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Aproveitando a presença de Vítor Ferreira um dos mentores e responsável por esta primeira edição do CN de Veteranos, na final que se realizou em Tomar no passado fim de semana, saber um pouco mais de toda a envolvência e conhecer também os problemas e as ansiedades deste escalão, cada vez mais com maior representatividade.
São cerca de meio milhar, os atletas que estão envolvidos nesta competição, o que dá uma pequena ideia do trabalho que é necessário realizar para por todo esta organização de pé.
A par do Campeonato Nacional, desenrolou-se a Taça de Portugal em Veteranos que terá a final no próximo dia 21 de Junho no Pavilhão “João Campelo” em Massamá, tendo-se realizado 85 jogos de Norte a Sul do País. Sem dúvidas que é uma prova a acompanhar de perto, e com atenção, até se considerarmos, que é envolve muita gente, gente de renome, e que muito contribuiu para que a modalidade fosse uma das mais queridas no nosso país.

Antes de mais quisemos saber que balanço faz, Vítor Silva desta primeira edição da prova.
Faço um balanço positivo, já que nós conseguimos angariar perto de 400 atletas (395 no total) e possivelmente para a próxima temporada teremos mais equipas a participar, como tal só tenho que o considerar muito positivo. E não nos podemos esquecer da TP que tem sido um êxito de norte a sul do país”.
A logística e a dimensão física de uma competição como esta, ainda para mais sem qualquer apoio federativo tem obrigatoriamente ser feita numa base de amadorismo e muita carolice.
“Sim sem duvidas, é uma prova que não é comparticipada pela FPP por números já sabidos, que são números proibitivos e que não conseguimos suportar e tudo isto se consegue pela nossa carolice e pelo grande gosto pela modalidade. Sem esta carolice e sem essa disponibilidade, que tira muito tempo às pessoas e famílias, nós nunca conseguiríamos fazer uma prova destas”.
Aproveitamos o balanço da resposta relativamente ao papel da FPP neste escalão quisemos saber o que pensa sobre o papel da entidade que regula a modalidade que forma é que ela poderia ser útil.
10431235 598309140274899 1222807983547123519 oA forma como a FPP nos poderia ajudar, era dar a sua logística, a participação dos árbitros, chamar os veteranos à Federação, mas sem cobrar os preços exorbitantes que nos pediram, e que são incomportáveis. Se nós quisermos inscrever cerca de 15 jogadores na Federação teremos que para à volta dos mil euros (1.000 €)”.
Depois da realização desta 1.ª edição da prova acha que a FPP poderá ter outra receptividade para com os veteranos?
Olhe, não sei. O que acho é que eles terão de olhar para nós de outra forma. Todos nós fomos atletas federados, continuamos a dar o nosso contributo à modalidade, continuamos a trabalhar em prol da modalidade e se a federação nos acolher e apoiar, só tem a ganhar connosco. Estamos a falar de treinadores, de pais de atletas que estão a jogar, que não calçavam os patins e voltaram a calçar e voltaram a vir à modalidade, e como tal acho que a federação só tem a ganhar connosco”.
Terminado este campeonato, que balanço faz e o que é que se pode perspectivar do futuro desta prova?
É a continuação do bom trabalho e penso que para a próxima época poderemos mesmo a vir a ter uma taça ibérica e quem sabe não haverá também um campeonato europeu”.
Esta final correu como esperava?
Sim sem dúvidas, embora saibamos que as finais trazem sempre um nervosismo e uma adrenalina própria dos jogos de decisões, que se vivem de forma intensa dentro do rinque, mas terminado o jogo, volta tudo ao normal, como em qualquer jogo, aliás, porque acima de tudo, aqui todos nós somos amigos”.

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