher e apoiar, só tem a ganhar connosco. Estamos a falar de treinadores, de pais de atletas que estão a jogar, que não calçavam os patins e voltaram a calçar e voltaram a vir à modalidade, e como tal acho que a federação só tem a ganhar connosco”.
Terminado este campeonato, que balanço faz e o que é que se pode perspectivar do futuro desta prova?
É a continuação do bom trabalho e penso que para a próxima época poderemos mesmo a vir a ter uma taça ibérica e quem sabe não haverá também um campeonato europeu”.
Esta final correu como esperava?
Sim sem dúvidas, embora saibamos que as finais trazem sempre um nervosismo e uma adrenalina própria dos jogos de decisões, que se vivem de forma intensa dentro do rinque, mas terminado o jogo, volta tudo ao normal, como em qualquer jogo, aliás, porque acima de tudo, aqui todos nós somos amigos”.

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RenatoFerreira

A Plurisports esteve à conversa com Renato Ferreira, que esteve à frente da organização do “I Convívio Inter Clubes”, disputado em Cucujães no passado fim de semana de 6 e 7 de junho, que juntou mais de 200 atletas, que ao longo destes dois dias puderam competir, mas também conviver e fazer novos amigos.

Plurisports - Sentse-se sempre grande expetativa na 1.ª Edição de um torneio. Havia uma grande curiosidade para saber como a organização iria lidar com este evento. O que falar sobre este torneio?
Renato Ferreira (RF) - Foi um projeto que visava projetar a modalidade, queríamos marcar pela diferença, nunca esquecendo o principal objetivo, engrandecer o CDC, também não poderia ser por outro motivo, penso que conseguimos provar o quanto adoramos o hóquei em patins... E provar que sabemos arrumar a casa.

Plurisports - Mais de 200 atletas, o que para a 1ª edição é muito bom. Como foi lidar/preparar dois dias de muito Hóquei em Patins para estes intervenientes?
RF - Foi duro, foi uma corrida contra relógio, tratar de tudo em tão pouco tempo foi espetacular, não esquecendo que todos envolvidos têm um emprego, foram quatro semanas de pura adrenalina e muito investimento de toda a organização.

Plurisports - Perguntava, primeiro se este projeto é para continuar? Nestas organizações, há aspetos que falham, o que há a melhorar para uma próxima edição?
RF - Bom, continuar, não vou poder dizer, mas se sinto vontade? Sim. Mas, muito terá que mudar. E não em relação ao evento, mas sim há massa associativa que precisa perceber que só funciona bem se todos ajudarem... Não podemos esquecer que é ou foi um projeto sem fim lucrativos, alias, todos nós zelamos para nada faltar.

Plurisports - Pedia que me falasse do aspeto que mais destaca do torneio?
RF - Acho que a entrega de todos foi o principal aspeto a destacar, não desvalorizando todo resto... Também a entrega de um trofeu a cada atleta, marca o quanto nós queríamos tornar inesquecível a participação de todos.

Plurisports - A equipa de organização foi fantástica. Que mensagem deixa a quem participou de forma ativa na realização do torneio?
RF - Uma mensagem justa, nunca deixem de acreditar no sonho, sem sonho não existe nenhum projeto, sem desvalorizar ninguém, estiveram unidos num grupo pessoas que se conhecem há um ano, porque só agora? Eu sei, vivemos o clube como ninguém, vivemos o CDC de corpo e alma, ganhando batalhas se vencem guerras...
Não posso deixar de frisar o meu descontentamento, a minha tristeza em relação à claque, por não comparecer em momento algum, agora só penso que de facto o provérbio antigo faz sentido, não trates com prioridade quem te tratar por opção... Na minha maneira de ver as coisas, foi muito triste não termos tido esse apoio, não sei se devia dizer, mas digo, por mim, muito teria que mudar...

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VigorosaSeniores

O Facebook Oficial do Estrela Vigorosa Sport divulgou ontem uma entrevista realizada a João Portela (à dir. na foto), treinador da equipa sénior do clube, em que o timoneiro da equipa fala sobre a época que agora terminou e dos objetivos para a próxima temporada. 

Leia aqui a entrevista...

EVS: É um jovem treinador com muitos anos de hóquei patins, quer como jogador, quer como treinador, em quem se inspira? Tem algum objetivo pessoal como treinador, que queira partilhar?
JP: A nível pessoal inspira-me o espetáculo hóquei em patins, em todas as vertentes. Pessoalmente gosto de viver o dia-a-dia e neste momento o objetivos passa por elevar o nome do Estrela Vigorosa Sport colocando-o onde ele merece.

EVS: Como foi o relacionamento com atletas, dirigentes e direção desde que chegou ao Estrela Vigorosa Sport?
JP: Fui recebido de braços abertos, todas as pessoas são excecionais, o espírito de família aqui existe, uma palavra especial principalmente ao grupo de trabalho dos seniores, que me fizeram sentir especial.

EVS: Que balanço faz da sua primeira época ao comando da equipa Sénior do Estrela Vigorosa Sport? Os objetivos propostos não foram cumpridos, o que falhou?
JP: Não foram atingidos os desportivos porque sou ambicioso e colocamos a meta do meio da tabela, mas o mais importante foi o regresso do Estrela Vigorosa Sport ao nacional e a evolução que a equipa teve, assim como as prestações nos jogos em casa, resultado do trabalho competente do grupo. Talvez nos tenha faltado alguma experiência em certos momentos de alguns jogos que poderiam ditar outros desfechos.

EVS: Quais os objetivos delineados para a próxima temporada? Esta equipa tem condições para aspirar subir de divisão?
JP: Fazer crescer a equipa, trabalhar com intensidade e de forma competente, com todos os intervenientes envolvidos, seguramente permitirá melhorarmos a prestação desta época, mas julgo que ainda não temos condições para lutar pela subida, mas o caminho faz-se caminhando e o próximo é de muito trabalho depois domingo a domingo olhar de frente olhos nos olhos todos os adversários com a vitória na nossa mente.

EVS: Irá manter a espinha dorsal da equipa, ou pretende reforçar-se com atletas jovens e/ou experientes que acrescentem valor ao grupo?
JP: O núcleo irá continuar, estávamos muito empenhados em resolver um dos problemas da última época que foi a instabilidade na posição de guarde redes, felizmente temos garantidos dois reforços que já estão a trabalhar connosco e acrescentam qualidade no grupo. Temos ainda garantido um outro reforço e estamos ainda à procura de mais dois reforços para elevar os padrões do grupo, um jovem e alguém que acrescente experiência.

EVS: Que mensagem deixa aos adeptos e simpatizantes do clube?
JP: Temos que criar uma nova onda na secção que envolva todos os escalões, levando os sócios e simpatizantes a apoiar as nossas equipas. E importante que ex-atletas se envolvam e criem ligação à estrutura atual, precisamos abrir o Estrela Vigorosa Sport à comunidade para voltarmos a ter o pavilhão cheio e um clube de referência na formação."

Fonte|Foto: Facebook Vigorosa

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Camilo Ribeiro, atualmente jogador do CART, com apenas 19 anos já conta com 16 anos de carreira na modalidade. O jogador fez a sua formação no FAC e há quase 1 ano atrás foi convidado a ir para o CART. À conversa com o jovem jogador a sua paixão pelo hóquei é patente no seu olhar quando fala sobre o assunto.

Plurisports (PLR): Há quanto tempo jogas hóquei?
Camilo Ribeiro (CR):Eu jogo hóquei desde os 3 anos. Já disputo a bola há 16 anos.

PLR: Qual é a tua posição no hóquei?
CR: Costumo a jogar mais como avançado mas também jogo a defensivo.

PLR: Em que clubes é que já jogaste?
CR: Iniciei a minha formação no FAC (Famalicense Atlético Clube) e mantive-me no clube até há bem pouco tempo. No ínicio da época recebi uma proposta para o CART e decidi aceitar. Desta forma conheço a dinâmica de outras equipas o que faz com que, como jogador, evolua não só a nível desportivo mas também a nível pessoal.

PLR: Quais as competições que já participaste?
CR: Já participei em várias a nível regional como nacional. No regional estive em competição no Campeonato Regional e na Taça do Minho e no nacional estive no Campeonato Nacional de Infantis e Juvenis.

PLR: Qual foi a sensação de jogares num Campeonato Nacional?
CR: Foi uma sensação espectacular. Desfrutei de cada momento do campeonato. Sempre quis jogar com grandes equipas e quando entramos no campeonato vi o meu sonho concretizado. É um campeonato muito diferente do campeonato regional, as equipas têm outra dinâmica de jogo e outro tipo de estratégias. Adorei!

PLR:De onde vem a tua paixão pelo hóquei?
CR: Vem da minha paixão pelo desporto. Desde cedo que o desporto faz parte da minha vida e não sei se conseguiria fazer a minha rotina sem ele. O hóquei é onde me sinto bem e realizado.

PLR: Quando se é “pequenino” queremos mil e uma profissões. Queres fazer do hóquei a tua profissão?
CR: É um desporto complicado para se poder fazer carreira exclusiva. Continuarei sempre a praticar e a entrar nas competições mas terei uma profissão em paralelo.

PLR: O que te fascina no hóquei?
CR: Fascina-me a rapidez do desporto, a dificuldade em praticar a modalidade e principalmente a adrenalina que sinto dentro de campo.

PLR: Trocavas o hóquei por outra modalidade?
CR: Não, não trocava. O hóquei é uma grande paixão e praticá-lo faz-me sentir concretizado.

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PedroFerreira

Pedro Ferreira é um jovem treinador que aos 30 anos leva quase um vida inteira ligado à secção de hóquei em patins da Associação Académica de Coimbra. Passou pelo clube enquanto atleta, tendo iniciado funções de treinador há 4 anos, período em que passou pela maioria dos escalões da “briosa”. Nesta temporada, assumiu a equipa sénior e conseguiu vencer o Campeonato Nacional da 3.ª Divisão – Zona Centro. Agora, irá disputar o Título de Campeão Nacional da 3.ª Divisão, juntamente com o OC Barcelos (b) e o CACO.

Plurisports (PLR): O que representa para si ter ficado em 1.º lugar e consequentemente assegurado a subida à 2.ª divisão?
Pedro Ferreira (PF): É para nós um enorme orgulho ter terminado a época em primeiro lugar e consequentemente ter concretizado o principal objetivo da época, a subida de divisão.

PLR: Como decorreu esta temporada? Era este o objetivo no início da temporada?
PF: A época decorreu sem problemas de maior, sempre com grande entrega e dedicação por parte dos atletas e quando assim é tudo se torna mais fácil. Sim o principal objetivo da época era a subida de divisão e foi alcançado.

PLR: Irão disputar o Título de Campeão Nacional da 3.ª Divisão. É um objetivo conquistar esse título?
PF: Sabemos que não será fácil conseguir conquistar o título, mas como qualquer equipa ambiciosa e que procura sempre mais e melhor, iremos entrar para todos os jogos com o objetivo de conquistar os 3 pontos.

PLR: Irá continuar ao leme da equipa na próxima temporada?
PF: Ainda não houve qualquer tipo de contacto nesse sentido, até porque o clube atravessa um período eleitoral.

PLR: Que mensagem deixa aos adeptos e simpatizantes do clube?
PF: Antes de mais um muito obrigado pelo apoio que sentimos durante todo o ano, sem eles teria sido certamente mais difícil. Contamos com o vosso apoio! Como disse recentemente no capitação de equipa, "Vocês são fantásticos!”.

BrunoGomesFoto

Bruno Gomes é um treinador feliz com a vitória no Campeonato Nacional da 3.ª Divisão – Zona Norte, com a consequente subida à 2.ª Divisão. Agora, aos 35 anos, o jovem treinador vai orientar a sua equipa na disputa pelo Título de Campeão Nacional da 3.ª Divisão. Há 5 anos no OC Barcelos, Bruno Gomes sente-se orgulhoso e realizado pela prestação da sua equipa na prova.

Plurisports (PLR): O que representa para si ter ficado em 1.º lugar e consequentemente assegurado a subida à 2.ª divisão?
Bruno Gomes (BG): Em primeiro lugar, representa um sentimento de realização pessoal e Orgulho.
Em segundo lugar, representa um sentimento de Gratidão, para todos que fizeram o Trabalho "Invisível", que não posso deixar de destacar: Presidente - Sr. Francisco Dias / Coordenador Técnico - Nelson Araújo / Preparador Físico - Professor Diogo ("Marzela") / Mecânico - Luís Salgueiro / Seccionistas / António Gomes e Departamento Médico - sendo aqui obrigado a destacar o Frank Araújo, que mais do que a parte clinica, foi um amigo, e um Companheiro para todos os Atletas.
Por último, representa um Prêmio para o meu Pai, e Família.

PLR: Como decorreu esta temporada? Era este o objetivo no início da temporada?
BG: Apesar de ainda não ter terminado, o balanço que posso fazer é muito positivo, permitiu-nos avaliar a evolução dos nossos atletas num campeonato sénior super competitivo, onde 70 % da equipa é júnior, que começou por ser considerada, jovem e irreverente e terminou em primeiro lugar no final do campeonato.
O nosso objetivo nunca foi a subida de divisão apesar de reconhecer que após a vitória em Vila Praia de Âncora (Dezembro 2014), o admitir e colocar como objetivo.
Para quem achava que este campeonato era ou ainda é "mentira", relembro que o campeonato terminou a 3 de Maio e não a 1 de Abril.

PLR: Irão disputar o Título de Campeão Nacional da 3.ª Divisão. É um objetivo conquistar esse título?
BG: Queremos muito trazer o título para Barcelos e enfrentaremos os 4 jogos, com a mesma humildade, raça e responsabilidade com que fizemos todo o campeonato. Se no dia 14 de Junho, formos campeões Nacionais será mais um prémio para todos.

PLR: Irá continuar ao leme da equipa na próxima temporada?
BG: Sim, manterei as mesmas funções , tanto nos Sub 20 como nos Seniores B.

PLR: Que mensagem deixa aos adeptos e simpatizantes do clube?
BG: O meu muito obrigado, pelo que nos apoiaram ao longo de toda a época, continuarei a responder ao apoio, que nos deram, com a mesma raça e responsabilidade que exijo da equipa. Um Abraço especial para a "Kaos", que nesta reta final, nos ajudou a manter o primeiro lugar.

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Rui Brito é o capitão de uma jovem equipa, que este ano se estreou no Campeonato Nacional da 3.ª Divisão. O OC Barcelos (b), é um projeto iniciado este ano e que pretende lançar os mais jovens jogadores do histórico barcelense, que ainda não têm lugar na equipa A, esperando que estes consigam um dia ganhar o seu espaço. O capitão de equipa Rui Brito, com 20 anos, leva já 15 a defender as cores dos barcelenses e é a cara da satisfação do grupo que conseguiu esta subida de divisão.

Plurisports (PLR): O que representa para si ter ficado em 1.º lugar e consequentemente assegurado a subida à 2.ª divisão?
Rui Brito (RB): É um sentimento de dever cumprido, sabemos o valor que temos e estes resultados vieram confirmar isso. Além disso foi a confirmação do valor da formação do OC Barcelos uma vez que a maioria dos jogadores da equipa provém das camadas jovens. É um orgulho para todos nós fazermos parte da história deste grande clube.

PLR: Como decorreu esta temporada? Era este o objetivo no início da temporada?
RB: O facto de sermos uma equipa muito jovem e sem experiência a nível sénior não nos permitia num início de temporada traçar grandes objetivos. Com trabalho os resultados foram aparecendo e começamos a acreditar que era possível chegar até aqui. Tem sido uma grande época com um grupo de trabalho fantástico.

PLR: Certamente que os seus companheiros de equipa se sentem realizados com o 1.º lugar alcançado. Como está o espírito do grupo?
RB: Mais do que companheiros de equipa somos um grupo de amigos. O ambiente ao longo de toda a época tem sido muito bom, tanto dentro como fora do balneário. Mas como podem imaginar neste momento está melhor que nunca. Estamos todos muito contentes com a conquista alcançada e com vontade de continuar a trabalhar para podermos ter ainda mais alegrias. Sabemos o que valemos e que todos juntos somos mais fortes.

PLR: Foi fácil liderar dentro de campo uma equipa vencedora?
RB: Sim. É uma equipa que gosta da modalidade, muito humilde e trabalhadora e quando assim é tudo se torna mais fácil. Trabalhamos diariamente com os mesmos objetivos, apoiamo-nos mutuamente e sabemos que tudo o que dizemos e fazemos é sempre para o bem da equipa. É um orgulho capitaneá-la e, simultaneamente, uma enorme responsabilidade.

PLR: Irão disputar o Título de Campeão Nacional da 3.ª Divisão. É um objetivo conquistar esse título?
RB: Depois de chegarmos até aqui achamos que podemos fazer um pouco mais, que podemos ter ainda mais alegrias. Acreditamos no nosso trabalho, vamos preparar cada jogo da melhor forma possível e tentar obter de cada um deles uma vitória. Essa seria a forma perfeita de terminar a época e o concretizar de um sonho para todos nós.

PLR: Irá continuar a jogar no OC Barcelos na próxima temporada?
RB: Neste momento não penso nisso. Estou focado nos próximos jogos e na equipa. Este sempre foi e será o meu clube, foi aqui que aprendi a patinar e me tornei o jogador que sou hoje. Será um prazer poder continuar a representá-lo. Posteriormente, na altura certa, veremos o que vai acontecer.

PLR: Que mensagem deixa aos adeptos e simpatizantes do clube?
RB: Em nome de toda a equipa queria deixar um enorme OBRIGADO por todo o apoio prestado durante a época. Mostraram desde o início acreditar no nosso trabalho através do apoio que nos transmitiram. Este sucesso também é deles. Um obrigado especial à KAOS BARCELENSE que nos apoiou nos últimos jogos. Somos uns privilegiados por ter um apoio assim!
Além disso gostava também de agradecer ao presidente, treinador, diretores e todos os outros que tornaram este projeto possível e nos proporcionaram as condições necessárias para chegarmos até aqui.
Esperamos poder oferecer a todos o título de Campeão Nacional da 3ª divisão, e para isso contamos com o vosso apoio!
Mais uma vez, Obrigado!

Foto: Facebook Rui Brito

GonçaloCarvalhoAAC

Gonçalo Carvalho, atualmente com 32 anos, está à 25 ligado à secção de hóquei em patins da AA Coimbra e é o capitão da equipa sénior, que no passado fim de semana confirmou o 1.º lugar do Campeonato Nacional da 3.ª Divisão – Zona Centro. Agora, a AA Coimbra irá disputar o Título de Campeão Nacional da 3.ª Divisão, juntamente com o OC Barcelos (b) e o CACO. Em conversa com a Plurisports, o capitão da “briosa” falou sobre o que significa este 1.º lugar.

Plurisports (PLR): O que representa para si ter ficado em 1.º lugar e consequentemente assegurado a subida à 2.ª divisão?
Gonçalo Carvalho (GC): Representa o esforço de uma época difícil, o alcançar de um objetivo pessoal e mas acima de tudo coletivo.

PLR: Como decorreu esta temporada? Era este o objetivo no início?
GC: Foi das temporadas mais difíceis que passei contudo ainda não acabou, e terá mais quatro batalhas que espero que sejamos capazes de vencer. O objetivo estava bem definido desde o início e foi alcançado, mas agora queremos mais.

PLR: Certamente que os seus companheiros de equipa se sentem realizados com o 1.º lugar alcançado. Como está o espírito do grupo?
GC: Claro que sim, temos muitos jogadores que são seniores de primeiro ou segundo ano e poderem logo "saborear" uma subida de divisão é fantástico para eles, assim como para mim e outros que já cá andamos há mais tempo. Ficamos todos muito felizes e espero que consigamos ser ainda mais felizes daqui a um mês.

PLR: Foi fácil liderar dentro de campo uma equipa vencedora?
GC: Quando se ganha é tudo mais fácil, ter uma equipa fantástica repleta de jogadores muito acima da média, torna o trabalho ainda mais fácil. Mas o nosso trunfo é que somos uma equipa mesmo fora do campo e é isso que dentro de campo nos faz ainda melhores.

PLR: Irão disputar o Título de Campeão Nacional da 3.ª Divisão. É um objetivo conquistar esse título?
GC: Como já disse anteriormente é um objetivo, chegar aqui e não desejar ser campeão é de quem não merece estar no lugar que atingimos com mérito. Temos jogadores que já foram campeões nacionais, outros vice-campeões, e é o que este grupo merece. Não vai ser nada fácil, mas temos de nos superar mais uma vez para conseguirmos levar a nossa vontade além da dos outros.

PLR: Que mensagem deixa aos adeptos e simpatizantes do clube?
GC: Primeiro deixo uma mensagem aos colegas de não são convocados de forma regular e menos minutos jogam: Sem vocês não teríamos equipa nem treinos com qualidade não desistam, lutem por mais, não se acomodem, está em vocês conseguirem um lugar na equipa.
Aos amigos que nos apoiam do lado de fora: Obrigado por tudo, pelo apoio, pelos berros, pelas palavras de ânimo nos momentos mais difíceis, por serem da AAC e por nos elevarem a um nível superior. Vocês são fantásticos!

Foto: Facebook Gonçalo Carvalho

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Estivemos à conversa com Paulo Machado, Selecionador Distrital da AP Minho, que nos falou um pouco sobre o seu presente e futuro, bem como das expetativas da APM para o Inter-Regiões. Sempre bem disposto e acessível, Paulo Machado deixou a sua impressão sobre o momento da Seleção Distrital da AP Minho, que recentemente venceu o Torneio de Carnaval, deixando no ar a ideia de que esta será a última prova que disputará no comando da Seleção Distrital da AP Minho.

Plurisports (PLR): A AP Minho está a preparar a participação no Inter-Regiões (IR) da Mealhada. Com que objetivos irá a APM entrar na prova?
Paulo Machado (PM): A AP Minho tem como objetivo claro e consciente de que entra nas competições para ganhar, é, focados nesse objectivo, que encaramos todas as competições, não sendo a participação no IR uma exceção. Como é óbvio, temos consciência que existem selecções fortes (não querendo salientar nenhuma em particular), com as mesmas pretensões mas é legítimo que nós também queiramos vencer. Nos torneios que temos disputado, a equipa tem dado boas indicações e é com essa confiança que nos atrevemos a sonhar e a pensar que tudo é possível. No entanto, existe também uma vertente pedagógica e social no que concerne a este ponto, sendo fundamental que os atletas se divirtam a jogar, que convivam com os atletas das outras selecções. Penso que a vertente competitiva é importante, mas não devemos descurar estes aspectos que estão inerente a estes encontros, procurando formar atletas nas suas diferentes dimensões, física, psicológica e social.

PLR: Que podes dizer do grupo de 10 atletas que irás apresentar na Mealhada? Que garantias te dá este grupo?
PM: Relativamente aos 10 atletas que irão ao IR são: Guarda-redes Vasco, AD Campo e Zé Pedro, OC Barcelos. Jogadores: Rúben; Cândido Quintela e Carlos (2002) – AD Campo, Diogo Abreu - Riba d’ Ave, Fábio Ramos – HC Braga, Diogo e Pedro – OC Barcelos e o Miguel, ED Viana. As garantias que estes jogadores me oferecem são as melhores, é um bom conjunto que oferece à AP Minho um plantel equilibrado e homogéneo e que considero, sem qualquer dúvida, os 10 melhores que este ano poderíamos ter. Temos jogadores experientes e que repetem o IR, como é o caso do Rúben e do Vasco. O Pedro que esteve connosco durante o ano transacto e que esteve presente em quase todos os torneios e treinos, tendo falhando unicamente o IR, por opção técnica, mas que este ano demonstra já a qualidade que dele se esperava. Os restantes jogadores são estreantes nesta competição, no entanto, nos torneios realizados com a AP Minho e nos seus clubes têm tido um papel fundamental e são provenientes de equipas que na sua grande maioria conseguiu o apuramento para o nacional.

PLR: Estás no teu 2.º ano com a Seleção Regional da AP Minho. Quais os teus objetivos para o futuro?
PM: Estou no 2.º ano como treinador da AP Minho e os meus objetivos passam por representar bem a AP Minho até final do IR… , nunca defino objetivos a médio ou longo prazo. Neste momento, o objetivo é ir com este grupo de jogadores e restante Staff, nomeadamente: o Senhor António Carvalho que é o diretor para as camadas jovens da AP Minho, sempre incansável e fundamental, com o Senhor José Costa, imprescindível e com o senhor Henrique outro membro essencial, que desenvolve o seu trabalho há já vários anos na AP Minho.
Como já referi, no IR iremos em conjunto fazer o melhor, ou seja, ganhar o torneio.
No início desta época tinha tomado a decisão que seria o último ano que assumiria o meu cargo como seleccionador de Sub-15 da AP Minho, achando que a representação no IR e sob a minha orientação é a altura ideal para a minha retirada… Saio consciente que desempenhei as minhas funções com toda dedicação que um profissional do desporto põe no que faz. Quero realçar o apoio incondicional das pessoas que mais de perto acompanham a selecção de Sub-15 da AP Minho e que já referi anteriormente, agradecendo tudo o que me proporcionaram nestes últimos 2 anos.
Agradeço ao Professor Quim Zé, meu colega e amigo que me acompanhou na época passada pelo excelente apoio que me deu.
Agradeço à Direção da AP Minho, na pessoa do Senhor Presidente, António Emílio.
Por fim, o meu agradecimento a todos os atletas que passaram pela AP Minho, aos que foram só aos treinos, aos que foram só a torneios, aos que foram aos Inter-regiões.
Guardarei comigo memórias excelentes destes últimos 2 anos.
Esta experiência como seleccionador de Sub-15 veio enriquecer o meu curriculum ao nível do Hóquei em patins, tendo-me proporcionado conhecer pessoas novas, vivências diferentes com características e ambientes competitivos diferentes das que estava habituado pois, até abraçar este projecto só tinha feito parte de equipas técnicas ao nível sénior, representando vários clubes.
Quanto ao futuro, não pensei e não penso… Se se proporcionar ficar ligado à modalidade será óptimo uma vez que gosto do Treino Desportivo, e tal não suceder, ficarão os momentos e as memórias desta experiência.

PLR: O que achas que poderia mudar no IR? Outros moldes? Mais jogos? Qual a tua opinião?
PM: Quanto aos moldes em que é disputado o IR, sou absolutamente sincero, nunca pensei nisso, ou tão pouco fiz uma reflexão crítica sobre o modelo implementado.
Existem grupos, dos quais são apurados duas equipas e depois, é por eliminação até se conseguir chegar à final, ou a outra classificação. Na minha modesta opinião, acho que está bem! São disputados 5 jogos durante o fim de semana, penso que para gerir o plantel é o ideal. Mais jogos iriam provocar uma sobrecarga enorme aos atletas não me parecendo benéfico para eles. Convém não esquecer o seguinte; existem muitos atletas neste escalão de Sub-15 e inferiores, que treinam mais e jogam mais durante a semana e ao fim de semana que atletas da 1.ª divisão e isso faz-me alguma confusão. Existem fenómenos de especialização precoce, como sabes, a que devemos estar atentos e prevenir. Antes de serem atletas ou jogadores, seja de que modalidade ou disciplina, os miúdos devem ter tempo para serem crianças, estudar, brincar, jogar e namorar faz parte integrante do seu desenvolvimento como pessoas. O rendimento não deve ser o mais importante nestas idades. Jogar Hóquei ou praticar outra modalidade qualquer, deve ser em primeiro lugar divertido.

PLR: Recentemente a AP Minho ficou sem direção. Isso afetou o teu trabalho? O que mudou desde então?
PM: Quanto ao facto da Direção da AP Minho se ter demitido, não afectou em nada o normal funcionamento dos treinos de preparação para o IR.

PLR: Que mensagem deixas a todos os jovens que sonham representar as cores da AP Minho?
PM: A mensagem que posso deixar aos jovens jogadores que, ambicionam jogar na selecção do Minho? Divirtam-se a jogar Hóquei, com humildade, com trabalho e empenho, tudo surgirá naturalmente.
Não se esqueçam de estudar e dedicarem-se à escola, a vossa formação académica é fundamental!

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A Seleção Distrital Sub15 da AP Porto continua a sua preparação com vista à participação no 39.º Torneio Inter-Regiões, que decorrerá no Pavilhão do HC Mealhada. Ontem, dia 4 de março, a Seleção Distrital fez mais um treino, desta feita no Pavilhão do CRPF Lavra, no qual a Plurisports marcou presença. Numa sessão de trabalho com o grupo final que irá representar a AP Porto, quisemos saber quais as perspetivas dos jogadores, bem como os objetivos e a forma como estão a decorrer os trabalhos e para isso falamos com Carlos Ramos, Hugo Santos, Tiago Pinto e Pedro Amaral.

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