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Fomos conversar com André Azevedo, jogador da UD Oliveirense e abordamos o momento da UDO, mas também procuramos saber como vive uma nova etapa. Pai de Gustavo e Henrique, o experiente jogador, que já viveu imensas emoções durante a sua vida desportiva, vive-as agora também na bancada, enquanto acompanha os dois pequenos craques, que naturalmente seguiram as pisadas do pai e jogam nos Benjamins e Escolares do FC Porto.

Plurisports (PLR): Depois de uma fase menos conseguida, a UD Oliveirense tem vencido as últimas partidas. Quais os vossos objetivos para esta temporada?
André Azevedo (AA): É um facto que inicialmente as coisas não correram como esperado. Ainda assim, os objetivos da UDO mantêm se inalterados apesar de um início menos conseguido, lutar pelo 3° lugar e chegar às finais das taças.

PLR: Tens atualmente 38 anos e continuas a jogar ao mais alto nível. Como te sentes? Quantos anos mais pensas ainda jogar?
AA: Pessoalmente enquanto tiver prazer de jogar, da competição e sentir que tenho capacidade para ajudar a equipa vou continuar a jogar.

PLR: Agora tens os teus filhos, que seguiram as tuas pisadas e são pequenos craques do FC Porto. Como é ver esse crescimento na tua modalidade?
AA: É verdade! Os meus filhotes também já abraçaram a modalidade. Nesse papel, é ver o hóquei de uma maneira completamente diferente, quase que sinto as emoções deles em campo, é indescritível, mas acima de tudo tento ser Pai e pelo menos nesta fase que se divirtam.

PLR: Certamente acompanhas os jogos e treinos deles. Quais os conselhos que lhes dás? Eles ouvem-te?
AA: Não são muitos. Apenas destaco o nível qualitativo no treino e competição em relação ao meu tempo de escolar. O conselho que dou aos mais novos é acima de tudo evoluir no treino para poderem disfrutar no jogo.

PLR: O que pensas fazer no hóquei em patins, quando deixares de jogar? Ser treinador? Ser dirigente? Acompanhar apenas os teus filhos?
AA: A modalidade já me deu muito, cresci com o hóquei, não me lembro de não jogar hóquei, o que faz com que esta modalidade seja parte de mim. Por tudo isto, no dia em que deixar de jogar, obviamente vou abraçar outro projeto ligado à modalidade muito possivelmente treinador.

Foto: UD Oliveirense